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SEMANA ALVISSAREIRA

ANO XIV - Nº 007/14 -

HIMALAIA

Antes de tudo é preciso reconhecer que esta primeira semana de junho está terminando de forma muito alvissareira. Ainda que a montanha de problemas que precisam ser enfrentados superam, tanto em altura quanto em extensão, a Cordilheira do Himalaia, há que se reconhecer que a esperança voltou a dar o ar de sua graça.

ESPECULAÇÃO POSITIVA

Começando pela REFORMA DA PREVIDÊNCIA, depois de tantas idas e vindas o pessimismo que reinava à solta até o final de maio já dá lugar a uma perspectiva bem mais robusta de que, enfim, a PEC venha a ser aprovada.

Ainda que tudo não passe de uma ESPECULAÇÃO POSITIVA, o fato é que a probabilidade da REFORMA ser aprovada já parece próxima. 

VELÓRIO

Desta vez, em que pese os obstáculos que TODOS os deputados socialistas-comunistas, amantes inveterados do CAOS, seguem colocando no árduo caminho, a maioria dos deputados, senadores, governadores, prefeitos, etc., já se deram conta de que basta não aprovar a REFORMA DA PREVIDÊNCIA para dar início ao VELÓRIO DO BRASIL.  

AUTÓPSIA

Àqueles que ainda teimam em não entender que a REFORMA DA PREVIDÊNCIA é a mãe de todas as reformas, e que outras mais só podem ser atacadas após a sua aprovação, é preciso deixar claro o seguinte: caso a REFORMA DA PREVIDÊNCIA seja rejeitada (nem pensar), de nada adianta aprovar qualquer outra. Afinal, em CADÁVERES não há o que fazer além da AUTÓPSIA.

88 ESTATAIS SUBSIDIÁRIAS NÃO EXIGEM APROVAÇÃO

Voltando ao aspecto alvissareiro, ontem, o plenário do STF derrubou, ainda que em parte, a decisão liminar -provisória- do péssimo ministro Ricardo Lewandowski, que impedia a venda de estatais sem o aval do Poder Legislativo. Como o STF decidiu que só a venda das empresas-mãe exigem autorização do Legislativo,  isto significa que das 134 estatais federais, 88, por serem subsidiárias, estão livres da encrenca.

MARCO REGULATÓRIO

Se levarmos em conta que boas decisões são muito raras no nosso empobrecido Brasil, ontem o senadores contribuíram de forma muito positiva, aprovando o projeto que define o NOVO MARCO REGULATÓRIO do SANEAMENTO BÁSICO do País. Tal decisão é importantíssima porque facilita sobremaneira a exploração, por parte da iniciativa privada, do saneamento.  Ufa!

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MARKET PLACE

  • ATRASADOS

    Ontem, 25 governadores divulgaram uma CARTA DE APOIO à manutenção de servidores de estados, Distrito Federal e municípios na proposta de reforma da Previdência Social. Os 2 únicos governadores que não assinam a carta são RUI COSTA , do PT da Bahia, e FLAVIO DINO, do PCdoB do Maranhão. 

    Depois de ver quais os partidos dos atrasados dissidentes, não há o que comentar, não é mesmo?

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o texto do pensador Percival Puggina - POR QUE BOLSONARO INCOMODA TANTA GENTE?

    Quando leio críticas ao governo por ainda não haver formado sua base de apoio no Congresso Nacional, fico pensando se haverá alguém em Brasília que não saiba como isso vinha sendo feito e qual o preço transferido à sociedade, pagadora que é de todas as contas.

    Nosso sistema eleitoral combina eleição proporcional de parlamentares com eleição majoritária de governantes. A eleição proporcional estimula a criação de mais partidos e todo ano, de fato, aparecem alguns, novinhos em folha. Surgem do nada e por nada. Na maior parte dos casos, sem programa nem doutrina; quando muito uma ou outra vaga ideia porque mais do que isso atrapalha no jogo do poder. Ao mesmo tempo, a má fama produz, entre as velhas legendas, sucessivas trocas de nomes, numa quase lavanderia de razões sociais, apagando rastros e traços.

    Salvo raras exceções, nossos partidos, pouco ou nada significativos, são desconhecidos da sociedade. Há no Congresso Nacional uma abundância de minorias.

    O Presidente, por sua vez, se elege com metade mais um dos votos populares válidos, mas precisa conseguir 3/5 dos parlamentares nas duas casas do Congresso para poder governar porque só fará o que o Legislativo permitir. Deve buscar essa maioria dentro do corpo fluido, atomizado, difuso e confuso, que são as bancadas partidárias.

    Em poucas e suficientes palavras: é um sistema político que quer ser democrático, mas é apenas burro, irracional, estabanado, desastroso, como bem demonstram seus resultados. Pergunta-se, então: como se constrói maioria num sistema em que dezenas de siglas permanentemente se acomodam e reacomodam? Se não
    for a adesão ao programa vitorioso na eleição presidencial, o que será? Se não forem as evidentes urgências nacionais, o que será?

    Há várias décadas, os presidentes têm usado o aparelho de Estado para atrair partidos à sua base, mantendo-lhes o metabolismo que processa, ingere e digere recursos públicos. O resultado mediu-se em corrupção, delações premiadas, fortunas acumuladas no Exterior, democracia fraudada e cadeia para muitos. O combate a esse mecanismo esteve entre as quatro turbinas propulsoras das vitórias eleitorais de 2018: combate à corrupção,
    desenvolvimento econômico, segurança pública e retomada dos valores tradicionais. E o Presidente, na percepção de muitos, comete dois erros imperdoáveis: não abre mão dessas plataformas e frustra as expectativas
    dos que - urbi et orbi - anunciavam seu governo como uma Caixa de Pandora, repleta de perversidades.

    Também por isso insisto na necessidade de uma reforma política que enfrente esse desajuste estrutural das nossas instituições. Se separasse governo, Estado e administração, uma boa reforma eliminaria a apropriação
    partidária do Estado e da administração pelo governo (a economia para a nação seria imensa e o país despencaria no ranking da corrupção). Se adotasse voto majoritário para os parlamentos, com eleição distrital, por exemplo, o número de partidos passaria a ser contado nos dedos da mão, com ganho de operacionalidade para o sistema político, maiorias mais facilmente componíveis e enorme redução dos custos financeiros da
    democracia.

    No modelo que se tornou vigente no Brasil, a mais numerosa força oposicionista vem daqueles que não conseguem viver sem abocanhar uma fatia do Estado.

  • DIA DOS NAMORADOS

    O Bourbon Shopping vai celebrar este Dia dos Namorados com uma nova edição da festa Lovers ‘n’ Singles que, desta vez, irá transportar seus clientes para Veneza. 
    Serão duas noites de festa, nos dias 13 e 14 de junho, das 18h às 00h, realizadas no quarto andar do Bourbon Shopping Wallig. O local irá oferecer diferentes atrações, como um palco com música eletrônica e outro com vários estilos musicais de artistas e bandas da nova geração. O espaço terá produção de cabelo, maquiagens temáticas, cartomante e lounge para realização de casamentos no estilo veneziano. Quem quiser, ainda poderá receber uma massagem relaxante, sair da festa com uma tatuagem de henna entre outras experiências.

    Entre os dias 03 e 14 de junho, os clientes do Bourbon Shopping devem trocar R$ 400,00 em notas fiscais por um ingresso para uma das noites da festa. As notas fiscais podem ser trocadas no mall de cada shopping, e cada cliente tem o limite de dois ingressos por CPF. Participam da ação os shoppings Bourbon Assis Brasil, Country, Ipiranga, Wallig, Novo Hamburgo e São Leopoldo e San Pellegrino. A classificação etária do evento é de 18 anos. 

    O regulamento completo pode ser conferido no site www.bourbonshopping.com.br. 

FRASE DO DIA

Num reino, a multiplicidade de proibições gera a pobreza do povo.

Lao Tse