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PASSEIO PELO ADRIÁTICO

ANO XIV - Nº 007/14 -

EUROPA

Quem se dispõe a visitar a Europa neste momento se depara com dois ambientes econômicos distintos: 1- aquele relacionado aos setores que nada têm a ver com o turismo, como é, principalmente, o caso da indústria; e, 2- aquele que tem tudo a ver com o turismo, como é o caso dos hotéis, restaurantes e afins que despertam o interesse dos visitantes do Velho Mundo.

TURISMO EM ALTA

Se as atividades relacionadas com o primeiro ambiente, expressado pelo elevado percentual de desempregados, identifica a presença de uma forte crise, como os noticiários não cansam de estampar, o segundo, com toda certeza não tem do que se queixar. Até porque o número de turistas do mundo que visitam a Europa continua firme, senão crescente.

RESSALVA

Cabe aí, no entanto, uma ressalva: quando digo turistas do mundo todo é importante esclarecer que as exceções ficam por conta dos cubanos e coreanos do norte, por exemplo, que não dão as caras em lugar algum do mundo por duas razões: 1- porque não têm recursos para viajar; e/ou,2- porque seus governos, ditatoriais, impedem que seus cidadãos saiam do país.

CRUZEIRO PELO ADRIÁTICO

No cruzeiro de navio que resolvi fazer pelo Adriático, com duração de uma semana, saindo de Veneza e passando por cidades da Grécia (Katakolon e Olímpia), Turquia (Smir e Istambul) e Croácia (Dubrovnik), perguntei à um tripulante quantos cubanos (aqueles que vivem em Cuba, certamente) e quantos coreanos do norte (idem) estavam à bordo. A resposta foi rápida: - Nenhum!

DELIRANTE

Quando percebi a sua testa franzir, como que se duvidasse do que acabara de escutar, fui mais além: - Daqui a alguns anos, caso nada de bom aconteça, não é de se estranhar se os brasileiros também venham a enfrentar dificuldades para sair do país. Não convencido, o tripulante esboçou um sorriso de incredulidade. Do tipo de quem estava falando com um delirante. Que tal?

RIVIERA DO ADRIÁTICO

Como desembarquei em Veneza, antes de retornar ao Brasil resolvi ficar mais uns dias na região de Emilia Romagna, mais precisamente para conhecer a bela Riviera do Adriático (ao sul de Veneza). No editorial de amanhã conto alguma coisa sobre o que acontece por aqui, onde o clima está ótimo e o verão promete ser bem quente.

PARAÍSO

Antes, porém, pergunto aos leitores/assinantes do Ponto Crítico: - Alguém ainda não foi à Croácia? Se a resposta for negativa, só me resta insistir para que vá. Imediatamente. Mesmo que só tenha conhecido Dubrovnik, por ser ponto de parada do navio, já me sinto credenciado para dizer que conheci o paraíso. Maravilha, gente.

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MARKET PLACE

  • MENTE ABALADA
    Ontem, a presidente Dilma Rousseff teve mais um surto: afirmou que a situação do Brasil é de inflação e contas públicas sob controle. Como se vê, Dilma está com suas faculdades mentais muito abaladas.
  • VELHO DO RESTELO
    Ao comparar os críticos do governo ao personagem -Velho do Restelo-, criado por Luís de Camões para o clássico -Os Lusíadas-, Dilma simplesmente delirou. Como o Velho do Restelo ficava sentado na praia azarando, fazendo manifestações pessimistas, Dilma aludiu que os críticos de suas invenções socialistas fazem o mesmo papel do personagem de Camões. Pode?
  • FEBRE ALTA
    Dilma, certamente afetada por uma febre muito alta, afirmou também que a relação do Brasil com vários componentes que caracterizam os indicadores macroeconômicos é muito saudável. E que não há a menor hipótese de que seu governo não tenha uma política de combate e controle da inflação. Pode?
  • IOF
    Ontem, o governo resolveu zerar o IOF sobre operações no mercado futuro. A alíquota estava em 1% desde setembro de 2011 e incidia tanto sobre o aumento da posição vendida como da redução da posição comprada.

FRASE DO DIA

Uma pessoa para compreender tem de se transformar.

Antoine De Saint Exupéry