Artigos Anteriores

REFLEXO DO ÓDIO PELOS NÚMEROS

ANO XIV - Nº 007/14 -

ÓDIO PELA MATEMÁTICA

Mais do que comprovado, nove entre dez brasileiros detestam a matemática. Aliás, para infelicidade geral da Nação brasileira, nem mesmo a simples aritmética, que estuda as operações numéricas, como soma, subtração, multiplicação e divisão, chega a despertar algum tipo de simpatia.

 

RECEITAS E DESPESAS

Ora, diante deste enorme desgosto para lidar com as ciências exatas, manifestado com muita tranquilidade e nenhum constrangimento, não há como fazer com que a maioria dos brasileiros seja capaz de ler, e muito menos interpretar, balanços, orçamentos, fluxos de caixa e tudo mais, que estabelecem a relação direta entre receitas e despesas.

 

CIÊNCIAS HUMANAS

Pois, esta manifestada aversão aos números, segundo revelam vários estudos, é o ingrediente maior que leva qualquer povo a se deixar levar pelo canto da sereia do POPULISMO. Ou seja, quem manifesta gosto maior pelas ciências humanas, aprecia e defende, com unhas e dentes, só os DIREITOS dos cidadãos sem se preocupar, minimamente, com as fontes de financiamento das vantagens.
 

CONSTITUIÇÃO

Aliás, quem se dispõe a ler a nossa Constituição, por exemplo, vai entender que ela foi escrita, de cabo a rabo, por políticos que detestam a matemática. Basta comparar o número excessivo de DIREITOS que foram concedidos com a escassez de DEVERES. Atitude totalmente irresponsável, que nem mesmo a absurda carga tributária é suficiente para satisfazer os exagerados DIREITOS CONCEDIDOS
 

FATO

Os leitores que leem habitualmente o Ponto Critico são testemunhas vivas do quanto me dedico, diariamente, na difícil tarefa de esclarecer, para um público que detesta números, que medidas POPULISTAS são extremamente nocivas para qualquer economia. Em qualquer lugar deste imenso planeta, insisto, o resultado é, comprovadamente, catastrófico. Isto é FATO. 
 

FELICIDADE

Exemplos de países, cujos povos mais se deixam levar para este mau caminho, conduzidos por líderes dotados de mentes neocomunistas doentias, é o que não falta. É o caso, principalmente, da América Latina, ambiente viciado onde a maioria dos eleitores acredita, piamente, que a felicidade está no POPULISMO .



 

TAXA DE INVESTIMENTO

Se a sociedade brasileira manifestasse algum apreço pelos números, já seria o bastante para entender que a TAXA DE INVESTIMENTO, por motivos POPULISTAS, vem caindo, sem parar, desde 2013. Como o crescimento do PIB de qualquer país depende, direta e umbilicalmente, da TAXA DE INVESTIMENTO, não há como ser OTIMISTA no Brasil. 

Atenção: o aumento da Taxa de Investimento no Brasil depende de boas e profundas REFORMAS. Sem elas não há como almejar algum desenvolvimento de longo prazo. Sem REFORMAS, insisto, é melhor esquecer. 

Como se vê, a cadeia produtiva brasileira entrou numa ESPIRAL NEGATIVA. Virou uma ESPIRAL IMPRODUTIVA, levando tudo de roldão.
 

Assine a Newsletter do Ponto Crítico

MARKET PLACE

  • IPCA AMPLO

    A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) perdeu força de janeiro para fevereiro, passando de 0,38% para 0,33%, segundo divulgou o IBGE, nesta sexta-feira (10). Essa taxa é a mais baixa para o mês desde 2000, quando chegou a 0,13%.

  • PRÊMIO CASA VOGUE CONQUISTADO PELA FLORENSE

    Volto a fazer referência ao Lançamento mundial da Florense, que conquistou o Prêmio Casa Vogue Design,  divulgado numa grande festa em São Paulo, na noite do dia 8, o qual consagrou o acabamento Oxidado da Florense como o grande vencedor na categoria Votação Online.

    Entre os 50 itens elencados pela equipe da Casa Vogue como os mais importantes lançamentos do design brasileiro de 2016, os leitores da revista e internautas elegeram o acabamento Oxidado como o melhor de todos, reafirmando ser esta a grande tendência de 2017.

    Resultado de uma pintura especial, feita à mão, o novo acabamento confere ao móvel um lindo efeito de metal envelhecido pelo tempo. Por tratar-se de um processo artesanal, cada peça sempre é única, agregando ainda mais valor ao produto. O acabamento Oxidado está disponível em dois padrões: Titânio (acinzentado) e Níquel (levemente dourado).

    A novidade surge como suporte às crescentes exigências dos móveis de alto padrão, oferecendo soluções visuais exclusivas, completamente diferentes das que existem hoje no mercado, contribuindo para enriquecer ainda mais os projetos de interiores. Um verdadeiro show de charme!

    A eleição ocorreu em duas fases de votação livre pelo site da Casa Vogue: de 14 a 28 de fevereiro e de 2 a 7 de março de 2017. 

  • IGUALDADE É...IGUALDADE

    A propósito da passagem do Dia das Mulheres, eis o texto produzido pela pensadora Fernanda Barth, com o título - Igualdade é...Igualdade. Vale a pena ler, principalmente, porque é escrito por uma mulher. Eis:


    No dia 08/03 polemizei afirmando, no facebook, que não sou adepta do Dia das Mulheres. Sem querer ofender quem é adepto - adoro gentileza e cavalheirismo - não me interpretem mal todos os que me enviaram cards em homenagem pelo “meu dia”.

    Sei que para muitos a data é o reconhecimento da longa trajetória de conquista das mulheres, mas meus motivos são simples e variados, conforme seguem: o Dia da Mulher foi apropriado pela ideologia de esquerda e pelas feminazis; não somos uma minoria; no mundo ocidental os caminhos estão abertos para as mulheres; já superamos as questões levantadas nas décadas de 60/70.

    As lutas feministas de hoje não me representam. Cheiram a bolor e ódio contra homens. A mulher tem o direito de trabalhar fora, de ter ou não filhos, de casar ou não, mas TAMBÉM tem o direito de ser recatada e do lar. Hoje o movimento feminista tem preconceito contra a mulher que quer ser só mãe, que quer ser do lar, que quer se cuidar, se depilar, fazer escova, etc... Além de pregar o ódio ao homem, a superioridade da mulher, e outras teses humorísticas e sexistas. Eu vejo o homem ser objetificado hoje tanto quanto a mulher. É um fenômeno dos nossos tempos, o culto ao corpo elevado ao máximo. Mas não vejo ninguém defendendo os homens, tratados pelas feministas apenas como reprodutores.

    É isto. Esta "luta" só nos divide e afasta do que realmente importa. O que deveríamos defender é o direito universal à liberdade e à vida, o respeito ao indivíduo, seja de qualquer sexo, raça ou crença. Desta forma sairíamos da terrível esfera do coletivismo de esquerda para entrarmos na esfera do indivíduo, da igualdade perante a lei. É a única forma de esvaziarmos o discurso de esquerda, que divide para conquistar, a la Saul Alinsky.

    Caminhamos um caminho bem longo até aqui. Onde olho vejo mulheres líderes. Tem áreas inteiras onde as mulheres são maioria no mercado de trabalho. É claro que existem exceções, mas por dificuldades variadas, não podendo ser apenas atribuídas a questões de sexo. Vamos ser bem claros: as conquistas que a mulher fez até hoje, e foram muitas, não deixam margem para mimimi ou reclamações de vitimismo.

    Me sinto pós feminista, como as Suecas ou Finlandesas. Vejo com naturalidade a igualdade. Mas igualdade é...igualdade. Não tem espaço para privilégios. Se queremos os mesmos direitos dos homens, temos que defender a aposentadoria com a mesma idade dos homens, afinal vivemos cerca de sete anos a mais do que eles e nos aposentamos cinco anos antes. Se hoje o homem divide as tarefas domésticas e cuida também dos filhos, nada mais justo do que nos aposentarmos com a mesma idade. Mais polêmica?
     


     

FRASE DO DIA

Não existe vento favorável para o marinheiro que não sabe aonde ir.

Sêneca