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FELIZES PARA SEMPRE!

ANO XIV - Nº 007/14 -

SEM TEMPO PARA REFORMA

Embora esgotados todos possíveis e imaginados argumentos mostrando, de A a Z, que a PREVIDÊNCIA SOCIAL, além de extremamente INJUSTA é altamente DEFICITÁRIA, isto não conseguiu fazer com que os nossos deputados e senadores se decidissem pela aprovação de uma REFORMA ainda neste ano de 2018. Ou seja, medidas que propõem a redução de GASTOS PÚBLICOS são empurradas com a barriga, sem data para serem apreciadas. 

URGÊNCIA PARA AUMENTO DO DÉFICIT

Entretanto, quando entra em pauta qualquer proposta que, se aprovada, eleva ainda mais o já pavoroso e escancarado DÉFICIT FISCAL, aí a manobra ganha REGIME DE URGÊNCIA. Foi, por exemplo, o que os nossos senadores fizeram recentemente, ao aprovar o vergonhoso AUMENTO DE SALÁRIOS, na ordem de 16,38%, dos já imensamente privilegiados ministros do STF.

EXTENSÃO AOS APOSENTADOS

O que mais enoja, independente do absurdo aumento dos salários, que, inevitavelmente, produzirá um brutal EFEITO CASCATA, levando os GASTOS PÚBLICOS a produzir DÉFICITS INCALCULÁVEIS, é que os nojentos benefícios são estendidos, integralmente, aos já apaniguados APOSENTADOS DO SETOR PÚBLICO, que compõe a PRIMEIRA CLASSE DE BRASILEIROS.

PRODUTORES DE INJUSTIÇAS

Como se isto já não fosse o bastante para deixar os pagadores de impostos revoltados, o que pesa muito para provocar tamanho nojo é o fato de que os nossos magistrados adoram produzir INJUSTIÇAS. Isto está evidenciado:  1- através do tempo para produzir julgamentos;  2- por certas decisões que dão a entender que o julgamento é feito para atender interesses ideológicos próprios e/ou de quem os indicou/escolheu.

DESPESAS BLINDADAS

Como se sabe, o SETOR PÚBLICO BRASILEIRO foi concebido, desde a chegada dos descobridores, para se APROPRIAR DO PRODUTO. Portanto, quando não há PRODUTO SUFICIENTE (PIB) para atender às imposições dos servidores, os governantes tratam, imediatamente, de emitir títulos da dívida, buscando recursos para pagar a FOLHA, tanto dos ATIVOS quanto dos INATIVOS. Simples assim.

PIB E A INDEXAÇÃO

O curioso, para não dizer lamentável, é que o PIB brasileiro caiu mais de 7% nos últimos anos. Ainda assim os MINISTROS DO STF entendem que os 16,38%  representam uma simples INDEXAÇÃO DA INFLAÇÃO.

Ora, como o preço dos PRODUTOS é formado pelo MERCADO (lei da oferta e procura) e não pela inflação oficial (definida pelo governo), o problema INDEXAÇÃO (que deveria ser proibido) fica ainda maior, tanto para quem realmente faz o PRODUTO quanto para quem gostaria de consumi-lo.

Para piorar a situação é sempre bom esclarecer que aumentos de SALÁRIOS DOS ATUAIS SERVIDORES -ATIVOS E INATIVOS- não têm como serem revogados. Mais: DESPESAS DE PESSOAL DO SETOR PÚBLICO, ao serem sancionadas, passam a ser BLINDADAS, para todo o sempre, por CLÁUSULAS PÉTREAS.

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo produzido pelo pensador Ives Gandra Martins com o título:  BOLSONARO – A CAMINHO DO FUTURO -  publicado no Estadão de ontem, 26.11.2018.

    Indiscutivelmente, a vitória do candidato Jair Bolsonaro e de alguns governadores foi a demonstração inequívoca de que o brasileiro se cansou dos governos demagógicos, do aparelhamento do Estado pro domo sua e, principalmente, da corrupção que vicejou na era Lula-Dilma, por mais de dez anos. Sem recursos financeiros, sem alianças partidárias de expressão, sem tempo de televisão e com uma imprensa hostil, venceu candidatos poderosos, partidos dominantes e toda espécie de ataques ideológicos e de grupos enquistados no poder, cujo preconceito ostensivo não abalou os eleitores.

    Seus adversários erraram o alvo. O candidato do PT, por não reconhecer que seu partido proporcionou o maior assalto às contas públicas, nos 13 anos em que governou o País; o candidato do PSDB, por ter atirado no inimigo errado (Bolsonaro, e não Haddad); o candidato no MDB, por ter um discurso mais acadêmico que popular; o candidato do PDT, por ter mostrado instabilidade, navegando da esquerda para a direita na busca de apoio e atacando, com seu estilo às vezes grosseiro, quem não o apoiava; e a candidata da Rede, por continuar, no estilo de Tom Jobim, a lembrar o samba de uma nota só.

    Apenas Amoêdo, que procurou estabelecer inovadora vertente eleitoral, surpreendeu, superando candidatos de expressão.

    Votação semelhante à população de Portugal – 11 milhões de votos – separou Bolsonaro de Fernando Haddad e mostrou que o povo não mais suporta promessas não cumpridas e a corrupção desventrada. Lembro o velho e saudoso amigo Roberto Campos, que dizia que as promessas dos políticos comprometem apenas as pessoas que as ouvem.

    Colocar a Federação dentro do PIB, desaparelhar o Estado, combater a corrupção, ofertar segurança pública e inserir o Brasil no cenário mundial, criando parcerias principalmente com países desenvolvidos – e não países como Cuba, Venezuela e outros vocacionados à ditadura –, esse foi o mote da campanha vitoriosa que elegeu Bolsonaro e alguns governadores que o apoiaram, como João Doria. Todos os candidatos que adotaram o discurso “politicamente correto” para a conquista de eleitores de todos os matizes ficaram a meio do caminho.

    Os desafios, agora, são grandes. As primeiras escolhas de seu Ministério parecem acertadas. Um cientista para Ciência e Tecnologia, mundialmente conhecido. Um juiz para o Ministério da Justiça, ícone do combate à corrupção. Quatro economistas altamente qualificados para a Economia, para o BNDES, o Banco Central e o Tesouro. Uma empresária bem-sucedida e parlamentar para a Agricultura. Um diplomata de carreira para o Itamaraty, livre de teses marxistas ultrapassadas; além de abrir, de imediato, diálogo com os Poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário).

    Nada obstante a crítica dos derrotados e o preconceito dos ideólogos, parece que os primeiros passos do presidente eleito são corretos, convergindo para a formação de uma equipe eficiente.

    O certo é que a eficiência – que não foi a marca dos governos passados – é que determina, hoje, o progresso das nações. Os autodenominados “progressistas” têm suas ideologias ultrapassadas, porque o futuro prometido se coloca a séculos de distância do presente sacrificado.

    Assim é que entre as 20 maiores democracias do mundo não há um país “progressista”. China e Rússia renderam-se aos caminhos capitalistas, para se desenvolverem. As denominadas economias “conservadoras” são todas elas vitoriosas e as “progressistas”, um rotundo fracasso. Venezuela e Cuba talvez sejam os exemplos mais agudos dessa ineficiência.

    Aspecto, entretanto, relevante reside em que a democracia está em constante perigo entre os governos de esquerda, mais preocupados em aparelhar o governo e se manter no poder do que em preservá-la, tendendo, à semelhança de Maduro, Ortega e dos Castros, para a ditadura.

    É de lembrar que os governos “progressistas” dos séculos 20 e 21 provocaram um profundo recuo no desenvolvimento de seus países, sendo, pois, “regressistas”; e todos os governos “conservadores”, por adotarem a economia de mercado, foram “progressistas”, já que provocaram a inserção dos países na realidade do século 21, que exige eficiência.

    A corrupção, por outro lado, tem sido uma constante desses governos “regressistas”.

    Não por outra razão, o casal Ceausescu, na Romênia, vivia nababescamente. Lenin tinha, segundo consta, uma coleção de carros Rolls-Royce e os Castros, ilhas particulares para seu gáudio e bem-estar, enquanto seu povo patinava em salários miseráveis. E o que não dizer do líder endeusado pela presidente do PT, Nicolás Maduro, talvez o maior símbolo da incompetência administrativa, que implantou cruel ditadura para o povo venezuelano.

    Todas essas considerações eu as faço porque estou convencido de que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, está trilhando, apesar das críticas costumeiras dos desalojados do poder, o caminho correto, tendo, a meu ver, a seu favor a disciplina que aprendeu nas Agulhas Negras, hoje gerando oficiais comprometidos com a democracia, com a luta contra a corrupção e, principalmente, com o estrito cumprimento da Constituição. É uma nova geração de militares, cuja formação transcende de muito o conhecimento das artes marciais, para o conhecimento em profundidade da realidade brasileira e mundial. Tal percepção, como velho professor da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército há 29 anos, posso atestar, pois sei que são todos os militares escravos da Carta da República.

    Para o bem do Brasil, que Deus abençoe o novo presidente.

  • DESEJOS DE NATAL

    A rede Bourbon Shopping já deu início a sua nova edição da campanha Desejos de Natal, que há cinco anos marca a celebração do Bourbon Shopping nas festas de fim de ano. Em 2018, a rede sorteará R$ 1 milhão para que os vencedores possam realizar os seus sonhos natalinos. Até o dia 26 de dezembro, os clientes que efetuarem compras nas lojas participantes dos shoppings Bourbon, poderão trocar R$ 500,00 em notas fiscais por um cupom para participar da campanha. No total, serão sorteados 200 prêmios de R$ 5 mil cada, sendo que o valor será creditado em um cartão de débito para compras a serem realizadas nas lojas da rede Bourbon Shopping.

    Os espaços promocionais para a troca das notas fiscais estarão localizados no mall de cada shopping e funcionarão de segunda a domingo, das 10h às 22h, exceto no dia 15 de novembro e 25 de dezembro, feriado de Natal. Os sorteios serão realizados nos dias 27 de dezembro, e 3 e 4 de janeiro de 2019, em cada um dos empreendimentos da rede. Participam da campanha os Bourbon Shopping de Porto Alegre, São Leopoldo, Caxias do Sul e Novo Hamburgo, além do Bourbon Canoas.

FRASE DO DIA

A única solução para o problema dos direitos humanos é o ouvido.

Augusto Pinochet