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UMA ENORME SEMELHANÇA

ANO XIV - Nº 007/14 -

SEMELHANÇA

Assim como o ex-presidente Lula, através dos rompantes e atitudes, guarda enorme semelhança com o falecido ditador venezuelano, Hugo Chávez, o seu -POSTE-, Fernando Haddad, por tudo que prega como presidenciável, em muito se assemelha com o ditador Nicolás Maduro, que deu seguimento, com absoluta eficiência, ao DESMANCHE econômico e social da Venezuela.

CÉREBROS MUTILADOS

Haddad, em todas as aparições, tanto nos noticiários quanto nas ruas, insiste com mentiras deslavadas que encantam, sobremaneira, o enorme contingente de brasileiros  cujos cérebros foram brutalmente mutilados pelo POPULISMO.

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Vejam que nem mesmo os comprovados e indiscutíveis atos de CORRUPÇÃO praticados ao longo dos governos Lula/Dilma/Petistas, que levou vários próceres do PT à prisão, incluído aí o próprio ex-presidente Lula, fez com que 30% dos eleitores brasileiros desistissem de seguir o que manda o perigoso bandido. 

TORRENTE DE APLAUSOS

Ontem, por exemplo, o Poste - Fernando Haddad-, tão logo afirmou, alto e bom tom, que o governo Temer é o responsável pela alta dos preços dos combustíveis; pela elevada taxa de desemprego; e pelo crescimento negativo do PIB, o que se ouviu em torno do mentiroso foi uma torrente de aplausos e gritos de concordância. Pode?  

COMBUSTÍVEIS

Ora, até as pedras da minha rua e os bebês de todas as creches do país sabem, por exemplo, que a alta dos preços dos COMBUSTÍVEIS tem duas importantes razões:

1- alta do preço da commodity -petróleo- no mercado internacional; e,

2 - da absurda carga tributária que incide sobre os combustíveis.

Agora, o detalhe arrasador: a segunda é a mais determinante.

DESEMPREGO E PIB

No tocante ao DESEMPREGO e PIB NEGATIVO é preciso insistir: ao longo dos governos Lula/Dilma o PIB brasileiro caiu perto de 9%. Isto,  por óbvio, provocou um aumento, proporcional, do DESEMPREGO, que só poderá ser recuperado com um significativo aumento das atividades econômicas.

FOTO

Considerando que Haddad diz, com total e absoluta clareza, que, se eleito, vai  promover a volta do programa BOLIVARIANO -Lula/Petista-, aí não há o que discutir: 1- o DESEMPREGO VAI AUMENTAR AINDA MAIS; e, 2- o PIB VAI DECRESCER ASSUSTADORAMENTE. 

Resumindo: tirando uma foto do Haddad quem aparece na tela é o  MADURO!

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MARKET PLACE

  • RANKING DE COMPETITIVIDADE

    No Ranking de Competitividade dos Estados 2018, o Estado de Santa Catarina conquistou, pelo segundo ano consecutivo o prêmio de Destaque Internacional no prêmio de Excelência em Competitividade dos Estados. Santa Catarina é destaque como o mais eficiente entre os estados brasileiros. Com uma atividade econômica diversificada, que amplia a base industrial e de serviços na composição do PIB, acaba gerando impacto positivo na arrecadação de impostos.

  • OS EMPRÉSTIMOS PARA CUBA E VENEZUELA

    O presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, disse ontem(18) que os empréstimos feitos para Cuba e Venezuela não deveriam ter ocorrido. A dívida dos dois países com o BNDES é de aproximadamente US$ 1 bilhão.

    “Olhando hoje, fica claro que eles [Cuba e Venezuela] não tinham condições de pagar. Provavelmente não deveriam ter sido feitos, mas agora temos que ir atrás do dinheiro”, afirmou Oliveira, ao participar do 9ª Seminário Internacional Patentes, Inovação e Desenvolvimento, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o texto do pensador Percival Puggina - A CONSTITUIÇÃO “CIDADÔ, A DE MOURÃO, E A VIÁVEL-:

    A Constituição Federal de 1988 encontrou muitas rejeições pontuais, mas poucas atacaram a integralidade do texto, ou sua essência. Não por acaso, as críticas que se tornaram mais conhecidas procederam da bancada do PT e do deputado Roberto Campos. Por motivos opostos, claro. Os petistas (para variar...) queriam uma Carta muito pior. Empenharam-se em formatar um país socialista, com ainda mais Estado e menos direito à propriedade privada. Por isso, votaram contra a Carta de 1988.

    A reprovação do texto constitucional foi objeto de discurso de Lula no dia da promulgação. Após elencar um amplo conjunto de restrições ao que fora consagrado pelo plenário, ele assim se expressou:

    “Sei que a Constituição não vai resolver o problema de mais de 50 milhões de brasileiros que estão fora do mercado de trabalho. Sei que a Constituição não vai resolver o problema da mortalidade infantil, mas imaginava que os Constituintes, na sua grande maioria, tivessem, pelo menos, a sensibilidade de entender que não basta, efetivamente, democratizar um povo nas questões sociais, mas é preciso democratizar nas questões econômicas. Era preciso democratizar na questão do capital. E a questão do capital continua intacta. Patrão, neste País, vai continuar ganhando tanto dinheiro quanto ganhava antes, e vai continuar distribuindo tão pouco quanto distribui hoje. É por isto que o Partido dos Trabalhadores vota contra o texto e, amanhã, por decisão do nosso diretório – decisão majoritária – o Partido dos Trabalhadores assinará a Constituição, porque entende que é o cumprimento formal da sua participação nesta Constituinte.”

    O senador Roberto Campos, por seu turno, diagnosticou corretamente: aquele texto era excessivamente socialista, iria quebrar o país e demandaria uma carga tributária muito danosa à iniciativa privada e ao desenvolvimento econômico e social. Entre muitas de suas apreciações sarcásticas, destaco estas duas:

    “Nossa Constituição é uma mistura de dicionário de utopias e regulamentação minuciosa do efêmero; é, ao mesmo tempo, um hino à preguiça e uma coleção de anedotas; é saudavelmente libertária no político, cruelmente liberticida no econômico, comoventemente utópica no social; é um camelo desenhado por um grupo de constituintes que sonhavam parir uma gazela.”

    “É difícil exagerar os malefícios desse misto de regulamentação trabalhista e dicionário de utopias em que se transformou nossa Carta Magna. Na Constituição, promete-nos uma seguridade social sueca com recursos moçambicanos.”

    A razão estava com Roberto Campos. A estas alturas já é ampla a percepção de que a Constituição de Cidadã arrombou a torneira do gasto público e contém travas e amarras que dificultam nosso desenvolvimento social e econômico. São conceitos e preceitos que impedem o cumprimento da lei e a defesa da ordem pública, cristalizam os corporativismos, favorecem a criminalidade em geral e a corrupção em particular, oneram a produção e elevam a carga tributária. Talvez nada represente melhor o camelo identificado na analogia de Roberto Campos do que a infeliz arquitetura institucional desenhada na Constituição de 1988.

    O que fazer, se a Carta é um problema? Jogar fora e escrever outra? Quem pode assegurar que a nova não incorrerá em erros maiores, ainda que através de uma constituinte exclusiva? Se levarmos em conta o que se ensina e o que pauta o pensamento político no meio acadêmico brasileiro, são elevadíssimas as possibilidades de que isso ocorra. Tal constatação levou o general Mourão, movido a boa intenção, a sugerir nova carta, a ser redigida por um grupo de notáveis para posterior submissão a referendo popular. A ideia não soa bem sob os pontos de vista político e formal.

    “Notáveis” sem mandato, ainda que não sejam escolhidos a dedo, mas por instituições, logo teriam sua legitimidade questionada. Vem daí o referendo mencionado por Mourão. No entanto, o país regrediu. O próprio conceito de “notável” já nos proporcionou, entre outros, Tóffoli, Lewandowski, Fachin e Rosa Weber. E é altamente provável que, quanto mais virtudes viesse a ter o produto dessa comissão, maior a viabilidade de sua rejeição. Para ser boa, a Carta contrariaria interesses, e a soma dos interesses contrariados a conduziria a esse desfecho.

    Por isso, sou favorável a sucessivas retificações parciais do texto atual. Embora laborioso e demorado, esse procedimento será mais seguro e reduzirá o risco de que a emenda piore o soneto. Obviamente, a primeira e mais urgente mudança é a do modelo institucional. Entre outros ganhos, isso evitará que a cada quatro anos nos defrontemos com as insanidades do tempo presente.

  • ANDREA BOCELLI

    Os clientes dos cartões Zaffari Card e Bourbon Card contam agora com desconto de 50% na compra de ingressos para o show do tenor italiano Andrea Bocelli, que se apresenta na Capital, neste domingo (23/09), às 20h. O benefício é válido para entradas para os setores Rubi, Esmeralda e Diamante, conforme o mapa disponível no Estádio Beira-Rio, onde o espetáculo acontece. Os ingressos com o desconto podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro do Bourbon Country ou pelo site Uhuu.com para clientes ativos. O cartão Zaffari Card ou Bourbon Card utilizado para a obtenção do desconto deverá ser apresentado na entrada do evento. 

  • MUTIRÃO

    Cerca de 300 mil pessoas por ano sofrem infartos no Brasil (30% dos casos o ataque cardíaco é fatal). Ciente disso, o Hospital Divina Providência (HDP) realiza um mutirão de serviços e atividades voltadas à conscientização e prevenção destas doenças. Em referência ao Dia Mundial do Coração (29 de setembro), a ação de atendimentos gratuitos ocorre neste sábado, 22 de setembro, das 9h às 14h, no Parque Marinha do Brasil (voltado para a Av. Borges de Medeiros, próximo ao Praia de Belas Shopping).

FRASE DO DIA

Os esquerdistas, contumazes idólatras do fracasso, recusam-se a admitir que as riquezas são criadas pela diligência dos indivíduos e não pela clarividência do Estado.

Roberto Campos