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FRAUDE ORÇAMENTÁRIA

ANO XIV - Nº 007/14 -

CORTE DE RECEITAS

Se o -corte de gastos-, que consensualmente já é considerado como tímido antes mesmo de passar pelo Senado, que ainda por cima dá sinais de que não tem apreço pelas medidas, o que torna a situação ainda mais preocupante é  o -corte de receitas- motivada por uma já evidente desaceleração da economia.

NÚMEROS ABSURDOS

Aliás, antes de admitir que as receitas serão inevitavelmente menores só pelo efeito recessivo, ainda é preciso levar em conta que o Orçamento Geral da União, produzido pelo Executivo -Petista- e aprovado pelo Legislativo -composto de aliados- , não é apenas uma peça de ficção. Trata-se, infelizmente, de um documento repleto de previsões falsas e forçadas, que passam longe das esperanças daqueles que se declaram como mais otimistas. 

ORÇAMENTO IRREAL E FRAUDULENTO

Ou seja, o grande esforço que o ministro Levy vem fazendo para tentar a aprovação das medidas que propõem a redução de gastos do governo, tem como grande objetivo a devida compensação das -falsas receitas-, colocadas de forma irresponsável e ilusória pelo governo do PT (leia-se Guido Mantega à frente) no Orçamento irreal e fraudulento da União. 

AUMENTO DE IMPOSTOS

O fato é que o agravamento da situação, que só os -otimistas doentios- ainda se negavam a aceitar, está fazendo com que as -receitas- sejam ainda bem menores. Como a maioria das -despesas de governo-, depois de aprovadas se tornam impossíveis de reconsideração e/ou arrependimento, principalmente aquelas que dizem respeito a -direitos sociais-, a saída sempre se dá pelo aumento de impostos. Coisa que, infelizmente, nunca vem acompanhada da melhoria do atendimento do serviço que o governo deveria prestar.

REFORMAS

Isto prova, de forma segura, o quanto são inadiáveis as diversas Reformas que venho propondo nesses últimos 20 anos ou mais. Mais do que nunca está provado que aumentar ainda mais a carga tributária torna qualquer empreendimento inviável. Portanto, fazer REFORMAS não significa promover perda de -direitos-, mas tão somente adequar as despesas públicas com aquilo que o governo pode  e deve oferecer de verdade. 

CRECHES

Volto a repetir, e farei isso tantas vezes quanto entender como necessário: até nas maternidades os recém nascidos sabem que se uma economia vai mal e, portanto, não cresce, a situação não melhora com o aumento de impostos. Principalmente, quando a carga tributária já chegou ao ponto de produzir crescimento nulo, ou negativo como acontece no nosso pobre país. 

POSICIONAMENTO

Para concluir repasso uma afirmação feita pelo decepcionado empresário Anton Karl Biedermann, que recentemente deixou a presidência do Conselho Superior da Federasul: - As próprias entidades de classe parecem estar todas com o governo, e algumas delas chegam a ter seus dirigentes como ministros. Assim como uma entidade pode se posicionar?  Duro, não?

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MARKET PLACE

  • CONSUMIDOR

    O índice de confiança do consumidor, elaborado pela FGV, voltou a recuar em maio, mostrando que o resultado positivo de abril não se sustentou. Na comparação com o mês anterior, a confiança recuou 0,6% em maio, após ter subido 3,3% em abril.

    De acordo com a pesquisa, a queda foi determinada pela diminuição da satisfação com a situação presente, principalmente no que se refere à situação financeira das famílias, relacionada à piora do mercado de trabalho, aceleração da inflação e aumento do nível de endividamento dos consumidores. Nesse sentido, o índice de situação atual recuou 1,5% na margem em maio, enquanto o índice de expectativas teve pequena alta de 0,3%.

  • CONSTRUÇÃO

    O índice de confiança da construção, também da FGV, recuou 5,1% entre abril e maio, alcançando o menor nível da série iniciada em julho de 2010. A piora do índice em maio foi decorrente de movimentos desfavoráveis tanto das avaliações em relação ao estado atual dos negócios (-6,2%) quanto das expectativas em relação aos meses seguintes (-4,3%). 

  • MÉXICO

    O Negi (instituto oficial de estatísticas do México) publicou o indicador de vendas no varejo para março, que se situou em 5,5% ano sobre ano, maior do que o consenso do mercado.  Na comparação com o trimestre a trimestre (anualizado), as vendas no varejo acelerou para 9,7% no 1Q15 (de 0,2% no 4Q14).
     

  • DIA DOS NAMORADOS

    Pesquisa para o Dia dos Namorados, encomendada pelo Sindilojas Porto Alegre e pela CDL Porto Alegre, revelou que o ticket médio na data será de R$ 217,83. Em relação ao ano anterior, foi registrado um crescimento de cerca de 8%, mas descontando a inflação acumulada, também em torno de 8%, o valor se mantém em R$ 168,41. A expectativa é introduzir R$ 77,81 milhões no comércio de Porto Alegre pela data comemorativa.
     

FRASE DO DIA

Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros.

Benjamim Franklin