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PENSADOR DO ANO DE 2018

ANO XIV - Nº 007/14 -

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO

Ontem, 6/11, num agradável Jantar de Confraternização de final de ano da Sociedade PENSAR+, que em 2019 (01/07) vai completar 10 anos de forte comprometimento em produzir conteúdos que levem constantes esclarecimentos sobre a importante relação CAUSA/EFEITO das sugestões e decisões propostas pelos nossos governantes, foi instituído o Troféu -PENSADOR DO ANO-.

ESTATUETA - LE PENSEUR - RODIN

Como estive recentemente em Paris e lá, pela terceira vez, visitei o fantástico Museu Rodin, ao final da jornada, na loja de souvenirs adquiri uma pequena estatueta do Pensador (Le Penseur) já imaginando fazer uma surpresa no encontro de confraternização, ao sugerir a instituição do Troféu -PENSADOR DO ANO-. 

SORTEIO

Como se tratava de uma surpresa e nem todos os pensadores estariam presentes no Jantar (muitos vivem fora de Porto Alegre), achamos por bem que nesta primeira edição o ganhador do -Le Penseur- seria por sorteio entre os presentes e, a partir de 2019, através de votação feita por todos os pensadores.  

PENSADOR DO ANO DE 2018

Realizado o sorteio quem acabou ficando com o Troféu PENSADOR DO ANO DE 2018 foi Roberto Rachewsky, a quem felicito não só pela sorte mas, com a mesma intensidade, pelos  magníficos conteúdos que produziu ao longo do ano, sempre em  defesa constante do -LIBERALISMO-. 

EM UMA SÓ VOZ

Além da informalíssima cerimônia da escolha do PENSADOR DO ANO, cada um dos pensadores fez uma breve exposição onde todos, em praticamente uma só voz, se mostraram convencidos de que grande parte das ideias e propostas que o Pensar+ defende, com unhas e dentes, estão, enfim, prontas para serem deflagradas a partir de 2019. 

SEM MODERAÇÃO

Faço este relatório, meus caros leitores, para repartir com vocês o clima de confiança que estamos carregando desde o momento em que Jair Bolsonaro foi eleito presidente.  Sabemos bem, por não sermos tão ingênuos, que os SOCIALISTAS vão jogar muito para evitar a adoção de medidas LIBERAIS. Portanto, mesmo sem moderação nos festejos, tratem de fazer valer a confiança conquistada neste final de 2018.  

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo do pensador Percival Puggina, com o título - MORO: “CANSEI DE TOMAR BOLA NAS COSTAS”

    Aconteceu durante um seminário em Madrid, promovido pela Fundação Internacional pela Liberdade, presidida pelo Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa. Falando na condição de convidado, o futuro ministro Sérgio Moro se referiu ao alcance limitado de suas decisões como juiz. Esclareceu, ainda, que seu trabalho na Lava Jato estava chegando ao fim, mas “aquilo poderia se perder se não impulsionasse reformas maiores, que eu não poderia fazer como juiz”.

              Não é difícil entender a situação descrita por Moro, nem o uso de uma analogia com o futebol. Em outro momento da sua manifestação mencionou a famosa “bola nas costas”, que deixa o zagueiro perdido e concede toda vantagem ao atacante. Ele conviveu longamente com essas dificuldades. Agouravam sobre seu trabalho as tragédias da italiana operação Mãos Limpas, que levaram à sepultura o juiz do caso e respectivas realizações no processo. Transitavam diante da mesa de Moro figuras poderosas da política e dos negócios, cujo acesso ao STF se fazia com um estalar de dedos.

              Quantas noites mal dormidas aguardando deliberações do Supremo, onde a Justiça ora faz o bem, ora faz o mal, sabendo muito bem a quem! Moro trabalhava sentindo o hálito azedo de vaidade, ciúme e ódio que sua crescente popularidade fazia exalar das penthouses do poder. A nação, dia após dia, a tudo assistia e se compadecia. Moro se tornou símbolo da luta contra a corrupção. Por vezes, em sua 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, a fila das confissões lembrava período litúrgico de preparação para a Páscoa. Era a “sangria” que precisava ser estancada, no dizer metafórico de Romero Jucá. E aquilo, para o diligente juiz, significava novos e reais enfrentamentos que viriam e vieram.

              Fica bem entendida, então, a decisão que tomou. Os que ansiavam por um governo para debilitar a Lava Jato terão que conviver com a operação personificada em um dos dois homens mais fortes do governo... Melhor ainda se, ao cabo desse período, ele se for sentar entre aqueles ministros a quem tanto mal estar causou seu combate à corrupção.

    São marcas dos novos tempos pelos quais ansiávamos. Alegrou-me por isso ler sobre essa disposição expressa por Moro em Madrid no mesmo dia em que tomei conhecimento dos compromissos recentemente formalizados no 1º Congresso do Ministério Público Pró-Sociedade. Beleza! Beleza ver tantos profissionais dessa nobre carreira de Estado comprometendo-se com o aperfeiçoamento de sua missão e com a consolidação de uma agenda de combate à criminalidade e à impunidade. Há muito tempo a sociedade tem sido vista, desde os círculos do poder, como mera provedora dos meios, pagadora de todas as contas. Estamos tendo nosso país de volta, em boas mãos, posso crer.

FRASE DO DIA

A incompetência, acredite, já destruiu mais políticos que a desonestidade.

Ediel