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ESPECULAÇÕES SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS DO CORONAVÍRUS

ANO XIV - Nº 007/14 -

CORONAVÍRUS

Por mais que existam assuntos de grande importância para serem abordados, o fato é que todas as atenções, do mundo todo, estão voltadas para o grande problemão de saúde pública denominado CORONAVÍRUS. Como estamos diante de uma DOENÇA NOVA, cujo tratamento específico ainda totalmente desconhecido, isto torna muito fértil o terreno das mais variadas ESPECULAÇÕES, tanto das CAUSAS quanto, principalmente, dos EFEITOS econômicos da epidemia.  

ESPECULAÇÕES

Pois, considerando que o momento é muito propício para as ESPECULAÇÕES, antes de tudo é importante que se leve em conta que os chineses nada têm de bobos. Ao contrário, o que mais sobra naquele país é muito preparo e excepcional inteligência, principalmente para produzir e comerciar. Como tal é importante considerar que os chineses vão tratar de tirar o máximo proveito dos males provocados pelo CORONAVÍRUS.

A CONTA VAI PARA OS EXPORTADORES

Sabendo que os prejuízos das paralisações e/ou quarentenas serão de grande monta, a preocupação -econômica- é fazer com que todos aqueles que exportam seus produtos paguem a alta conta através de uma substancial redução de preços das commodities. Além disso já estão revendo vários pontos de contratos de importação de inúmeros produtos. 

18% DA POPULAÇÃO MUNDIAL

Mais: considerando, por exemplo, que a China abriga algo como 18% da população mundial, e só por aí se vê obrigada a importar uma quantidade enorme de -commodities agrícolas- para satisfazer à sua enorme população, há que se reconhecer -ESPECULATIVAMENTE- que a queda de preços das mercadorias ofertadas mundo afora, provocada pelo CORONAVÍRUS, está sendo altamente benéfica para os chineses.

AJUDA DA MÍDIA SENSACIONALISTA

Ora, como o CORONAVÍRUS, queiram ou não, já se tornou um CASE MUNDIAL, e a China tem perfeita noção do seu forte poderio, a lógica do raciocínio diz, claramente, que os chineses farão de tudo para tirar proveito do PÂNICO que se instalou no mundo todo, com a ajuda monumental da mídia sensacionalista.

IDEOGRAMA CHINÊS

Volto a afirmar: como os chineses não são bobos e sabem muito bem o quanto o mundo todo  precisa vender para a China, por certo que vão mandar boa parte da conta do CORONAVÍRUS para seus fornecedores.

Arrisco a dizer que queda dos preços das commodities e/ou produtos processados será muito maior do que o tamanho da redução do PIB chinês. Ou seja, o CORONAVÍRUS tem tudo para dar  lucro para os espertos e inteligentes chineses. 

Ah, sem esquecer do milenar IDEOGRAMA CHINÊS que diz: - toda CRISE é o momento em que há PERIGO E MEDO,  mas também é o momento em que há OPORTUNIDADE. 

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o texto do pensador e economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos - ATÉ QUANDO? -

    Quando o então ministro Ruy Barbosa em 1890 criou os tribunais de contas tinha em mente o controle e a moralidade na administração pública.

    Passados 130 anos, se ele fosse vivo, estaria totalmente decepcionado, por ver o órgão de seus sonhos interpretando leis para retirar-lhe a eficácia, como foi o caso da retirada de vários itens da despesa com pessoal da lei de responsabilidade fiscal, para, com isso, fugirem dos limites estabelecidos por ela. O resultado disso foi que quase todos os estados estão quebrados ou quase isso, o que não aconteceria se os limites citados fossem calculados de acordo com os critérios da citada lei.

    O Estado do RS está tendo dificuldade para aderir ao Regime de Recuperação fiscal, para o que deveria comprometer 70% da receita líquida com pessoal mais dívida. E só com pessoal despende mais de 70%, só que por interpretação do nosso Tribunal de Contas despende apenas 54%.

    Hoje a imprensa noticia o pagamento para conselheiros e procuradores que variam de R$ 684 mil a R$ 78 mil, a título de indenização por licenças-prêmios e férias, por parte desse órgão.

    Licença prêmio, mesmo que legal, é uma despesa injustificável e em boa hora foi extinta no ano passado. Já as férias, não dá para entender, quando há os auditores substitutos de conselheiros. Duvido que o Tribunal julgasse normal em suas auditorias um procedimento semelhante praticado por outro órgão.

    Além de tudo, foi um ato extemporâneo, porque praticado num momento em que o governo Estado, visando corrigir déficit potencial de mais de R$ 8 bilhões, está encaminhando reformas, em que muitas delas suspende direitos futuros dos servidores, que estão com salários atrasados há mais de três anos. Certas categorias que exercem funções fundamentais, como a do magistério, estão há cinco anos sem reajuste.

    O mais lamentável é que aqueles que mais deviam zelar pelos bons costumes e práticas administrativas louváveis são os primeiros a desrespeitá-los. Até quando esses abusos? 

  • FICAR EM CRÉDITO

    Eis o oportuno texto do empresário Silvio Sibemberg - FICAR "EM CRÉDITO" -

    Poucas coisas são tão terceiro mundo quanto uma certa prática do nosso comércio. Não gostam de trocas e quando se vem sem opção deixam “em crédito” para uma futura compra o valor do produto objeto da devolução.
    Acontece que em raríssimos casos o cliente tem escolha entre outros itens da loja. Comprou aquele, não está afim de outro. Ponto final. Obrigá-lo a usar ou manter o tal “crédito” é, via de regra, tiro no pé.

    Seria muito mais simpático, como ocorre no primeiro mundo, simplesmente aceitar a devolução e restituir o dinheiro ao cliente. Sem essa que é complicado, que existem problemas fiscais, etc. Não é verdade. O lojista que não pratica essa modalidade não o faz por que não quer. Simples assim.

    Pior é que pensa que assim mantém o cliente e faz com que opte por outra coisa e não precise fazer o desencaixe de valor. Ledo engano. O cliente detesta essa obrigação de ficar com o tal crédito e ter que usá-lo. Ah, ainda por cima dão prazo para que a troca ocorra. Castigo neles. “Onde já se viu não querer mais por isso ou por aquilo? Ou troca logo ou perde o valor". É o que dizem ao cliente...

    Na real quem perde em qualquer hipótese é o lojista. O estabelecimento perde amiúde o cliente que fica indignado com a obrigação que lhe é imposta. Com o “ter que escolher outra coisa” dentro do prazo que lhe foi concedido pelo lojista algoz. A simples devolução do valor pago além de mais simpática é mais simples do que manter sob controle o tal crédito originário da devolução. Para ambos.

    Esse tipo de penalização que nosso comércio ainda pratica é medieval. O cliente culpado de ter se arrependido da compra ou não ter gostado de um presente recebido é literalmente condenado a ficar dependente da loja. Sim, dependente, mas não mais cliente. Quem trata assim seus consumidores não se dá conta que essa política pode afastar definitivamente o cliente. Além de antipática é burra.

    Lá fora a devolução de qualquer coisa gera imediato crédito no mesmo cartão usado quando da compra. Leva três minutos. Quase tão rápida quanto a operação de checkout quando da compra. Ah, algumas lojas concedem até um ano para a devolução. E não fazem trocas, é bem menos trabalhoso para eles receber o produto de volta e deixar o cliente a vontade para, se quiser, fazer outra compra ou não.
    Mas isso já é querer demais. Vamos nos contentar com a possível mudança da cultura vigente nos nossos “bolichos”.

    O que surpreende é a quase absoluta falta de percepção de nosso comércio de quanto essa prática de aceitar a devolução e devolver o dinheiro ou o crédito no cartão fideliza clientes. A custo insignificante.

    Lembro bem a alegria estampada no rosto dos clientes quando, na Gang, há 30 anos, paramos de pedir documento de identidade para quem pagava com cheque. A demonstração de confiança gerava satisfação imediata e com certeza fidelização. As pessoas gostam de se sentir acreditadas. Calote? Não tomamos nenhum.

    Voltando as devoluções; a manutenção do cliente é mais significativa do que o valor em jogo. Se o cliente está devolvendo o mais importante é descobrir o porquê do que criar resistências e obstáculos. As razões que o levaram a trazer de volta o produto. Onde erramos é a pergunta que cabe ao lojista.

    E não esqueça de agradecer ao cliente por lhe conceder essa oportunidade.

  • FÉRIAS DE VERÃO

    O Bourbon Wallig e o Bourbon Novo Hamburgo estão cheios de atrações para que diferentes públicos possam se divertir nas férias de verão. Em Porto Alegre, quem gosta de praticar atividades físicas ou aproveitar o tempo livre a céu aberto, pode visitar gratuitamente o Distrito Bourbon, praça localizada ao lado do Bourbon Wallig dedicada à prática de esportes e ao entretenimento. O local possui, em sua estrutura, pista de skate, parede de multiatividades, tênis de mesa, jogos de piso, quadras de beach tênis e beach vôlei, além de várias outras atividades. O espaço é ideal para se passar um dia ao ar livre com a família, e permite, inclusive, a entrada de cães de pequeno e médio porte.

    Os pequenos também poderão se divertir na Gym Kids, uma academia que mistura brincadeira com atividades físicas pensadas especialmente para crianças. Com a presença de professores especializados, a atração busca incentivar as crianças a movimentarem o corpo, mostrando que a prática de atividades físicas também pode ser muito divertida. As atividades, voltadas para crianças entre oito meses e 12 anos, estimulam a coordenação motora, agilidade, flexibilidade, autoconfiança e interação em grupo. No Fire Jump, um parque temático de camas elásticas, crianças e adultos poderão se divertir em um parque que apresenta 170m² de camas elásticas, com trampolins profissionais de diversos tamanhos e formatos, proporcionando os mais diversos saltos, pulos e piruetas. Além da brincadeira, o Fire Jump também estimula o raciocínio e a prática de esportes físicos.

    Para quem curte ou quer conhecer os jogos de imersão, o Bourbon Wallig apresenta uma opção ideal com o stand de realidade virtual Arena VR, da Real Games. O espaço apresenta para seus frequentadores a possibilidade de se aventurar em outros universos sem sair do lugar. Através do uso de alta tecnologia, com o uso de óculos e controles HTC Vive e simuladores de movimento BS Motion, os games transportam os jogadores para passeios no fundo do mar, jogos de combate e corridas especiais. A maior parte dos games são jogados individualmente, mas os jogos de corrida e de esportes permitem a interação dos usuários e podem ser jogados em duplas.

    Aqueles que preferem velocidade e emoção, podem conferir o Top Speed Kart, uma pista de corrida de 890 metros instalada no 5º andar do estacionamento do shopping. Ao todo, são 14 karts disponíveis, com motores de 8.0 HP e que chegam a 60 km/h. A atividade é ideal para reunir os amigos e marcar uma ida em grupo, pois a atração permite agendamento de turmas de até 14 pessoas. As corridas em grupo incluem prêmios especiais para os participantes, que vão desde sorvetes até medalhas.

    Bourbon Novo Hamburgo
    Algumas atrações que estão no Bourbon Wallig também podem ser conferidas no Bourbon Novo Hamburgo, como é o caso da piscina de bolinhas gigante e do Trem Mágico.

    Com mais de 260 mil bolinhas, a piscina de bolinhas gigante do Bourbon Wallig e do Bourbon Novo Hamburgo traz para os shoppings o clima jurássico. Crianças e adultos poderão se divertir no Dino’s Towers que coloca à disposição do público, além das bolinhas, a Mega Torre, o Giro Radical, o Dino Play, um brinquedo inflável de Jacaré e o escorregador sapo, tudo no clima do ambiente dos dinossauros.

    E que tal passear pelos shoppings de um jeito ainda mais divertido? Os clientes e as crianças que forem ao Bourbon Wallig e Bourbon Novo Hamburgo poderão curtir um animado circuito em um trenzinho que percorre os corredores dos empreendimentos. Para fazer parte do passeio, basta adquirir os bilhetes na estação do Trem Mágico.

FRASE DO DIA

A experiência é o nome que damos aos nossos erros.

Oscar Wilde