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LULA E SUAS CONVICÇÕES ABSURDAS

ANO XIV - Nº 007/14 -

ENTREVISTA DE LULA

Enquanto lia a longa entrevista, no jornal Valor, concedida pelo ex-presidente Lula, que antes de tudo é detentor de duas enormes medalhas: uma, de bandido comprovado; outra, do mesmo tamanho, que lhe confere o título de maior mentiroso jamais visto no nosso planeta, separei as seguintes pérolas:

MAIS SABIDO!!!!

1- Não preciso ser candidato para fazer o que eu já fiz. Aí é bobagem. Eu não vou ser mais radical... Estão dizendo que vou ser mais radical... Eu não tenho cara de radical nem o radicalismo fica bem em mim. Eu tô mais sabido.

Fantástico. Espero que os eleitores, notadamente os mais ingênuos não voltem a acreditar no tipo.

SALÁRIO MÍNIMO

2- Lula diz que voltaria a aumentar salário mínimo, porque crê que mínimo não gera inflação.

Como se vê, além das imoralidades e crimes que cometeu, Lula acha que é mestre em economia. Entende que elevar o salário mínimo depende da existência de tinta na caneta. Pode? 

RESPONSABILIDADE FISCAL

3- Lula reafirmou compromisso com responsabilidade fiscal ao dizer que só se gasta o que tem. Mais: disse não ver problema em ajuste da Previdência, mas o problema foi terem colocado aposentadorias rurais no orçamento da Previdência e não da União.

Como se percebe, além de desconhecer a Economia, Lula mostra menos conhecimento ainda na área de Finanças. O ROMBO PREVIDENCIÁRIO, que envolve a privilegiada Primeira Classe, destinada apenas aos servidores públicos, não contempla ninguém do SETOR RURAL. 

ESTATAIS

4- Lula fez crítica aberta, sem qualquer surpresa, contra a venda de estatais. 

Como se vê, Lula sequer se interessou em ler o estudo divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional, na 2ª feira, 18, informando, com letras garrafais, que as empresas estatais geraram mais custo ao Tesouro do que retorno financeiro. Segundo o estudo, que analisou os dados fiscais da relação do Tesouro com as estatais, essas empresas custaram R$ 122,31 bilhões ao governo nesses cinco anos, e geraram um retorno de R$ 89,35 bilhões no mesmo período.

FRENTE PARLAMENTAR DA DESESTATIZAÇÃO

Enquanto Lula espalha ignorância, em Porto Alegre, felizmente, um grupo de dez vereadores, liderados por Ricardo Gomes (Progressistas), prega, de forma absolutamente inteligente, sobre a necessidade de “desestatizar” a capital gaúcha para melhorar os serviços públicos. Por isso, foi criada neste mês a Frente Parlamentar da Desestatização na Câmara Municipal para avaliar e criar projetos de privatizações, concessões, parcerias e também contratualizações. (Veja)

Nas reuniões da frente, além da presença do poder executivo e legislativo, serão convidados a comunidade e empresários. “O mercado também quer estar presente, porque esses projetos precisam parar de pé economicamente para que se consiga desestatizar”, disse Gomes, que preside a frente, a VEJA.

Para o vereador, a frente atuará também na “desmistificação” do assunto. “É um tema marcado ideologicamente”, acredita. “A privatização virou um estigma no país mesmo que, onde tenha ocorrido, os serviços tenham melhorado”, defende o parlamentar. Segundo Gomes, o estigma é resultado do que chama de “extrema-esquerda” na “pequena Havana do Sul”, uma referência a partidos, sindicatos e à capital de Cuba.

“Confundimos serviço público com estatais. Não é porque são públicos que precisam ser prestados pelo estado. O que se pretende é mostrar outras formas mais eficientes e mais baratas que atendem melhor o interesse público”, argumenta o vereador.

Uma das prioridades do governo para privatização em Porto Alegre é a Carris, a empresa de transporte público, projeto defendido pelo prefeito Nelson Marchezan Jr. (PSDB) e que precisa da aprovação da maioria dos vereadores para ser concretizada. “A Carris é altamente deficitária, são 50 milhões de déficit por ano e subindo. No passado, o Tribunal de Contas criticou o aumento da participação da Carris no mercado porque quanto mais ela participa, mais aumenta a tarifa. Se quisermos que as passagens fiquem mais baratas, temos que tirar ela do mercado. É a prioridade para privatização, se tiver comprador, ou até liquidação”, sustenta Gomes.

PRONUNCIAMENTO NA CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE

Aliás, não deixem de assistir este vídeo, que mostra com total clareza o péssimo comportamento NADA DEMOCRÁTICO  da turma ligada ao PT e ao Psol, nas galerias da Câmara Municipal de Porto Alegre, durante o pronunciamento do notável vereador Felipe Camozzato, do partido NOVO: 
(https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=552594515092175&id=255630251455271). Um horror!

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MARKET PLACE

  • NOTAS DE ALENTO

    1- O Banco Central elevou sua expectativa para o PIB do ano que vem de 2,2% para 2,6%, assim como reduziu as projeções para o IPCA neste ano de 3,2% para 2,8%, abaixo dos 2,9% previstos na ata da última reunião do Copom. Sobre a Selic, o BC mais uma vez deixou a porta aberta para seguir com os cortes.

    2- Economistas projetam crescimento, em 2018, de R$ 100 bilhões a R$ 120 bilhões nominais em relação à arrecadação federal de 2017. Isto, certamente, se crescimento de 3% do PIB se materializar. (Infomoney)

    3- IPCA-15 sobe 0,35% em dezembro e encerra 2017 acumulando alta de 2,97%, ou seja o menor resultado desde 1998.

    4- País tem o ‘melhor’ déficit externo em 10 anos. No acumulado de janeiro a novembro, que reflete as trocas comerciais, de serviços e de renda do País com o restante do mundo, atingiu US$ 5,42 bilhões, melhor número para o período desde 2007. (Estadão)

  • PNAD CONTÍNUA

    Eis o que informa a PNAD Contínua 2016:

    - 51% da população com 25 anos ou mais do Brasil possuíam apenas o ensino fundamental completo
    Em 2016, cerca de 66,3 milhões de pessoas de 25 anos ou mais de idade (ou 51% da população adulta) tinham concluído apenas o ensino fundamental. Além disso, menos de 20 milhões (ou 15,3% dessa população) haviam concluído o ensino superior.

    - A desigualdade na instrução da população tem caráter regional: no Nordeste, 52,6% sequer haviam concluído o ensino fundamental. No Sudeste, 51,1% tinham pelo menos o ensino médio completo.

    - Ainda entre a população com 25 anos ou mais, no Brasil, apenas 8,8% de pretos ou pardos tinham nível superior, enquanto para os brancos esse percentual era de 22,2%. O nível superior completo era mais frequente entre as mulheres (16,9%) do que entre os homens (13,5%).

    - A taxa de analfabetismo no país foi de 7,2% em 2016 (o que correspondia a 11,8 milhões de analfabetos), variando de 14,8% no Nordeste a 3,6% no Sul. Para pessoas pretas ou pardas, essa taxa (9,9%) era mais que duas vezes a das brancas (4,2%).

FRASE DO DIA

Antes de você falar, ouça Antes de agir, pense. Antes de criticar, conheça. E antes de desistir, tente.