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EXPERIMENTANDO, ENFIM, O CAPITALISMO

ANO XIV - Nº 007/14 -

CAPITALISMO

Aos poucos, graças ao emprego de uma MATRIZ ECONÔMICA LIBERALIZANTE que conta com o avanço de PRIVATIZAÇÕES E CONCESSÕES,  o povo brasileiro, depois de conviver com tantos insucessos,  produzidos ao longo de 50 anos, por vários governantes  SOCIALISTAS, dá sinais de que está, enfim, disposto a experimentar o CAPITALISMO.

CONTROLE DOS MEIOS DE PRODUÇÃO

No Brasil, vale registrar, o CAPITALISMO, mesmo sem ter sido degustado no nosso empobrecido Brasil, sempre foi muito demonizado. Isto, porque ao longo de várias gerações a maioria das escolas, com forte e constante apoio da mídia, fez com que o povo brasileiro acreditasse, piamente, que o controle dos meios de produção não é tarefa para a iniciativa privada, mas apenas e tão somente ao governo.

DESPERTAR DO SONO PROFUNDO

O despertar deste SONO PROFUNDO, provocado pelas constantes ingestões de DROGAS PESADAS ministradas pelos SOCIALISTAS que tomaram conta das CORPORAÇÕES, tanto do setor público quanto privado, se deu graças aos sons das potentes sirenes disparadas pela eficiente Operação Lava Jato.

CORRUPÇÃO E DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA

Ao acordar, o povo viu, claramente, as milhares de cenas que escancaravam, além de farta CORRUPÇÃO que corria solta por todos os cantos do nosso país, uma forte DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA, cujos efeitos aí estão, como, por exemplo:

EFEITOS INQUESTIONÁVEIS

- DÉFICIT PÚBLICO MONUMENTAL;

- PIB ESTAGNADO;

- DESEMPREGO NAS NUVENS;

- TRANSFERÊNCIA BRUTAL DE DINHEIRO DOS BRASILEIROS PARA PAÍSES COMUNISTAS; etc., etc...

CARTILHA DO FORO DE SÃO PAULO

Como se vê, o que está fazendo com que o povo brasileiro queira, enfim, experimentar o CAPITALISMO não foi o convencimento. Foi o desespero somado ao medo de que o Brasil viesse a entrar no redemoinho que levou a Venezuela e outros países comunistas à DESTRUIÇÃO ECONÔMICA, como manda a Cartilha da Organização Comunista - FORO DE SÃO PAULO-.

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o texto do pensador Percival Puggina -O SILENCIOSO GRITO DO ATRASO-

              O atraso grita no silêncio, fala aos olhos e expressa escolhas. Há muitos anos o Brasil, por avenidas tão largas quanto indiretas, vem optando pelo atraso.

              A história dá vida aos nossos equívocos. Tem sido sistematicamente audível a opção preferencial dos brasileiros por uma ideologia que fala enternecida sobre os pobres e os produz em proporções demográficas. Por isso, com aquelas inexpugnáveis certezas que a análise marxista estabelece, politizamos todo o ambiente cultural. Impuseram-nos associações mentais entre o privado e a ganância, entre o público e a solicitude, entre igualdade e justiça. E disso redundou uma inexcedível fé no Estado. Reverenciamos quem pretende acabar com a pobreza mediante farta conversa fiada e tal discurso eleva o orador a um padrão moral superior. Quantas vezes, falando entre pessoas esclarecidas, percebi entranhado nelas o conceito de que o igualitarismo seria um desejável horizonte para a organização social!

              Durante décadas me incluí entre os raros autores brasileiros a combater aquelas ideias. Tempos em que “liberal” e “conservador” eram xingamentos. Tempos em que ser “de direita” definia um tipo marginal da política. Roberto Campos estava errado. Meira Penna estava errado. Leonardo Boff e João Pedro Stédile estavam certos. Sobre isso nascia e crescia o ruído. Mas o atraso vinha de arrasto, silencioso.

              É hora de abrir as janelas! Observem as economias desenvolvidas e as que saíram do atraso e cresceram mediante opções pela prosperidade, pelas potencialidades de seu próprio povo. E nós, país onde a pobreza parece ser objetivo e a riqueza um mal dispensável e desprezível, ostentamos um Índice de Desenvolvimento Humano que nos coloca em 79º lugar entre os povos da terra. Nosso índice de liberdade econômica nos guarda a posição 153 entre 180 países.

              Sobre o silêncio do atraso, dá vontade de gritar o nome de Irineu Evangelista de Souza, nosso Barão de Mauá, o maior empreendedor de nossa história. Defensor do liberalismo econômico, empregava operários, combatia a escravidão, construía as próprias ferrovias e hidrovias, criou indústrias e empreendimentos comerciais em vários países, abriu o próprio banco e alcançou tamanha fortuna que o balanço de suas empresas se tornou muito maior do que o orçamento do Império. Fez-se o silêncio sobre o que sobreveio às pressões que o destruíram.

              As últimas décadas adubaram o atraso. As ideias de liberdade foram sistematicamente sepultadas em favor de um Estado de porte crescente. Teoricamente, na Constituinte de 1988, o Brasil comprou o projeto de sair da pobreza mediante a constitucionalização de um Estado de Bem Estar Social. Sim, fizemos isso! Para sustentá-lo instituíram-se novos impostos, tomando dinheiro da sociedade, que ficou mais pobre e, na sequência, crescentemente endividada através do Estado. Como é que não o previmos?

    O atraso é silencioso. A ruptura com a tradição, também. A burrice, contudo, é estridente. Vivemos dias decisivos. São grandes as possibilidades de recuperarmos as liberdades que perdemos para o Estado e de buscar os valores morais que, tombados no caminho, nos tornaram ridiculamente liberais em tudo que não convém, sob a servidão do politicamente correto.

    Finalmente, creio, o atraso se faz ouvir.

FRASE DO DIA

Os miseráveis não têm outro remédio a não ser a esperança.

William Shakespeare