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RESOLVENDO O DILEMA

ANO XIV - Nº 007/14 -

OTIMISMO/PESSIMISMO

Volta meia, por provocação de alguns leitores, me sinto pressionado a voltar ao interminável assunto que trata dos sentimentos de Otimismo e/ou Pessimismo, os quais nunca deixam de mexer e remexer com a cabeça de praticamente todos os indivíduos que vivem no nosso planeta.

REALISMO

Alguns leitores, para ficar em cima do muro, insistem em se declarar como REALISTAS. Como se o contato com a realidade fosse suficiente para deixar de estabelecer qualquer relação com as expectativas futuras.

DÚVIDA

Pois, depois de analisar cuidadosamente praticamente todas as mensagens dos leitores do Ponto Critico, cheguei à uma conclusão sobre esse tal REALISMO, que, espero, possa contribuir com aqueles que estão em dúvida sobre como se posicionar diante da situação do nosso pobre país:

OS REAIS OTIMISTAS E PESSIMISTAS

1- Hoje, os verdadeiros e maiores OTIMISTAS são aqueles que seguem e apoiam o SOCIALISMO. Ou seja, todos simpatizantes e seguidores da ideologia defendida pelo PT, PSTU e PSOL; e, 2- Os maiores, senão únicos PESSIMISTAS são, basicamente, os defensores do cada vez mais distante LIBERALISMO (o qual, a rigor, nunca chegou a existir no Brasil).

ECONOMIA EM COMA

A esta altura do governo Lula/Dilma imagino, por exemplo, que até os mais desavisados já concluíram que com este modelo socialista a economia do país jamais vai conseguir crescer. Nenhum liberal, portanto, em algum momento viu este governo com um olhar de OTIMISMO.

VENEZUELA

Entretanto, mesmo diante do caos que vive a Venezuela, os petistas e demais seguidores do social-comunismo não admitem que a situação econômica daquele país é calamitosa. Continuam OTIMISTAS quanto ao caos, portanto. Ontem, por exemplo, quando perguntada sobre as manifestações dos venezuelanos contra o governo, a presidente Dilma declarou que é preciso reconhecer que o governo Chavez/Maduro proporcionou enorme avanço na educação e na saúde. Pode?

CAOS E ORDEM

Mesmo sem entrar em todas as áreas onde o governo deveria estar presente, com soluções adequadas ao tamanho do peso dos impostos que a sociedade paga, é possível reconhecer que para quem adora o caos, o OTIMISMO é real e promissor. Já para quem gosta da ordem e do desenvolvimento, não há como se afastar do PESSIMISMO.

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MARKET PLACE

  • CONSTRUÇÃO
    O índice de confiança da construção, medido pela FGV, recuou 3,1% no trimestre terminado em fevereiro ante igual período do ano anterior. Já o Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M) ficou em 0,44% em fevereiro, mostrando desaceleração ante a alta de 0,70% registrada em janeiro.
  • TRANSPARÊNCIA
    Ontem, o senador Álvaro Dias (PSDB/PR) entregou ao presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, um mandado de segurança contra a presidente Dilma Roussef; o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges Lemos; e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, por -ato atentatório à moralidade e transparência pública- em relação a não divulgação dos empréstimos secretos do BNDES a países como Cuba e Angola. O mandado, que pede a intimação da União e a notificação das autoridades, tem o propósito de resguardar o direito do senador ? assim como o de qualquer cidadão - de ter acesso aos empréstimos feitos com recursos públicos.
  • SENADORES DO RS
    Enquanto isso, os senadores do RS nada dizem a respeito. Aliás, não dizem coisa alguma sobre a situação do RS, seu próprio Estado, que é um dos piores no país. Pode?
  • MST
    A Caixa Econômica Federal e o BNDES fecharam contratos sem licitação de R$ 200 mil e R$ 350 mil, respectivamente, com entidade ligada ao Movimento dos Sem Terra para evento realizado no 6.º Congresso Nacional do MST. O evento, há duas semanas, terminou em conflito com a Polícia Militar na Praça dos Três Poderes que deixou 30 policiais feridos. Houve, ainda, uma tentativa de invasão do Supremo Tribunal Federal. Que tal? Ainda é possível ser otimista?

FRASE DO DIA

Apesar de intransigentemente privatista, advogaria a estatização da pena de morte, que é hoje indústria rentável Alagoas e na Baixada Fluminense (hoje em todo o país).

Roberto Campos