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O QUE OS ELEITORES NÃO SABEM, MAS PRECISAM SABER JÁ!

ANO XIV - Nº 007/14 -

FORO DE SÃO PAULO

Hoje, felizmente, já é possível afirmar que uma parcela de brasileiros, ainda que diminuta, já sabe alguma coisa a respeito da existência e dos propósitos da CRIMINOSA ORGANIZAÇÃO COMUNISTA denominada - FORO DE SÃO PAULO-.

REDES SOCIAIS

Isto, diga-se de passagem, muito se deve às redes sociais, onde brasileiros de todos os cantos passaram a compartilhar as propostas e resultados obtidos nos países onde a CARTILHA COMUNISTA do FORO DE SÃO PAULO foi  imposta, por exemplo, em Cuba, Venezuela, Nicarágua, Bolívia e, durante os governos Lula/Dilma -Petistas-  no nosso empobrecido Brasil.

MÍDIA TRADICIONAL SILENCIOSA

O que ainda não se explica são os motivos que levam a mídia tradicional do país, que defende o jornalismo CRITICO, INDEPENDENTE, APARTIDÁRIO e PLURALISTA e muito se vangloria de  constantes atos de investigação que faz sobre tudo e sobre todos, a se manter tão silenciosa quanto às MALÉFICAS E CRIMINOSAS realizações produzidas pela ORGANIZAÇÃO COMUNISTA - FORO DE SÃO PAULO-.

URSAL

Mais: a mídia tradicional, sempre se negou a dar informações que a ORGANIZAÇÃO COMUNISTA -FORO DE SÃO PAULO foi  criada por Lula e Fidel Castro em 1990, com o firme propósito de fazer da América do Sul, a exemplo da antiga União Soviética, a URSAL - União de Repúblicas Socialistas da América Latina-.

PARTIDOS POLÍTICOS DO BRASIL FILIADOS AO FSP

Pois bem, mesmo levando em boa conta que uma parte de brasileiros já sabe algo a respeito da existência do Foro de São Paulo, o que a grande maioria certamente -NÃO SABE- é quais os PARTIDOS POLÍTICOS DO BRASIL que se filiaram, como SÓCIOS-MEMBROS, ou apoiadores irrestritos da ORGANIZAÇÃO COMUNISTA.

ALERTA AOS ELEITORES

Como estamos em plena campanha eleitoral, nada mais importante do que alertar os eleitores que não querem que o Brasil faça parte do CLUBE DOS PAÍSES DECADENTES E DESTRUÍDOS, como é o caso da Venezuela, Cuba, Nicarágua, Bolívia, etc.. Portanto, antes de tudo verifique e EVITE, DE TODAS AS FORMAS, os candidatos que estão filiados a um dos seguintes PARTIDOS POLÍTICOS-MEMBROS DO FORO DE SÃO PAULO:

PT - Partido dos Trabalhadores

PDT - Partido Democrático Trabalhista

PCdoB - Partido Comunista do Brasil 

PCB - Partido Comunista Brasileiro 

PPL - Partido Pátria Livre 

PPS - Partido Popular Socialista 

PSB - Partido Socialista Brasileiro 

 

 

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo do pensador Percival Puggina, com o título  - E SE O IMPEACHMENT NÃO TIVESSE ACONTECIDO?

    Na semana passada completaram-se dois anos do impeachment de Dilma Rousseff. Por isso, os ponteiros do relógio da história sinalizam momento adequado para examinarmos se foi útil e oportuna a mobilização nacional que levou àquele desfecho. O tema, aliás, tem motivado ponderações de alguns leitores.

    Capitaneados pelo PT, os partidos de esquerda qualificam o episódio como “golpe”, desatentos a suas múltiplas causas e ao longo e cuidadoso procedimento jurídico e político em que se desenrolou sob os olhos da opinião pública e sob a lupa jurídica do STF. Esquecem, também, que a oposição “golpista” conviveu democraticamente com a primeira vitória de Lula, tolerou o escândalo do mensalão, reconheceu a segunda vitória de Lula, conviveu com a primeira vitória de Dilma e com a segunda vitória de Dilma. Foi a imensa mobilização popular de protesto contra seu desastroso governo no dia 15 de março de 2015 que desencadeou o processo jurídico-político do impeachment.

    Dezessete meses mais tarde, ele culminaria com a perda do mandato presidencial. A palavra golpista é bem mais aplicável ao partido que pediu impeachment de Collor, Itamar, FHC, e que, nos Estados e municípios do país, grita “Fora!” a todo ocupante de cadeira que tenha ambicionado.

    Vamos, agora, ao futuro do pretérito. Não costuma ser fácil discorrer sobre como as coisas teriam acontecido se conduzidas de outro modo. Neste caso, porém, é fácil, sim. O PT ajuda. Em agosto de 2016, o país afundava no terceiro ano consecutivo de recessão. Deslocado do governo para a oposição, o PT votou contra as tímidas reformas graças às quais Temer, conseguindo apoio parlamentar, estancou a recessão. Agora, em campanha eleitoral, não deixando margem a dúvidas, o partido reitera a intenção de acabar com elas de vez. Se o impeachment não tivesse acontecido, o Brasil estaria no rumo seguido pela Venezuela.

    Tem mais. Sem o impeachment, o PT estaria disputando esta eleição com apoio da máquina governamental, teria mantido as fontes de financiamento e os empregos de sua militância. E o candidato seria Lula. Com efeito, todos sabem ser escassamente majoritária a posição do STF em favor do combate à corrupção, da Lava Jato, da colaboração premiada, e da prisão após condenação em segunda instância. Esta última foi mantida graças ao voto “pró-colegialidade”, proferido pela ministra Rosa Weber. Se Dilma continuasse presidente, teria cabido a ela indicar o substituto de Teori Zavascki. Alexandre de Moraes não seria membro da Suprema Corte e a base petista no STF se ampliaria decisivamente. A “sangria” teria parado, a Lava Jato secaria e o Mecanismo retomaria o ritmo de seus negócios.

    O impeachment de Dilma Rousseff foi decisão certa no momento certo.

FRASE DO DIA

Se, a longo prazo, somos criadores do nosso destino, de imediato somos escravos das ideias que criamos.

Hayek