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SEMANA DECISIVA

ANO XIV - Nº 007/14 -

DESEMBARQUE

Esta semana promete ser emocionante. Mais: até certo ponto pode ser considerada como decisiva. Afinal, amanhã, terça-feira, o PMDB deve anunciar, segundo espera a maioria do povo brasileiro, o desembarque. Mal comparando é algo como o dia D, quando os aliados fizeram o desembarque na Normandia.

TERMÔMETRO

A esperada decisão que o PMDB deve tomar vai funcionar como um termômetro para tirar a temperatura do povo brasileiro, que já tomou a sua decisão (acertada), qual seja a de se ver livre o quanto antes do PT, de Lula e da presidente Dilma-Mentirosa-Rousseff. 

REDENÇÃO BRASILEIRA

Além da importante decisão que o PMDB tomará amanhã, até o final desta semana deverá ser concluído o número de sessões (10) para que a Comissão do Impeachment analise o pedido aceito anteriormente pela Câmara dos Deputados. Como os trabalhos estão sendo conduzidos em ritmo acelerado, o mês de abril tem tudo para ser o mês da Redenção Brasileira.

PRESSÃO NAS RUAS

Ainda que a vitória (impeachment da Dilma) não esteja garantida, o fato é que a pressão popular, desde o dia 13, tem sido intensa. Muita gente, inclusive, tem permanecido nas ruas, acampada, exigindo dos políticos uma atitude séria, de acordo com a manifestação da vontade popular.

INTERVENÇÃO GOVERNAMENTAL

Se a fantástica roubalheira petista foi a gota d'água para levar o povo às ruas, a destruição da economia promovida pelo governo tornou completa a indignação. Ainda assim, no  meu entendimento, falta a percepção de que a economia vive momentos de extrema agonia porque é vítima da intervenção governamental, que leva qualquer crise política a se transformar em crise econômica.

ALERTA

O que nos resta, portanto, é entrar a semana cheios de determinação, que por certo nos levará a ser bem mais confiantes. Vale, no entanto, um alerta: as decisões que esperamos obter nesta semana a nosso favor não podem, nem devem, servir como fator de acomodação. É sempre bom lembrar que o tipo de gente que estamos lidando não é de se entregar. 

À VITÓRIA!

Se até agora o povo nas ruas foi mais do decisivo, daqui para frente será ainda mais. Vamos, portanto, sem trégua, em busca de um país melhor. Sei que muito precisa ser feito para tanto, mas a primeira tarefa é tirar o PT do governo. Afinal, nada é pior do que o PT.

À VITÓRIA, GENTE!

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MARKET PLACE

  • FOCUS

    A semana começa com a seguinte projeção, segundo informa o Boletim Focus de hoje:
    1- A projeção para a taxa de crescimento do PIB recuou para -3,66% em 2016 (de -3,60% na semana anterior) e para 0,35% em 2017 (de 0,44%).
    2- A estimativa para a taxa Selic permaneceu em 14,25% ao final de 2016 e em 12,50% ao final de 2017.
    3- O índice de confiança da construção, elaborado pela FGV, apresentou pequena alta de 0,2 ponto em março, alcançando 66,8 pontos. O resultado sucedeu três recuos seguidos, que haviam levado o índice ao nível mínimo histórico em fevereiro.
     

  • PÁSCOA

    Um feriadão de muitas comemorações em família e de pouco chocolate. Assim pode ser sintetizado o período de Páscoa segundo a percepção dos supermercadistas consultados pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). Segundo a apuração da entidade, a comercialização de ovos de chocolate caiu 14% em relação à Páscoa de 2015, em volume físico, confirmando as expectativas que apontavam um consumidor mais retraído para a data neste ano.
    Informados de que nos últimos dias os supermercados realizariam promoções especiais de ovos de Páscoa, 40% consumidores deixaram as compras para a última hora. "Nestes três últimos dias, houve descontos de cerca de 20%, mas algumas lojas conseguiram fazer promoções do tipo compre um e leve dois em determinadas marcas. Quem quis garantir seu ovo favorito antecipou as compras", sublinha o presidente da Agas. Este comportamento de antecipação na compra de chocolates ficou mais evidente entre os gaúchos que adquiriram os chamados "ovos premium": de acordo com Longo, as vendas deste tipo de ovo de Páscoa com maior valor agregado mantiveram-se estáveis em relação a 2015, e representaram cerca de 13% do total de ovos comercializados. Em média, os preços dos ovos de chocolate estiveram 15% superiores na comparação com a Páscoa passada.
     

  • DÍVIDA

    A Dívida Pública Federal (DPF) registrou uma alta, em termos nominais, de 2,53% na passagem de janeiro para fevereiro somando R$ 2,819 trilhões. Pelas metas estabelecidas no Plano Anual de Financiamento (PAF), o endividamento deve oscilar entre R$ 3,1 trilhões e R$ 3,3 trilhões em 2016. (Valor)

     

  • PORTAS FECHADAS

    Só no Estado de São Paulo, 4.451 indústrias de transformação fecharam as portas no ano passado, número 24% superior ao de 2014, quando 3.584 fabricantes deixaram de operar, segundo a Junta Comercial.

    O quadro se estende por todo o país, formando um cemitério de fábricas de variados setores, muitas delas fechadas definitivamente, algumas em busca de alternativas para voltar a operar e outras à espera de compradores.

    Muitos trabalhadores demitidos não receberam salários e rescisões. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre novembro e janeiro, a indústria brasileira fechou 1,131 milhão de vagas, número recorde para um trimestre.

    "As fábricas fechadas e os empregos perdidos viraram pó; não há como reverter esse quadro nos próximos anos", diz Fabio Silveira, diretor de pesquisas econômicas da consultoria GO Associados.
     

     

FRASE DO DIA

Quando eu deixar a Presidência vou continuar morando no mesmo apartamento, na mesma distância do sindicato que me projetou na política [chorando] o que vai mais me dar orgulho é que vou poder acordar de manhã e olhar para qualquer trabalhador e dizer para ele bom dia, companheiro.

Luiz Inácio Lula da Silva