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LULA, SADDAM E AS FARC

ANO XIV - Nº 007/14 -

FORO DE SÃO PAULO

Volto a insistir, já neste início de 2007, quanto à existência da organização comunista latino-americana, denominada Foro de São Paulo. De forma até incompreensível, os órgãos de comunicação aberta continuam se recusando a fazer qualquer divulgação a respeito desta instituição comunista e de seus objetivos claros. Por isto pouca gente sabe disto.

OS PREOCUPADOS

A impressão clara que já deixou esta falta absoluta de informação é de que o Foro de São Paulo simplesmente não existe. A não ser na minha mente doentia assim como nas poucas cabeças dos poucos liberais, sempre muito preocupados com o problema.

OS FRENÉTICOS

Por outro lado, porém, sobram informações em grande número de jornais brasileiros, todas sempre elaboradas com muito carinho, sobre os frenéticos Hugo Chávez, Fidel Castro e Lula. Principalmente quando eles se manifestam contra tudo o que os americanos fazem, e, principalmente, contra o que nunca fizeram mas a eles são atribuidos.

IRADOS

Irados com o enforcamento de Saddam Hussein, e francamente alinhados com todos os membros do Foro de São Paulo, hoje já denominado Mercosul, foram todos solidários contra a condenação à morte do primeiro grande financiador do FSP, em 1989.

LULA DEPLOROU

Lula, como se sabe, deplorou em prosa e verso a morte de Saddam. Lamentou profundamente o uso da forca. E declarou que entendeu como um crime contra os direitos humanos. Tudo sem lamentar as inúmeras mortes provocadas pelo tirano.

LULA CALADO

Na semana passada, no entanto, Lula foi silêncio total em relação a espetacular fuga do ex-ministro colombiano, que conseguiu escapar dos sequestradores que o mantiveram preso por mais de seis anos. Seis anos, gente, sem dar qualquer informação à família. Um crime pra lá de hediondo que Lula sequer comentou. Sabem porquê? Porque as FARC são membros do seu magnífico Fôro de São Paulo. E a imprensa? Calada.

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Se você pensa e age como sempre fez, vai ser o que sempre foi.

Mario Diotto