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O BRASIL PRECISA EXPERIMENTAR O CAPITALISMO

ANO XIV - Nº 007/14 -

PARA TODO O SEMPRE

Depois que Karl Marx, na sua obra -O Capital- empregou o termo SELVAGEM ao CAPITALISMO, os amantes do comunismo passaram a utilizar esta palavra de ordem para demonizar o sistema para todo o sempre. Vejam, por exemplo, que o Comunismo nunca recebeu qualquer adjetivo.

A EDUCAÇÃO INEXISTE

No Brasil, infelizmente, onde a educação econômica e/ou financeira praticamente inexiste, por exclusiva vontade governamental desde a chegada dos portugueses, em 1500, quando se fala em Capitalismo o povo em geral associa o termo e o sistema a algo dotado de grande força destruidora.

PATRIMONIALISMO

Para aumentar ainda mais o grau de desinformação, os inimigos do Capitalismo tratam, constantemente, de confundir este excelente sistema com a prática do paternalismo econômico e/ou com o patrimonialismo, que se define por uma organização -política- em que as relações subordinativas são determinadas por dependência econômica e por sentimentos tradicionais de lealdade e respeito dos governados pelos governantes.

SOCIEDADE CONVENCIDA PELOS SOCIALISTAS

Por mais que me proponha a continuar pregando que o Capitalismo é o sistema mais justo, ainda que imperfeito, não há como adjetivá-lo. Mais: o Capitalismo, no  nosso empobrecido Brasil, jamais foi experimentado. Isto se verifica, cabalmente, através do inegável grau de intervenção do Estado na economia e na vida dos cidadãos.

AMANTES DO SOCIALISMO

Ainda assim não há como não reconhecer o excelente trabalho feito pelos amantes do socialismo, que conseguiram convencer praticamente toda a sociedade brasileira, em grau quase que definitivo, ao afirmarem milhões de vezes que o Brasil não prospera e não se desenvolve graças ao Capitalismo (jamais experimentado). Pode?

REAÇÃO DIVERSA

Nem mesmo as deficitárias Contas Públicas, que escancaram de forma brutal a excessiva INJUSTIÇA SOCIAL que se instalou no Brasil desde o período da Colonização, conseguem mudar a cabeça da maioria da população. O baixíssimo grau de discernimento faz que o povo reaja, constantemente, de forma absolutamente diversa, ou seja, na medida exata com que afirma que os governantes cobram muitos impostos e fazem pouco ou nada, o que mais faz é exigir maior presença dele. Pode?

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MARKET PLACE

  • JUROS - REINO UNIDO E EUA

    No Reino Unido, o BoE (Bank of England) decidiu subir a taxa de juros de 0,25% para 0,50%, em linha com a expectativa do mercado. 

    Nos EUA, o FED (Federal Reserve) decidiu manter a taxa de juros entre 1% e 1,25%, em linha com o esperado pelo mercado. O FED ressaltou que a “economia americana está crescendo em ritmo bastante sólido”.

  • COVARDIA OU CONIVÊNCIA?

    Em 2002, os gastos com servidores público (pessoal consolidado da união, estados e municípios) foi de 13,35% do PIB. Em 2016 foi de 15,27% do PIB, ou seja, um crescimento real, em relação ao PIB, de 14,38%, representando 46,75% da carga tributária de 2015 que foi de 32,66%.

    Para que se avalie a variação criminosa dos gastos reais com pessoal, cabe lembrar que nesse mesmo período houve um crescimento real do PIB Corrente de 34,70%, gerando um ganho real acima da inflação de 54,07% nesse período. Nenhuma nação do planeta conseguiria bancar tamanha orgia pública. (Ricardo Bergamini)

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o conteúdo produzido pelo pensador Percival Puggina, com o título -COMPULSÃO PARA O RETROCESSO:

    No mesmo dia em que o Senado Federal, por um triz, não acabou com os aplicativos de celular para o transporte privado de passageiros, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) divulgou estudo que os qualifica como benéficos ao consumidor por aumentarem a concorrência e possibilitarem a redução de falhas que ocorriam no mercado. Por isso, acrescenta o Cade, "regulamentações muito restritivas podem impactar negativamente o setor".

              É impressionante a capacidade do poder público brasileiro de jogar contra o interesse da sociedade! Os aplicativos criaram um vasto mercado consumidor, que, em grande parte, não era usuário de taxis. Esse novo mercado abriu oportunidades de trabalho, com a autonomia própria das atividades privadas, servindo como renda ou complementação de renda para milhares de operadores do modelo. Por outro lado, revolucionaram o transporte urbano, assegurando aos usuários o prévio conhecimento do preço, a possibilidade de avaliar o atendimento recebido, a estimativa do tempo de chegada do transporte e do tempo de rodagem até o destino, o débito automático em cartão de crédito, e um padrão de cortesia que modificou para melhor o atendimento prestado pelos taxistas lá no outro nicho do mercado de transporte urbano.

              Estes últimos vinham, de longa data, abusando de uma reserva tutelada pelo poder público, que acabou transformando a licença para operar em uma forma de patrimônio com elevado valor comercial, dado ser a oferta inferior à demanda. Nas horas de maior solicitação, o taxi se tornava um serviço indisponível.

              No estudo preliminar que divulgou, o Cade constata algo que os liberais sempre souberam: havendo competição, as falhas se corrigem sem necessidade de regulação. Em viés oposto, quando o governo começa a regulamentar, os preços tomam o elevador para cima e a qualidade desce rapidamente para o nível do chão.

              Chega a ser irritante saber que os representantes do povo brasileiro na Câmara dos Deputados aprovaram e enviaram ao Senado um projeto que, na prática, tornaria irreconhecível um serviço ao qual a população dera tão efusivas boas-vindas.

              É a velha compulsão para o retrocesso, que nos empurra do "Espírito das Leis" para as assombrações legislativas, sempre pronta a criar espantalhos, a complicar o que pode ser simples, a onerar o que pode custar barato e, de quebra, taxar, tributar, multar, controlar, autorizar ou não, liberar ou não, conferindo importância à burocracia às custas da criatividade e do trabalho alheio. A sociedade dispensa esse tipo de zelo intrometido, abelhudo, dos poderes públicos.

              Com as emendas aprovadas no Senado, o projeto volta para a Câmara. Esperemos que seja a câmara mortuária do arquivo.

  • AACD

    No dia 06/11, o Outback Steakhouse realiza pelo segundo ano o Iced Tea Day, dia em que o valor líquido arrecadado com a venda do clássico Iced Tea será revertido para a AACD - Associação de Assistência à Criança Deficiente. Nos sabores limão, pêssego, cranberry (R$ 10,75) ou tradicional (R$ 9,75), os chás do Outback possuem cortesia de refil como tradição do restaurante, em que o cliente só paga o primeiro copo e todos os seguintes são por conta da casa. A ação é válida em todas as unidades do Brasil durante todo o dia 6.

  • SIMPÓSIO DE MELANOMA

    O câncer de pele é o mais frequente no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no País, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), e embora o melanoma represente apenas 3% dessas neoplasias malignas, é o mais grave devido possibilidade de metástase. Para debater sobre a evolução no diagnóstico e tratamento da doença, o Hospital do Câncer Mãe de Deus por meio do Núcleo Integrado de Melanoma e Tumores Cutâneos realizará, nos dias 10 e 11 de novembro, o II Simpósio de Melanoma que terá na palestra de abertura o Dr. Antonio C. Buzaid, chefe geral do Centro Oncológico da Beneficência Portuguesa e membro do comitê gestor do Centro de Oncologia do Hospital Albert Einstein. O médico oncologista irá fazer uma atualização nas modificações do sistema TNM – 8a edição – sistema de classificação dos tumores malignos.

FRASE DO DIA

A paixão mobiliza, mas só a razão constrói.

Roberto Campos