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O BRASIL VIROU UMA CRACOLÂNDIA

ANO XIV - Nº 007/14 -

IDADE MÉDIA

Se os mortos pudessem se manifestar, muitos daqueles que viveram no período da Idade Média, que durou mil anos (entre os séculos V e XV), já estariam em peso no nosso empobrecido Brasil para fazer um veemente protesto.

PROPOSTAS SOCIALISTAS

Diriam todos, imagino, que não aceitam nem como -maneira de dizer- que as propostas apresentadas e/ou defendidas pelos membros dos partidos SOCIALISTAS (principalmente PDT, PT, PSOL, PCdoB) sejam consideradas pelos seus opositores como uma volta ao período da Idade Média.

PRÉ-HISTÓRIA

Na real, por se sentirem muito insultados, os mortos-vivos iriam mais além: pelas propostas que os seguidores socialistas defendem, eles querem que o Brasil volte a viver na IDADE DA PEDRA, conhecida como PRÉ-HISTÓRIA. Mais: por lá  permaneça para todo o sempre.

CRACOLÂNDIA

A propósito, quem se dispõe a comparar as propostas defendidas pelos pré-candidatos de todos os partidos socialistas/comunistas com as pesquisas de intenção de voto para presidente, entenderá que os governos petistas Lula/Dilma, que tiveram como aliados o PDT, PSOL, PCdoB, etc., transformaram o Brasil numa típica CRACOLÂNDIA, onde milhões de eleitores se mostram totalmente dependentes da DROGA DO  POPULISMO/ASSISTENCIALISMO.

VICIADO

Esta PESADA DROGA, infelizmente, levou grande parte do povo brasileiro a ser VICIADO em ações e ideias POPULISTAS e/ou ASSISTENCIALISTAS. A dependência desta droga é de tal ordem que basta alguém pronunciar a palavra -tratamento- para que, instantaneamente, seja alvo de todos os tipos de agressões. 

SEM MODERAÇÃO

Pois, como fornecedores desta pesada DROGA, e conscientes de que o povo já está totalmente DEPENDENTE, ou seja, praticamente sem forças e/ou vontade para deixar o VÍCIO, os SOCIALISTAS não perdem tempo: injetam na cabeça dos drogados a ideia de quanto maior o consumo maior a FELICIDADE. O que faz com que  a maioria dos brasileiros se DROGUE SEM MODERAÇÃO.

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo do pensador Mateus Bandeira, com o título - DEBATE INTERROMPIDO:

    Poucas atitudes podem ser mais contraditórias do que a decisão da Assembleia Legislativa do RS e interditar o plebiscito sobre a privatização das estatais. É como se o cidadão que vai às urnas estivesse preparado para escolher novos governantes, mas não para dizer como devem agir os eleitos.

    As três companhias em questão – CEEE, Sulgás e CRM – são ineficientes, deficitárias e carecem de investimentos que o erário não tem. Só isso seria suficiente para que os deputados aprovassem a venda. Ocorre que o Estado possui uma legislação esdrúxula: para criar estatais, basta um projeto de lei; para extingui-las, é obrigatória a realização de um plebiscito. Sendo essa a realidade, os parlamentares negaram a soberania do eleitor. Entenderam que os gaúchos não têm capacidade de tomar muitas decisões diante da urna.

    O que parecem desconhecer é que, em países como Estados Unidos, o eleitor se depara com listas plebiscitárias imensas. Os norte-americanos sabem como é sensata a decisão de coincidir eleições gerais com a de plebiscitos. Assim, determinam de antemão aos novos mandatários e legisladores qual a sua vontade.

    Na verdade, os que se opuseram à iniciativa são oportunistas ou medrosos. Os primeiros revogam suas supostas convicções em nome das eleições. Os outros temem que o povo se oponha às suas ideias – ademais, obsoletas. Ambos decidem pela conveniência eleitoral.

    Prosseguir investindo dinheiro escasso em energia, mineração e gás serve apenas às corporações que se apropriaram do patrimônio público. Preservar paquidermes interessa à minoria que se apoderou do orçamento, em detrimento das funções essenciais do Estado: saúde, educação e segurança.

    Em editorial, Zero Hora perguntou "o que temem os contrários a uma consulta aos eleitores". Além da perda de estatais que servem como cabides de emprego, temem a soberania popular.

    Após 33 anos governados pela velha política – PT, PSDB e MDB –, os brasileiros deparam-se com um momento histórico no próximo 7 de outubro. É a oportunidade de decidir se vamos continuar na rabeira do desenvolvimento econômico e social, ou se vamos avançar como já o fazem países que estavam atrás de nós e hoje surfam na modernidade.

  • CARAVANA DA LIBERDADE - UM PROJETO DE CONTRACULTURA

    Neste sábado (amanhã, dia 9 de junho)  a Caravana da Liberdade estará  em Bento Gonçalves, das 15h as 18h30, na Rua Herny Hugo Dreher, n°127. Nesta edição, além deste editor, a Caravana contará como palestrantes os pensadores Vinicius Boeira, Fernanda Barth, Frederico Cosentino e Rafael Valera.

    O projeto -CARAVANA DA LIBERDADE- que foi idealizado pela jornalista, palestrante, membro do grupo Pensar + e mestre em ciência política Fernanda Barth, é um importante contraponto na guerra cultural contra as narrativas de esquerda, que vendem Cuba e Venezuela como paraísos.

    A intenção é destacar os valores da liberdade e do respeito ao indivíduo e mostrar o que acontece quando as pessoas são privadas destes valores e dos seus direitos fundamentais.

    Venha para a Caravana, agende-se e participe. Entrada gratuita .

  • ESCOLA DE MÚSICA

    No próximo sábado (9), às 17h, o Moinhos Shopping é palco de nova apresentação da Escola de Música Tio Zequinha. O espetáculo musical trará alunos com idades entre sete e 15 anos para um show de violinos e violoncelos. Serão tocadas treze composições, entre elas peças folclóricas e eruditas de compositores como Bach e Beethoven. A Escola Tio Zequinha tem como objetivo ensinar música para crianças a partir de dois meses, jovens e adultos, através do reconhecido internacionalmente Método Suzuki. A apresentação é aberta ao público e acontece na praça de alimentação, no terceiro andar do empreendimento.

FRASE DO DIA

O tamanho trabalha contra a excelência.

Bill Gates