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RISCO X AVENTURA

ANO XIV - Nº 007/14 -

MESMA TECLA

Ao longo de 2017, como pode ser constatado através de -ARTIGOS ANTERIORES- destinei a maioria dos meus editoriais chamando atenção para a necessidade da  REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Pois, com a mesma determinação volto a bater na mesma e cansada tecla neste início de 2018.

FRACASSO

Volto, portanto, a afirmar, de forma ainda mais insistente, que entre outras REFORMAS também muito necessárias e urgentes, a da PREVIDÊNCIA é aquela que pode garantir um crescimento econômico para além de 2018. Acreditem: sem esta inadiável REFORMA,  os brasileiros estarão garantindo, desde já, a passagem com destino ao FRACASSO.  

ARRISCADO BRASIL

Se por muito tempo fiquei gritando sozinho, a partir desta semana comecei a ver muita gente dando sinais de que, finalmente, acordou para esta dura e inegável realidade. Pois, mesmo lamentando o atraso quanto ao convencimento do óbvio, espero que esta gritaria mais generalizada contribua para o bem do nosso arriscado Brasil.

REGRA DE OURO

Observem, caros leitores, que a pretendida flexibilização da tal -REGRA DE OURO-, que está sendo discutida, identifica claramente a enorme dificuldade que o governo tem para DIMINUIR O ROMBO FISCAL (atenção: não se trata de acabar com o câncer).

 

ORÇAMENTO GERAL 2019

De novo: caso as DESPESAS continuem crescendo (principalmente a conta da PREVIDÊNCIA), como se prevê, o ORÇAMENTO GERAL DE 2019 (OGU), que será votado no final deste ano, vai, inevitavelmente, apresentar um ROMBO FISCAL na ordem de R$ 150/200 bilhões. Que tal?

RISCO X AVENTURA

Mais: como estamos em ANO DE ELEIÇÕES, aproveito para repassar o que disse o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, em entrevista concedida ao jornal O Globo.  Maia foi muito feliz quando disse: Uma coisa é risco e outra coisa é aventura. Eu não tenho problema de correr risco, mas não estou disposto a participar de uma aventura. Tomara que os eleitores brasileiros entendam o que disse Rodrigo Maia: quem gosta de aventuras são os POPULISTAS.

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MARKET PLACE

  • BOM EXEMPLO!

    A promessa de campanha de não gastar mais do que R$ 2 mil com a cota básica mensal, além de priorizar a transparência nas ações do mandato, foi cumprida pelo pensador (Pensar+) e vereador  Felipe Camozzato (do partido NOVO): Camozzato encerrou 2017 como o mais econômico da Câmara de Porto Alegre. O parlamentar utilizou em média R$ 620,83 por mês com a cota básica e conta com apenas cinco assessores, quando poderia ter até nove. Com isso deixou de gastar R$ 372 mil do valor disponível para seu gabinete.

    “Como cidadão, sempre desejei saber de fato o que os políticos estão fazendo com os recursos públicos. Por isso, tenho isto como norte: deixar a par todos os que desejam saber do que acontece no mandato. Assim, as pessoas podem cobrar de perto a confiança que depositaram em mim, além de apresentar as suas próprias ideias para a Capital”, afirma o vereador, que produziu um material com a prestação de contas do seu primeiro ano de trabalho custeada com seu próprio salário, sem utilização da verba de gabinete. Os leitores e eleitores podem conferir tudo no site (felipecamozzato.com.br).

     

  • ESPAÇO CRIPTOMOEDAS (MOEDAS DIGITAIS) - 2

    Dando continuidade ao esclarecimento sobre -CRIPTOMOEDAS (MOEDAS DIGITAIS), eis o Capítulo 2:

    COMO É DEFINIDO O PREÇO?

    Como explicamos anteriormente, o Bitcoin é deflacionário e por isso, tende a ganhar valor com o tempo conforme a demanda.
    Mas não é isso que define o valor do Bitcoin. Diferentemente das moedas governamentais que são de curso forçado e aceitas por força de lei, o Bitcoin é descentralizado e obedece somente às leis de mercado, respeitando a vontade dos usuários.
    Ou seja, o preço é baseado na oferta e demanda.
    Considerando que o protocolo garante a emissão de somente 12,5 novos bitcoins a cada 10 minutos, que esse valor cai pela metade a cada 4 anos e que a sua curva de demanda está apenas no início, temos a explicação da alta valorização do último ano.
    É importante ter em mente que o Bitcoin e as outras criptomoedas são produtos de uma tecnologia altamente disruptiva. No Bitcoin o nome é Blockchain, mas a tecnologia chama-se DLT (Distributed Ledger Technology ou Tecnologia de Registro Distribuído). Vamos abordar esse tema específico posteriormente, mas pense que essa tecnologia muda completamente a maneira como registramos e utilizamos as informações e que o registro é a base para uma sociedade organizada, desde os homens das cavernas.

    QUAL A UTILIDADE? 

    Agora que você entendeu o básico, deve estar se perguntando: pra que serve o isso? Onde vou conseguir usar?
    Em uma busca na internet, você verá que já existem muitos usos para o Bitcoin e para as criptomoedas. No Brasil e no Mundo, você já pode usá-las para pagar em cafeterias, restaurantes, advogados e outros tantos serviços e produtos. Existem mapas que permitem filtrar os locais que já as aceitam como meio de pagamento e a cada dia, novos locais passam a aceitar. Recentemente o Clube Real Madrid e a marca de roupas Reserva anunciaram que passarão a aceitar criptomoedas como forma de pagamento.
    Podem também ser utilizadas para remessas de valor de forma mais rápida, transparente e segura. Considerando que em alguns minutos, você consegue enviar qualquer valor em criptomoedas para qualquer indivíduo ao redor do mundo, independente de bancos, órgãos reguladores ou instituições financeiras. Nesse caso, você deverá seguir a legislação vigente de cada país sobre remessas internacionais de valor.
    Por estar no início de sua adoção, a tecnologia DLT ainda apresenta poucas soluções já em funcionamento. Imagine-se em 1996 no início da internet, onde as empresas e as soluções eram criadas. Pois nos encontramos no mesmo momento, na criação das novas aplicações para a “nova internet”. 

  • INFLAÇÃO OFICIAL 2017

    O Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no varejo brasileiro, ganhou força e subiu 0,44% em dezembro, acelerando-se em relação à alta de 0,28% registrada em novembro, informou o IBGE. O resultado mensal ficou acima da mediana projetada, de 0,30%, conforme o Termômetro CMA.

    Com isso, o IPCA encerrou 2017 acumulando alta de 2,95%. O resultado no ano passado ficou abaixo
    do limite inferior (3%) da meta de inflação de 4,5%, estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que permite oscilação de até 1,5 ponto percentual (pp) para baixo ou para cima. Segundo o IBGE, trata-se da menor alta acumulada em um ano desde 1998, quando o IPCA subiu 1,65%.

  • RELATÓRIO DO BANCO MUNDIAL

    A economia mundial registrou bom desempenho em 2017 e tem condições favoráveis para manter este ritmo de expansão em 2018, destaca o Banco Mundial no relatório Perspectivas Econômicas Globais, divulgado nesta manhã.  Contudo, a instituição adverte que este ciclo positivo pode ser apenas de curto prazo, se os países não adotarem medidas para expandirem o crescimento potencial, especialmente com o incremento de investimentos e da produtividade.

    O Banco Mundial elevou sua previsão de alta do PIB do planeta do ano passado de 2,7%, realizada em junho, para 3%. Em relação a 2018, a projeção subiu de 2,9% para 3,1%. Para 2019, ocorreu leve aumento de 2,9% para 3,0%. Para 2020, a previsão é de expansão de 2,9%.

    EUA

    Segundo o documento, a estimativa para o PIB dos EUA em 2017 subiu de 2,1% para 2,3%. A projeção avançou de 2,2% para 2,5% em 2018 e de 1,9% para 2,2% em 2019. Para 2020, a previsão é de alta de 2,0% do crescimento americano.

    CHINA

    No caso da China, a maior revisão realizada pelo Banco Mundial ocorreu em relação ao PIB de 2017, que passou de 6,5% para 6,8%. A estimativa subiu de 6,3% para 6,4% em 2018 e ficou estável em 6,3% para 2019. Quanto a 2020, a projeção é de uma alta de 6,2%.

    ZONA DO EURO

    Em relação à zona do euro, a instituição multilateral fez as revisões de alta mais expressivas em relação às principais economias do mundo. A projeção para 2017 aumentou de 1,7% para 2,4% e para 2018 subiu de 1,5% para 2,1%. Em relação a 2019, o aumento da estimativa foi um pouco mais modesto, de 1,5% para 1,7% e para 2020 a previsão é de incremento de 1,5%.

    JAPÃO

    Para o Japão, o Banco Mundial também elevou suas projeções de crescimento de 2017, de 1,5% para 1,7%, e para 2018, de 1,0% para 1,3%. Para 2019, a estimativa subiu 0,2 ponto porcentual e aumentou de 0,6% para 0,8%. Em relação a 2020, a previsão é de uma expansão de 0,5%.

    EMERGENTES

    Segundo as projeções, o crescimento nos mercados emergentes e nas economias em desenvolvimento deverá se fortalecer chegando a 4,5% em 2018, à medida que os exportadores de produtos básicos continuarem a se recuperar."

     

FRASE DO DIA

Não tentes ser bem sucedido, tenta antes ser um homem de valor.

Albert Einstein