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UNANIMIDADE

ANO XIV - Nº 007/14 -

FOCO E COMPROMISSO

É mais do que sabido e reconhecido que todas as empresas públicas, sem exceção, que não são poucas e se encontram espalhadas por todos os cantos do nosso pobre país, independente do setor que atuam, estão fortemente focadas e compromissadas com a mais absoluta FALTA DE EFICIÊNCIA E MÁ ADMINISTRAÇÃO. 

GOVERNANÇA

Independente dos casos de CORRUPÇÃO, que atingem brutalmente as maiores, como é o caso da Petrobrás, BNDES, Banco do Brasil, Caixa Federal, Empresa de Correios, Eletrobrás, etc., todas aquelas que conseguem ser rentáveis não têm BOA GOVERNANÇA. Coisa que por si só basta para que: 1- deixem de existir; ou, 2- passem para quem realmente mostre capacidade de gestão. 

FORA DA CURVA

Como a má gestão é uma característica marcante e comum em todas as EMPRESAS PÚBLICAS, não haveria a menor razão para destacar esta ou aquela por absurdos cometidos. A não ser quando a  INCOMPETÊNCIA E OS MALFEITOS se mostram de tal forma exagerados e/ou fora da curva da expectativa máxima de estupidez.  

EPTC - CONCORRENTE AO TÍTULO

Pois, se estivéssemos diante de uma competição entre EMPRESAS PÚBLICAS, com propósito de escolher a campeã em termos de GESTÃO ESTÚPIDA E INCONSEQUENTE, uma que vem se destacando como forte concorrente ao título é a EPTC -EMPRESA PÚBLICA DE TRASPORTE E CIRCULAÇÃO, de Porto Alegre, Capital do RS.  

HORS CONCOURS

A EPTC, para que os leitores entendem, é uma UNANIMIDADE em termos de MÁ ADMINISTRAÇÃO. Isto significa que nem mesmo os adoradores de ESTATAIS conseguem enxergar algo de útil e positivo nas decisões tomadas, diariamente, pelo corpo diretivo da empresa. Trata-se de uma EMPRESA HORS CONCOURS. 

INDÚSTRIA DE MULTAS

A rigor, a EPTC é uma INDÚSTRIA DE MULTAS. Ainda que grande parte dos motoristas que trafegam pelas ruas de Porto Alegre não respeitem as leis de trânsito, a EMPRESA PÚBLICA não age para propor melhora alguma. Se há a possibilidade de decidir mal, ou simplesmente não decidir, a EPTC marca a sua presença.  

PORTO ALEGRE TEM DONO

Como o foco da EPTC é a INCOMPETÊNCIA, tão logo o UBER chegou em Porto Alegre, por exemplo, a direção da Empresa Pública tratou de mostrar ao recém chegado o quanto mantém afiadas as garras da estupidez. Inclusive, com o apoio irrestrito do prefeito José Fortunati, que querendo impedir a entrada do UBER na cidade disse -alto e bom som- : - PORTO ALEGRE TEM DONO! Que tal? 

Pois, ao mesmo tempo em que tratava de bloquear a entrada do concorrente, que serve para melhorar a vida dos usuários de transporte público, a EPTC dava cobertura total e absurda ao deplorável CARTÓRIO DOS TAXISTAS.

Foi, aliás, quando muitos porto-alegrenses entenderam, finalmente, que os reais DONOS DA CIDADE são, entre outros que não o POVO, os ILEGAIS DONOS DAS LICENÇAS PARA TAXIS. Como DONOS, com a proteção da EPTC, os tais -taxistas-, que não são os condutores dos veículos, mas os proprietários das licenças, não permitem a entrada de concorrentes. Pode ?

 

 

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MARKET PLACE

  • A ECONOMIA EM ESTADO DE GUERRA

    Eis o oportuno artigo escrito pelo pensador (Pensar+) Rodrigo Constantino, com o título: A ECONOMIA EM ESTADO DE GUERRA: A ÚLTIMA ETAPA DOS INTERVENCIONISTAS.

    Mises, o grande economista austríaco, já tinha explicado os passos do intervencionismo ao controle total da economia pelo estado. Funciona basicamente assim: o governo toma medidas intervencionistas que não funcionam. Tenta controlar preços, impor racionamento, distribuir de forma populista alguns produtos e serviços sem ligar para o custo de oportunidade. O mercado, ou seja, a interação espontânea entre os indivíduos, reage. Começa a faltar produtos nas prateleiras, o mercado negro cresce, a inflação dispara. O governo, então, adota mais medidas intervencionistas, até chegar numa escancarada ditadura socialista, em que o governo já detém na prática o controle dos meios de produção.

    Foi exatamente o caminho da Venezuela, cujo “presidente” Nicolás Maduro declarou oficialmente o estado de emergência na economia, o que lhe dá poderes para até mesmo confiscar propriedade alheia. É a expropriação comunista como resultado das trapalhadas intervencionistas de seu próprio governo. Em vez de haver uma punição a quem causou o mal, há um prêmio: o trapalhão socialista consegue incrementar ainda mais seus planos socialistas de controle absoluto do país. O discurso para tanto é sempre análogo ao de guerra, pois em situações emergenciais de combate, a população costuma tolerar mais as medidas arbitrárias e autoritárias do governo.

    Situação parecida começa a se desenhar no Brasil. O intervencionismo petista destruiu a nossa economia, a inflação disparou, o PIB despencou e o desemprego já chega a mais de 9 milhões de pessoas. Diante desse quadro assustador, o que faz a presidente Dilma? Coloca no aumento de imposto a salvação do país, desmentindo mais uma promessa de campanha. Ou seja, joga o fardo de suas trapalhadas para o ombro do povo trabalhador, demandando mais controle ainda sobre a economia e nossas vidas, tentando extrair ainda mais recursos de quem o produz.

    Se a volta da CPMF for mesmo aprovada, a situação vai se deteriorar ainda mais, e como resultado teremos um quadro mais similar ao venezuelano. E qual será a proposta de Dilma e do PT, se ainda estiverem no poder? Ora, ganha uma mariola mordida quem acertar! Será, naturalmente, declarar uma situação de emergência, de guerra econômica culpando os gananciosos empresários pela escassez generalizada e a inflação fora de controle, para exigir aumento de poderes do governo, incluindo o confisco direto de propriedade privada. É tudo tão previsível na esquerda latino-americana…
     

  • DESTAQUE

    A corrupção brasileira é destaque, mais uma vez, no cenário da economia global – uma realização indiscutível da administração petista. A Petrobras é a única empresa citada nominalmente nas novas projeções econômicas do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgadas ontem. Pelos novos cálculos, a economia brasileira encolherá 3,5% neste ano e terá crescimento nulo em 2017. Para a atividade global, as estimativas indicam expansão de 3,4% em 2016 e de 3,6% no próximo ano. As previsões do FMI são agora piores que as do mercado nacional: contração de 2,99% em 2016 e crescimento de 1% em 2017, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central (BC). (Editorial do Estadão)

  • VAREJO

    As lojas de materiais de construção encerraram o ano de 2015 com o saldo positivo. O volume de vendas acumulado de 2015 ficou 3,4% maior do que o resultado obtido em 2014. O dado é do Termômetro do Varejo, levantamento realizado mensalmente pelo Sindilojas Porto Alegre com as lojas de material de construção, vestuário e calçados.. Além disso, na comparação entre dezembro de 2015 com o mesmo período do ano anterior o segmento também registrou crescimento nas vendas, com um aumento de 4,5%.

    Já as lojas de vestuário e calçados de Porto Alegre registraram uma variação negativa de 6,4% em 2015 em relação ao ano anterior. Os resultados acompanham a tendência de queda para o Rio Grande do Sul que, na comparação do acumulado de janeiro a novembro de 2015 com o mesmo período de 2014, apresentou queda de 12,3% no volume de vendas do segmento, segundo o IBGE. Os piores resultados do ano ocorreram nos meses marcados pelas paralisações do servidores públicos e parcelamento de salários, que influenciaram a redução do poder de compra e confiança do consumidor. Em agosto a queda foi de 18% e setembro de 21%.  

FRASE DO DIA

O Brasil é um lugar onde a própria história é de mentirinha, suas conquistas são de mentirinha, seus heróis são de mentirinha, suas revoluções são de mentirinha... onde só o auto-engano coletivo é de verdade.

Lobão