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O DEPOIMENTO DO CEL. USTRA

ANO XIV - Nº 007/14 -

COMISSÃO DA VERDADE?

Uma Comissão que foi formada para encontrar a VERDADE e a TRANSPARÊNCIA, como o governo defendeu, e impôs, para poder investigar e/ou descobrir as violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988 no Brasil, deveria ser, no mínimo, honesta. Deveria tratar, portanto, de apurar tudo que aconteceu, do início ao fim, no período definido.

OBRA MAQUIAVÉLICA

Pois, a tal COMISSÃO DA VERDADE que aí está, pelo andar da carruagem, só tem propósito PARCIAL. Coisa, aliás, mais do que suficiente para se mostrar como uma de tantas obras maquiavélicas, repletas de falsidade e enganação, promovida por este governo neo-socialista, altamente envolvido por escandalosos casos de corrupção.

PROPÓSITO ÚNICO

Aliás, desde o momento em que a Comissão da Verdade foi sugerida, os integrantes (escolhidos à dedo pelo governo) mostraram que não havia interesse algum em esclarecer as verdadeiras razões que levaram à necessária, porém desastrosa, ação promovida pelos militares em 31/03/1964. O único propósito, pelo que vem sendo demonstrado, é o de transformar terroristas em vítimas.

PRIMEIRA VERDADE

Pois, pela ordem, a PRIMEIRA VERDADE que precisa ser dita e esclarecida é que a ação dos militares, além de totalmente DESASTROSA teve excesso de INCOMPETÊNCIA. Esta minha afirmação se baseia no fato de que praticamente todos os terroristas, que à época estavam fortemente dispostos a fazer do Brasil um país comunista, estão aí, de volta, mandando e desmandando no Brasil. Ou seja, voltaram para terminar a obra que a intervenção militar interrompeu em 1964. Está, portanto, mais do que evidente, para quem tem um pouco de raciocínio, que revolução bem feita na América Latina aconteceu mesmo no Chile. Lá o tratamento que os militares deram aos criminosos foi exemplar. O forte desenvolvimento que aquele país passou a apresentar desde então está aí para mostrar o acerto de uma ação revolucionária BEM FEITA.

SEGUNDA VERDADE

A SEGUNDA VERDADE é que até agora só os -perseguidos- e/ou aqueles que dizem ter sido torturados estão sendo reconhecidos como vítimas. Ora, só não sabe quem não quer: o que deu início ao processo que levou à Revolução de 1964 foram ações praticadas por movimentos e ações de vários grupos terroristas, todos interessados em transformar o Brasil num país comunista.

TERCEIRA VERDADE

A TERCEIRA VERDADE, gostem ou não, é que desde 2002, quando Lula foi eleito presidente, boa parte daqueles terroristas passaram a ocupar cargos importantes no atual governo petista-comunista. Um desses criminosos é pra lá conhecido de todos os brasileiros: trata-se da presidente Dilma Rousseff, que admite ter sido torturada sem, no entanto, ter a coragem de explicar as verdadeiras razões para tanto.

DEPOIMENTO DE USTRA

Pois, o coronel reformado do Exército, Carlos Alberto Brilhante Ustra, na última sexta-feira, 10, disse o que muita gente sabe aos integrantes da Comissão Nacional da Verdade: - A presidente Dilma Rousseff participou, sim, de ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS. Ustra, positivamente, não mentiu. Ao contrário: disse uma VERDADE ABSOLUTA. Mais: ao iniciar o seu depoimento, Ustra defendeu sua atuação no período militar dizendo: -Estávamos cientes de que estávamos lutando para preservar a democracia. A luta era contra o COMUNISMO. Se não fosse a nossa luta, concluiu, certamente não estaria depondo. Já teria ido para o PAREDON, como afirmou aos integrantes da Comissão da Verdade Parcial.O depoimento de Ustra confirma o que expus como PRIMEIRA VERDADE: os militares foram pra lá de INCOMPETENTES. Como não fizeram a coisa bem feita, os comunistas voltaram para fazer o que tinham em mente. E agora?

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    O Banco Central quer criar um mecanismo para desestimular o uso do CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro) como referência da taxa de juros na economia e indexador de contratos no mercado financeiro. Como órgão regulador, o BC está preocupado com a má formação dessa taxa e com a constante diferença, em média de 0,17 ponto percentual a menos, entre o CDI e a taxa Selic. Assim, avalia a possibilidade de introduzir um ônus, provavelmente mediante a cobrança de um depósito compulsório mais elevado nas operações dos bancos atreladas a esse indicador, como um incentivo para o mercado migrar para a taxa Selic. Outra hipótese, menos cotada, seria exigir mais capital da instituição que fizer captações referenciadas em CDI.
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