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TEXTO PRA LÁ DE LAMENTÁVEL

ANO XIV - Nº 007/14 -

A VER NAVIOS

Li, na Folha de São Paulo de 9/02, o texto - A VER NAVIOS - escrito pelo -doutor em economia- e presidente do Insper, Marcos Lisboa, no qual o autor, certamente tomado por um sentimento com tons de ódio misturado com inveja, lança flechas com pontas venenosas contra o ministro Paulo Guedes e sua equipe.

SOFRÍVEL

Ora, para um -doutor em economia- e ainda por cima presidente de uma -instituição de ensino superior que atua nas áreas de negócios, economia, direito, engenharia mecânica, engenharia mecatrônica e engenharia da computação- (Insper), só o fato de dizer: - após a aprovação da REFORMA DA PREVIDÊNCIA o propalado aumento do investimento estrangeiro não deu o ar da sua graça-, isto é simplesmente sofrível. Algo, aliás, que só aqueles que não têm mínima formação seriam capazes de afirmar. 

DISSE MAIS...

Disse mais o -doutor em economia-: - Para frustração da direita, a política econômica, até agora, apenas reduziu a taxa de crescimento da despesa do governo, porém foi insuficiente para zerar o déficit primário, como prometeram alguns em momentos de euforia.

Mais ainda: - A austeridade não é um dogma dos economistas liberais. A expansão do gasto público pode auxiliar a economia, mas não quando o crescimento da dívida ameaça sair de controle.

Ao concluir, Lisboa afirma: - Enquanto isso, o Brasil continua a afastar os investidores em razão da incerteza sobre a política para o meio ambiente, das frequentes alterações nas normas tributárias, das fragilidades do marco regulatório e da insegurança jurídica, incluindo um Supremo que parece não saber bem o seu papel em uma democracia. Pelo andar da carruagem, a AGENDA LIBERAL está a VER NAVIOS no Brasil.

SISTEMA DE CAPITALIZAÇÃO

Ora, até os INICIANTES sabem, perfeitamente, que a PEC da REFORMA DA PREVIDÊNCIA que resultou aprovada na Câmara e no Senado é muito distinta da proposta elaborada pela equipe econômica do ministro Paulo Guedes. Ali, vale lembrar, o governo defendia a criação de um necessário -SISTEMA DE CAPITALIZAÇÃO-, que proporcionaria uma fantástica formação de capital - de longo prazo- capaz de promover um sustentado crescimento do PIB brasileiro. 

MUTILAÇÕES SEVERAS

Pois, além de desconsiderada a possibilidade de substituição gradual do falido SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO pelo saudável SISTEMA DE CAPITALIZAÇÃO, a PEC da REFORMA DA PREVIDÊNCIA foi alvo de severas e trágicas MUTILAÇÕES, coisa que impõe, num prazo de 10 anos, aproximadamente, a discussão de uma nova REFORMA PREVIDENCIÁRIA. 

TRAGÉDIA

Lisboa, além de deixar intactos o Poder Legislativo e o Poder Judiciário, também não considerou, minimamente, o tamanho da TRAGÉDIA deixada pelos governos SOCIALISTAS, com agravamento acima de todas as expectativas dos governos Lula e Dilma Petistas. E também, o que me deixa ainda mais pasmo, que o -doutor em economia- parece desconhecer que a Constituição -nada cidadã- não permite, em hipótese alguma, o corte de DESPESAS DE PESSOAL. 

Marcos Lisboa, pela sua formação, deveria saber que a VONTADE DO GOVERNO depende não apenas da VONTADE DO CONGRESSO e da VONTADE DO STF. Este, por sinal, dá mostras diárias e inequívocas do quanto é petista/socialista.  

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MARKET PLACE

  • TEXTO DO J. R. GUZZO

    A propósito, eis o texto do jornalista J. R. Guzzo, ESQUERDA QUER -DESTRUIR- O GOVERNO. ISSO É IRRESPONSÁVEL E ANTIDEMOCRÁTICO, publicado na Gazeta do Povo: 

    Um deputado de um dos partidos de oposição acaba de fazer uma declaração de guerra à democracia no Brasil – aberta, direta e em público. Nem adianta tomar o tempo do leitor dizendo quem é o deputado e qual é o partido; hoje, no Brasil, a maioria dos políticos do arco PT-PSOL-PCdoB e seus clones são uma pasta só, e o que um deles diz ou faz poderia ser dito ou feito por qualquer outro, de modo que tornou-se inútil o esforço para tentar achar diferenças entre eles.

    O deputado em questão, na festa dos 40 anos de fundação do PT, afirmou que é preciso “destruir” o atual governo brasileiro. Para não deixar possíveis dúvidas, esclareceu que não basta mais apenas “resistir”, ou “fazer oposição” – é preciso “destruir”, repetiu ele.

    Que diabo quer dizer uma coisa dessas? O que, precisamente, o homem está querendo que se faça? “Destruir”, como ele recomenda, significa o que, na prática? Se trabalhar legalmente contra o governo, exercendo as funções de oposição previstas em lei, não é suficiente, o que, então, ele sugere que os opositores de Jair Bolsonaro comecem a fazer?

    Destruir, segundo está no dicionário, significa destruir – ou seja, não é nenhuma dessas palavras com meia dúzia de sentidos diferentes. Então: qual é a proposta concreta de mais esse líder da nossa esquerda? Nenhum jornalista vai fazer essas perguntas a ele, é claro, porque fazer essas perguntas seria um comportamento “fascista”. Mas mesmo que aparecesse alguém para lhe perguntar, o deputado ia correr para se esconder debaixo de alguma mesa. Iria dizer que disse, mas não disse o que acham que ele teria dito, e que estamos sob uma ditadura, e que os militares governam o Brasil, e que as prisões estão cheias de opositores – enfim, iria despejar uma mentirada em cima do interlocutor para fugir à responsabilidade de responder pelo que disse.

    O Brasil tem um governo legal, eleito em 2018 por 58 milhões de brasileiros, a maioria absoluta do eleitorado que foi votar, em eleições absolutamente livres e cuja apuração não foi contestada em nenhum momento. O presidente Bolsonaro não contou na campanha com nenhuma ajuda do governo – nem um único centavo. Teve menos de 1 minuto de tempo diário no programa eleitoral na televisão e rádio. Não teve jatinhos, nem as verbas de partidos, nem o apoio de milionários, banqueiros, empreiteiras de obras, grandes empresas brasileiras ou multinacionais. Um ex-militante do PSOL tentou assassiná-lo com uma facada no estômago no final da campanha. Bolsonaro foi eleito, simplesmente, porque teve mais votos que o seu oponente. Foi eleito porque essa foi a decisão do povo brasileiro.

    Ir contra isso tudo – “é preciso destruir esse governo” – é ir contra o resultado das eleições. É ir contra a democracia, diretamente. É admitir, em público, o problema insolúvel da esquerda brasileira, ou de qualquer outro país: o grande problema da democracia são as eleições, porque numa eleição o outro lado pode ganhar. Para a esquerda, só vale quando ela ganha; quando perde é uma “farsa” que tem de ser “destruída”.

    Não há nenhuma justificativa possível para palavras como essa. Elas apenas mostram que a esquerda é abertamente a favor da ditadura no Brasil – a sua ditadura."

     

  • 14ª FENAVINDIMA

    Vem, vem, vem pra Fenavindima!

    Desde 1967, Flores da Cunha, localizada na Serra Gaúcha, festeja a nova safra com uma grande comemoração.
    A Festa Nacional da Vindima, que ocorre de 14 de fevereiro a 1º de março de 2020, no Parque da Vindima Eloy Kunz, enaltece a gastronomia, as histórias, os costumes e a alegria de seu povo.
    O evento acontece nas sexta, sábados e domingos e visa celebrar a colheita da uva com vinhos, sucos e espumantes, desfiles de carros alegóricos, atrações musicais, gastronomia típica e feira comercial.
    .A Festa proporciona ao visitante vivenciar aspectos da cultura italiana e a hospitalidade do povo de Flores da Cunha.
    Uva, vinhos e tradição esperam por você!

    Data: 14 de fevereiro a 1º de março de 2020 - Sextas, sábados e domingo
    Local: Parque da Vindima Eloy Kunz - Flores da Cunha/RS – Serra Gaúcha
    Programação: @fenavindima | www.fenavindima.com.br
    Entrada: R$ 10,00 por pessoa/dia (meia-entrada: crianças de 5 a 12 anos, estudantes e idosos – mediante comprovante)
    Vendas: No local ou Online através do site www.blueticket.com.br
    Informações Sec. Turismo: (54) 3279.3600 – Ramal: 216

FRASE DO DIA

O discernimento consiste em saber até onde se pode ir.

Jean Cocteau