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DISCURSO SOB MEDIDA

ANO XIV - Nº 007/14 -

SOB MEDIDA

O economista Paulo Guedes, desde o momento em que foi anunciado ministro da Economia do governo Bolsonaro, caso o deputado venha a se eleger presidente, tem um discurso sob medida para tirar o Brasil do atoleiro-fiscal, além de recuperar o Grau de Investimento. 

DESCONFIADO

O que me deixa intrigado e/ou desconfiado é que Jair Bolsonaro, que reage a tudo e a todos sempre com muita franqueza, não diz, em momento algum, se aprova ou não as corretas e necessárias propostas LIBERAIS  que Paulo Guedes expõe, com absoluta clareza, quando perguntado.

OTIMISTAS RACIONAIS

Bom seria, no meu ponto de vista, que o economista Paulo Guedes fosse o candidato a presidente, e Jair Bolsonaro o seu ministro da Defesa. Esta simples troca de comando -chefe/comandado- colocaria o Brasil numa situação bem mais confiável, contribuindo sobremaneira para fazer dos brasileiros OTIMISTAS RACIONAIS.

RECEITUÁRIO LIBERAL

Na real, sem meias palavras, Guedes não diz as coisas certas e necessárias para o Brasil só porque ostenta o diploma de economista. O que realmente encanta e faz a diferença, nas palavras ditas e repetidas pelo economista, é o seu RECEITUÁRIO LIBERAL, que o Brasil, desde sempre, se recusa a experimentar. 

SISTEMAS EXPERIMENTADOS

Observem o seguinte: com a chegada da Corte, em 1808, o Brasil viveu um período de puro ABSOLUTISMO. Ao retornar a Portugal, em 1822, o Brasil passou a viver o mais puro MERCANTILISMO (conchavo entre governante e empresários). Com a República, sem prejuízo do Mercantilismo o país passou a intercalar períodos de PSEUDO CAPITALISMO com períodos de SOCIALISMO. E, nos últimos anos, para desespero geral, o Brasil conheceu de perto o destruidor NEOCOMUNISMO PETISTA.

LIBERALISMO

Portanto, desde o momento em que os portugueses chegaram na costa brasileira, em 1500, o nosso empobrecido Brasil só não experimentou o que produz crescimento e desenvolvimento de longo prazo, ou seja, o LIBERALISMO. Como Paulo Guedes defende este correto receituário LIBERAL, melhor seria se fosse eleito presidente do Brasil.  

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo do pensador Percival Puggina, com o título -UMA TRÉGUA À HIPOCRISIA, POR FAVOR!-:

    Existem correntes políticas e jurídicas sem qualquer entusiasmo para combater a criminalidade. Precisam dela para “justificação” de malsucedidas teses sócio-políticas e econômicas. Parte importante de sua tarefa, aliás, consiste em convencer as pessoas de que a criminalidade é subproduto da desigualdade social. E sabem que quem acreditar nisso estará assumindo, também, que basta implantar o socialismo para a harmonia e a paz reinarem entre os homens. Sim, sim, claro...

    Num dos primeiros atos da intervenção das Forças Armadas no Rio de Janeiro, moradores da vila Kennedy, Vila Aliança e Coreia foram objeto de abordagem de rua com identificação para verificação de antecedentes criminais. A operação começou bem cedo, na manhã do dia 23 de fevereiro. Mais de três mil soldados retiraram barricadas instaladas pelos criminosos e passaram a fazer a identificação dos transeuntes. Enquanto isso, solicitavam aos moradores, por alto-falantes, que colaborassem com a operação denunciando traficantes.

    Os defensores de direitos humanos, membros da defensoria pública e representantes da OAB-RJ logo se apresentaram para reprovar o que designavam como criminalização da pobreza e grave violação de garantias constitucionais. O Comando Militar do Leste discordou: “Trata-se de um procedimento feito regularmente, legal, cuja finalidade é acelerar a checagem nos bancos de dados da Segurança Pública”. Ademais, o tipo de operação está previsto no Decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) assinado por Temer em 28 de julho de 2017.

    Comprova-se o que afirmei no primeiro parágrafo acima. De um lado, os traficantes, os barões do crime, os comandantes das facções se escondem nas favelas valendo-se da proteção que tais conglomerados proporcionam. De outro, entidades e instituições com orientação esquerdista, ou autorrotuladas como defensoras de direitos humanos, buscam inviabilizar a ação policial onde necessária e urgente. Mesmo uma simples identificação é apontada como perturbadora e ofensiva à dignidade daquelas populações. Na próxima vez que me pararem no trânsito devo convocar a OAB e a Defensoria Pública?

    Pergunto: onde se escondem essas instituições e as tais comissões de “direitos humanos e cidadania” quando armas de guerra ceifam vidas inocentes nessas mesmas comunidades? Entre tiroteios, balas perdidas e rajadas de metralhadora, e uma simples identificação de rua, qual deve ser a escolha de uma mente sadia? Ora, senhores! Trégua ao cinismo e à hipocrisia, por favor! Querem prender criminosos mediante intimação por edital, carta registrada, telefone?

    Só uma profunda desonestidade intelectual pode justificar o argumento de que operação desse tipo não aconteceria no Leblon. Bandidos devem ser buscados onde habitualmente se escondem. A decisão de realizar operações cá ou lá não é tomada por preconceito, mas por estatística.

  • ESPAÇO CRIPTOMOEDAS (MOEDAS DIGITAIS)

    Eis o comentário produzido pelo especialista Rudá Pellini:

    Um dos temas em destaque da semana foi o lançamento de uma criptomoeda por parte do governo ditatorial da Venezuela.

    Comento abaixo:

    Na última semana teve início a pré-venda de uma criptomoeda venezuelana, lançada pelo ditador Maduro e supostamente lastreada em petróleo.

    Em tese, será a primeira criptomoeda lastreada por petróleo, mas ocorre que lendo as informações técnicas disponíveis (http://www.elpetro.gob.ve/Whitepaper_Petro_en.pdf) surgem algumas inconformidades:

    - Serão criados 100 milhões de unidades de Petros e segundo o governo mais Petros não podem ser emitidos. Usando como base a confiabilidade que se tem no protocolo do Bitcoin, com limite de emissão e a desconfiança em relação ao governo de Maduro, o limite faz sentido, já que difere-se do Bolívar.

    - O problema maior começa quando entendemos a equação sobre o valor da moeda. Na fórmula (que pode ser acessada pelo link acima) tanto o Bolívar como o Petro são divididos por eles mesmos, utilizando-se de um valor "N" constante decidido pelo governo.

    - Outro ponto relevante é que os valores base para câmbio são os valores oficiais do governo, que já são conhecidos por não corresponderem com a realidade.

    Na prática, o que seria lastreado em petróleo venezuelano e serviria para que Maduro pudesse financiar sua ditadura evitando os embargos econômicos é mais uma promessa do próprio ditador de que comprará a moeda em Exchanges do governo ao preço que o próprio governo praticar. Mais do mesmo.

    Sobre a parte técnica, ainda não há nenhum indício de desenvolvimento de código ou plataforma que será usada para desenvolvimento. Comum no mercado de criptomoedas, para que se tenha confiabilidade é a transparência em relação aos códigos, desenvolvimentos, etc, com informações abertas ao público e auditáveis.

    O mais interessante é que o surgimento das criptomoedas em 2008 foi baseado no ideal libertário e anarco-capitalista, com o propósito de dar liberdade à população e para que eventualmente pudessem desviar-se de bloqueios impostos pelo Estado. O Bitcoin, inclusive, está sendo usado amplamente na Venezuela pela população como meio de troca e proteção de capital. Ocorre que esse ideal libertário é incompatível com um governo ditatorial e agora está tentando usar de uma estrutura que fornece liberdade para reprimir e continuar financiando-se.

    Essa iniciativa só funcionará se houver "pagões" por essa criptomoeda e, mesmo havendo rumores de mais de 700 milhões de dólares de arrecadação na pré-venda (não acredite neste número), acredito que será um grande fracasso. Pra quem simpatiza com o governo venezuelano ou quer especular e ainda pensa em investir em Petro, um aviso: o governo dos Estados Unidos já anunciou que investigará compradores da moeda.

     

  • PÁSCOA REFORMULADA

    Sempre dispostos a presentear familiares e pessoas do seu convívio em datas festivas, os consumidores gaúchos encontrarão uma gama maior de opções para contemplar os entes queridos nesta Páscoa. É o que aponta estudo desenvolvido pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas).  Segundo a pesquisa, os supermercados gaúchos estão otimistas, e projetam uma alta de 8% nas vendas de produtos típicos nesta Páscoa na comparação com o ano passado. A readequação dos supermercados para esta Páscoa passa por modificações instituídas pela indústria - as parreiras de ovos deverão ser menores, com menos chocolates grandes e com versões mais baratas. Neste ano, estão em evidência ovos de até R$ 19,90, com menor gramatura e menos brinquedos dentro. Muitos supermercados vão fazer kits para presente, e apostar também na venda de brinquedos fora dos ovos.

  • LIQUIDA PORTO ALEGRE

    A 22ª edição do Liquida Porto Alegre, promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA), movimentou aproximadamente R$ 1,2 bilhão em vendas – 5% a mais do que em 2017. Com o maior número de adesões já registrados na mais tradicional campanha de descontos do Sul do País, cerca de 3,4 mil lojas ofereceram promoções no período de 16 a 26 de fevereiro. Além de condições especiais, as empresas participantes deram descontos de até 70% em produtos e serviços.  O resultado superou as expectativas do setor, que projetava um incremento de 3,7% neste ano.

FRASE DO DIA

Com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo e bem feito.

Pitágoras