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O DILEMA DO BRASIL

ANO XIV - Nº 007/14 -

CHOQUE DE CAPITALISMO

Depois de inúmeras experiências de cunho SOCIALISTA, as quais, sem exceção, produziram obstáculos enormes para impedir que o Brasil pudesse apresentar crescimento de longo prazo, mais do que nunca se faz necessário um efetivo e profundo CHOQUE DE CAPITALISMO para restabelecer a saúde econômica e social  do país.

 

GOVERNO GEISEL

A rigor, a maionese começou a desandar a partir de 1975, quando Ernesto Geisel assumiu a presidência e deu início a criação de uma enxurrada de empresas estatais, que acabaram se tornando em grandes focos de corrupção. Detalhe importante que precisa ser levado em conta: enquanto na empresa privada o RISCO é do acionista,  na estatal é do CIDADÃO.

 

TEORIA

Se por algum tempo as comparações entre SOCIALISMO E CAPITALISMO eram feitas muito mais através do uso da TEORIA, depois da queda do Muro de Berlim, em novembro de 1989, o SOCIALISMO ficou escancarado como efetivo sistema de destruição não só da economia como, principalmente, das mentes dos iludidos. 

VENEZUELA

Pois, mesmo assim, com todas as provas disponíveis, a América Latina, através da Organização Comunista - Foro de São Paulo, achou por bem dar continuidade ao sistema usando Cuba como benchmarking. O resultado PRÁTICO, sem qualquer surpresa, aí está como bem mostra a terrível situação vivida pelo povo da Venezuela.

ARGENTINA

Enquanto o governo Maduro, da Venezuela, acelera em direção ao CAOS PROFUNDO, através de medidas  desastrosas para a economia, o governo Macri, da nossa vizinha Argentina, não para de tomar medidas acertadas para tirar o país do marasmo. Ou seja, a Argentina, com Macri, está recebendo CHOQUES DE CAPITALISMO.

DILEMA

O nosso empobrecido Brasil, ainda que o governo Temer esteja fazendo o que pode para que o país, definitivamente, fique livre da nefasta Matriz Econômica Bolivariana, por vontade de muitos (como apontam as pesquisas eleitorais) está vivendo um DILEMA que só acontece por força da enorme LAVAGEM CEREBRAL de boa parte do povo brasileiro.

Uma grande parte, como se vê, está convencida de que o Brasil deve seguir os passos da Venezuela; outra quer o destino que está sendo seguido pela Argentina. As eleições vão desfazer o DILEMA.

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MARKET PLACE

  • PNAD CONTÍNUA

    De acordo com a Pnad Contínua, divulgada hoje, a taxa de desemprego trimestral recuou de 12,0% em novembro para 11,8% em dezembro, queda maior que a esperada pelo mercado (projeção de 11,9%).

  • CONFIANÇA DO SETOR DE SERVIÇOS

    O índice de Confiança do Setor de Serviços (ICS) subiu 2,4 pontos em janeiro em relação a dezembro, a 91,8
    pontos, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador atingiu o maior nível desde julho de 2014. No período, a alta do ICS atingiu nove de 13 atividades pesquisadas.

  • A VOZ DO EMPRESARIADO

    O Instituto de Estudos Empresariais (IEE) e o Grupo de Líderes Empresariais (LIDE RS) promovem na próxima segunda-feira (5), às 18h30min, no Porto Alegre Country Club - Rua Líbero Badaró, 524 -, o evento Manifesto da Mudança: A Voz do Empresário. O encontro terá a palestra de Flávio Rocha, CEO das Lojas Riachuelo, um dos 15 maiores grupos empresarias do País, e será restrito para convidados e imprensa.

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo do pensador Percival Puggina, com o título - TESÃO PELO ESTADO:

    Não creio que adoração do Estado (estatolatria) designe de modo adequado a relação de certas pessoas e partidos políticos com o Estado. Quem adora não se serve do objeto de sua adoração. Um neologismo como estatoafetividade, expressando um sentimento quase carnal, resulta mais fiel para descrever essa relação. É tesão pelo Estado, mesmo.
    O tipo de relação a que me refiro e a perspectiva política em que se escora desbordam de toda razoabilidade. Atribuir excessiva importância à política é mais perigoso do que não lhe conferir qualquer valia. Colocá-la acima de tudo mais é da essência dos totalitarismos, é uma hipertrofia de consequências nefastas. De outra parte, não encontrar na vida um espaço para cuidar do interesse geral, numa hipótese branda, é facilitar as coisas para aqueles que se valem do Estado para abusar do poder e para seu bel-prazer.

    Nem tanto ao mar, nem tanto à terra, ensina conhecido provérbio português sobre a necessidade de moderação. E essa moderação se faz necessária mesmo quando entendemos a política como a ciência e o ofício de governar a sociedade. Imagine, então, quão mais danosa se pode tornar a obsessão pela política quando aplicada de modo exclusivo à conquista e à manutenção do poder, aos impulsos da estatoafetividade!

    É o que estamos assistindo, nestes dias, no Rio Grande do Sul, um Estado que, à exemplo da União, após o desastroso e funesto governo petista, agravado pela recessão gerada pelo governo Dilma, afundou numa crise fiscal sem precedentes. O Estado tem duas opções: ou deixa de pagar sua dívida com a União e fecha as portas, ou se livra provisoriamente dessa conta por três anos e adere a um duro ajuste fiscal que pode levá-lo a horizontes menos encardidos ao término desse prazo. E quem se ergue para obstar a adoção de tais medidas, que envolvem privatizações e limites para o aumento da despesa? Os mesmos que tendo recebido o poder com as contas equilibradas produziram o desastre fiscal do Estado.

    No mesmo período, os petistas também exerciam o governo da União e nada fizeram na linha das inexequíveis alternativas que agora apresentam. Nada obtiveram do governo Dilma, tampouco, em acordos que poderiam ter sido celebrados – se desejados e possíveis - numa salinha do diretório nacional ou estadual do partido, em meio a rodadas de chimarrão. Agora, porém, aparecem cheios de ideias sobre direitos e haveres estaduais junto à União.

    A orientar esse entrevero que se desdobra em turnos e returnos na tribuna do parlamento gaúcho está a conduta referida acima: a obsessão pelo poder, ainda que à custa do bem da população. Não descrevo algo inédito. É possível que em outros estados e municípios se reproduzam situações análogas, envolvendo diferentes partidos. O mesmo se passa, também, no Congresso Nacional. As expectativas eleitorais para outubro vindouro, a ideia de um ajuste fiscal sem sacrifício, tipo happy hour, e o amor quase carnal ao Estado e seus seios murchos patrocinam o ânimo desses inacreditáveis debates.

FRASE DO DIA

Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Cora Coralina