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EMPRESAS BRASILEIRAS QUITAM DÍVIDAS NO EXTERIOR

ANO XIV - Nº 007/14 -

DESINFORMADOS PELA MÍDIA

Como o editorial da última 6ª feira -O QUE ESTÁ POR TRÁS DO FLUXO CAMBIAL NEGATIVO-, foi alvo de inúmeras manifestações de leitores que se consideram -DESINFORMADOS PELA MÍDIA-, volto ao tema com algumas contribuições que recebi para melhor esclarecer o importante tema.

SALDAR DÍVIDAS EXTERNAS

Uma delas, como bem lembra Cláudio Berquó, leitor atento do Ponto Critico, é que empresas com DÍVIDAS EM DÓLAR, neste momento em que as TAXAS DE JUROS estão caindo bastante no Brasil, estão fechando câmbio com o propósito de saldar, ou amortizar, DÍVIDAS CONTRAÍDAS NO EXTERIOR. Detalhe: os recursos para tanto têm origem na emissão de debêntures em REAIS. 

MERCADO DE RENDA FIXA

Berquó completa: o investidor de portfólio não está vindo para o Brasil ainda, porque está esperando, com total razão, as REFORMAS MAIS SÉRIAS E CONSISTENTES. Além disso é bom lembrar que o mercado americano está bombando. Some-se aí que o nosso mercado de RENDA FIXA (com a importante queda dos juros) está sofrendo uma forte concorrência externa, inclusive dos EUA. 

INVESTIMENTOS

Antes que alguns leitores mais apressados entendam que o Brasil corre um sério risco de continuar sofrendo uma grande debandada de dólares é importante que se tenha em mente que os recursos destinados, não para a RENDA FIXA, mas para INVESTIMENTOS, seguem na mira dos  investidores com visão de longo prazo. 

SUBSTITUIÇÃO

Aliás, lá atrás, quando o presidente Bolsonaro ainda era candidato à presidência, o já definido ministro da Economia Paulo Guedes disse, alto e bom tom, inúmeras vezes, que a DEPENDÊNCIA do dinheiro estrangeiro para o financiamento do -DÉFICIT PÚBLICO DO BRASIL- seria, na medida do possível, substituída por  INVESTIMENTOS. 

MARCO REGULATÓRIO

Como os interesses de cada tipo de investidor são diversos, enquanto batem em retirada aqueles que estão voltados para a RENDA FIXA, os interessados em INVESTIMENTOS, que veem nos dividendos resultados melhores do que os juros em títulos públicos, ficam no aguardo dos editais de venda e/ou concessões com olho fixo no imprescindível MARCO REGULATÓRIO. 

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o texto do pensador Percival Puggina -A CORRUPÇÃO EM VERTIGEM-:

             Para entender o caminho percorrido por um documentário mistificador até postular sua inscrição na disputa da estatueta dourada de Hollywood basta erguer a ponta de alguns tapetes elegantes e dar uma espiada. À exceção dos brasileiros que mantenham com a mentira e a falsidade uma relação de interesse político ou econômico todos sabem o quanto o Brasil foi roubado por aqueles que monopolizaram o poder nas últimas décadas. Graças à Operação Lava Jato, veio à tona a maior bandalheira institucionalizada da história universal.

             Essa corrupção, nunca é demais lembrar, fraudou eleições em todo o país, corrompeu a representação popular e pôs a democracia efetivamente em vertigem. Roubando da nação, proporcionou sucessivos mandatos a criminosos em eleições federais, estaduais e municipais. A democracia brasileira apodreceu no pé. Muitas dessas frutas danificadas, bichadas, foram ao solo no pleito de 2018 sob ação da vassoura eleitoral. Claramente, porém, entre os que voltaram e os que chegaram ainda sobrou muito bandido com diploma. Mas nada disso põe a democracia em vertigem no documentário de dona Petra Costa. Quem o faz é o constitucionalíssimo impeachment de Dilma, supervisionado pelo presidente do STF, amigo da presidente cassada.

             Fato: para a banda podre, não há urgência nacional ou premência superior à envolvida na aprovação de leis que criem obstáculos à persecução penal nos crimes de corrupção ativa, passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. E haja tapete! E haja vertigem. Na dúvida, basta lembrar a coerência instrumental que une:

    · os maus tratos do Congresso às Dez Medidas de Combate à Corrupção;
    · as emendas ao Pacote Anticrime de Sérgio Moro;
    · a inoportuna deliberação do Supremo, que praticamente inviabilizou a prisão após condenação em segunda instância e jogou no lixo seco a justiça de 2º grau;
    · a lei de "abuso de autoridade";
    · a criação do juízo de garantias;
    · a decisão de retomar os processos cujas alegações finais não concederam à parte denunciada o direito de falar em último lugar (uma irrelevância cuja única serventia foi a de soltar os amigos);
    · o empenho em impedir o acesso dos órgãos de persecução penal aos relatórios do COAF.
    Bem menos do que isso credenciaria importantes autoridades da República a comendas da Ordem do Capeta por malefícios prestados à nação. A corrupção luta com todos os meios possíveis. Dona Petra Costa, por exemplo, pisa na ponta do tapete da Andrade Gutierrez para fazer seu documentário ao gosto de Hollywood.

    É preciso entender, contudo, que a peça chega à disputa do Oscar na etapa final de descomunal mistificação, em conformidade com os usos e costumes da esquerda mundial, cuja solidariedade estratégica chega a ser comovente. Nesse ambiente, dito cultural, os prêmios e as medalhas são reais, carinhosos e generosos como costumam ser as ações entre amigos.

    Em agosto de 2019, o jornal italiano La Repubblica abriu manchete com algo do tipo "O mundo contra Bolsonaro". Uau! Matérias semelhantes se somavam no exterior, sempre em jornais de esquerda, como New York Times, Le Monde, El país, The Guardian, Neues Deutschland, entre outros. Seus conteúdos põem foco negativo na política do governo brasileiro, que aplica o programa conservador e liberal democraticamente consagrado nas urnas. Esse programa rejeita aquilo que a esquerda mundial corteja e rotula como progressista: governos corruptos, ditadores, terroristas, antiocidentais e radicais islâmicos. Toda notícia contra o Brasil e seu governo publicada nesses veículos repercute na nossa imprensa como leitura "europeia e civilizada" da realidade nacional. Dê uma olhada no Google: uma nota em qualquer jornal esquerdista lá fora produz duas dúzias de notícias em grandes jornais brasileiros. Legítima jogada ensaiada.

    A imprensa nacional não poderia, então, contestar as mistificações do documentário? É uma boa pergunta, com respostas assustadoras. A divisão política da sociedade brasileira tornou-se evidente ao senso comum. A longa e bem sucedida criação de animosidades entre segmentos sociais por obra do grupo político esquerdista hegemônico no Brasil até 2016 só é lembrada, no entanto, por quem tem neurônios, memória e juízo. Por isso, é oportuno sublinhar que as fingidas reclamações contra a divisão, atribuída ao surgimento de movimentos políticos conservadores e liberais, provêm de quem não se peja de fomentar esse sentimento em prejuízo do país, valendo-se de suas parcerias internacionais. As tribos de Los Angeles servem muito bem para isso, como se sabe.

  • VERÃO PREMIADO - CARTÕES ZAFFARI E BOURBON CARD

    Os cartões Zaffari Card e Bourbon Card começam o ano com novidades. A partir do dia 14 de janeiro, a cada R$ 250,00 em compras realizadas com os cartões na rede Zaffari Bourbon, os portadores dos cartões concorrem a 10 vale-compras no valor de R$ 10 mil cada.

    A campanha, intitulada Verão Premiado, acontece até o dia 1º de março, e os clientes recebem os números da sorte para participar do sorteio de forma automática, sem a necessidade de trocas por cupom. Durante os 47 dias da ação, também acontecem datas especiais nas quais os números de sorte serão gerados em dobro, triplo ou quádruplo, ampliando assim as chances dos clientes de ganhar os prêmios.

    As compras são cumulativas e para a geração dos números da sorte são somadas as compras do cliente titular e também as dos clientes adicionais vinculados à mesma conta. Através do app Zaffari e Bourbon, o cliente pode saber quanto falta para a geração de um novo número da sorte. A consulta sobre quantos números da sorte já possui pode ser realizada pelo app e também nas lojas Zaffari e Bourbon, ou pelo SAC (4004 1224). O sorteio ocorrerá pela Loteria Federal no dia quatro de março. O regulamento completo pode ser acessado no site www.zaffaricard.com.br.
     

  • PODE?

    Os ex-presidentes da República: Sarney, Collor, Fernando Henrique, Lula, Dilma e Temer - são seis - ganharam carro novo. O custo total foi de R$ 650 mil. A lei obriga. Eles têm dois carros, dois motoristas, dois assessores, seguranças... dá oito pessoas!


    Como é que a gente fica pagando isso? Olha o exemplo da Inglaterra, da monarquia inglesa: o Harry e a Meghan estão largando as tarefas da monarquia e vão ter que devolver dinheiro, inclusive os R$ 13 milhões da reforma da casa em que eles iam morar. Eles vão para o Canadá, vão perder o título de alteza real, a representatividade e o subsídio também.

    Aqui não é assim. Aqui, segundo o presidente da Câmara, 194 filhas solteiras de ex-parlamentares ganham uma média de R$ 13 mil por mês de pensão. Isso embora não exista mais a lei, que foi revogada no ano 2000. Mas quem já tinha direito ao benefício ainda recebe. O Supremo Tribunal Federal diz que isso é direito adquirido. Uma coisa incrível." (Alexandre Garcia)

FRASE DO DIA

Todo homem, por natureza, quer saber.

Aristóteles