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CORRUPÇÃO, IMPUNIDADE E SOCIALISMO

ANO XIV - Nº 007/14 -

POPULISMO PETISTA

Nesta quarta-feira, enquanto o Brasil todo aguarda a decisão do péssimo e comprometido STF, cuja maioria dos ministros já deu clara demonstração de que vai livrar a barra do condenado Lula, resolvi escrever este editorial com o propósito de ajudar aqueles que tiveram o cérebro afetado pelo POPULISMO SOCIALISTA PETISTA.

PESQUISAS

Observem, por exemplo, o que dizem as pesquisas realizadas pelos mais diversos institutos: em todas elas a maioria do povo brasileiro, formada por consumidores, produtores e comerciantes, coloca a CORRUPÇÃO e a IMPUNIDADE em primeiro lugar entre os males terríveis que levaram o Brasil a beijar a lona do caos. 

ESQUERDA FESTIVA

Pois, mesmo  que a CORRUPÇÃO e a IMPUNIDADE não devam ser toleradas em hipótese alguma, é preciso entender que apesar do estrago que proporcionaram nas contas públicas, esta perda considerada como insignificante  se comparada com o estrago provocado pela Matriz Econômica Bolivariana, que não por acaso contou sempre com apoio irrestrito dos SOCIALISTAS da ESQUERDA FESTIVA, composta pelo PDT, PSOL, PCdoB, etc.  

ESQUERDA E DIREITA SÃO SOCIALISTAS

Aliás, fazendo um parêntese sobre esta questão, é preciso deixar claro que o Brasil sempre foi governado por SOCIALISTAS. Tanto de ESQUERDA quanto de DIREITA. Enquanto a turma da ESQUERDA, por princípio, defende que os meios de produção e de distribuição devem ficar nas mãos do Estado; a turma da DIREITA nunca negou que nutre um grande amor por empresas ESTATAIS,  que, diga-se de passagem, ajudou a criar centenas delas. A tal DIREITA BRASILEIRA defende o MERCANTILISMO, jamais o CAPITALISMO.

LIBERAIS

Como se percebe, com todas as letras, os únicos que nunca foram governo no nosso pobre Brasil foram os LIBERAIS, que defendem, com unhas e dentes e muita convicção, a existência de MAIS MERCADO e MENOS ESTADO. Coisa que efetivamente traz enormes benefícios para a economia e para a sociedade como um todo.

A PROVA

Ora, basta o uso de apenas um milésimo de raciocínio lógico para ficar convencido de uma vez por todas que foi a ADMINISTRAÇÃO COMUNISTA-PETISTA a responsável direta pelo nosso caos econômico. O pior de tudo é que a maioria dos empresários, com os olhos pregados na expectativa de boas vendas, se convenceu (até hoje muitos ainda continuam convencidos) que o forte aumento de consumo  SE DEU pelo aumento de renda dos brasileiros, e não pelo desmedido e irresponsável  CRÉDITO que os governos petistas mandaram conceder, sem moderação. O resultado (não poderia ser outro) aí está: o país está altamente endividado, as famílias idem, e milhões de brasileiros desempregados.

Todos vítimas do POPULISMO SOCIALISTA, o maior responsável pela CRISE BRASILEIRA.

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MARKET PLACE

  • MAIS UM REI NU

    Eis o artigo do jornalista J.R. Guzzo, pulicado na Veja desta semana com o título -MAIS UM REI NU-: 

    Vamos pensar um pouco, com calma, para ver se dá para entender melhor o que está acontecendo na frente de todo mundo. O ex-presidente Lula foi condenado a pouco mais de doze anos de cadeia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro — crimes mais graves do que fazer um apontamento de jogo do bicho, por exemplo, e que por isso têm de ser punidos com pena de prisão fechada, segundo o que está escrito na lei. Lula foi condenado a nove anos e meio, num primeiro julgamento, pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, em 12 de julho do ano passado — após quase dez meses de depoimentos, perícias, exame de provas e contraprovas, exigências sucessivas dos advogados e mais todos os etcs. de uma ação penal iniciada contra ele em setembro de 2016. Foi uma sentença de 218 páginas, fundamentada em cerca de 1000 itens, na qual foram ouvidas 99 testemunhas, das quais 73 apresentadas pela defesa. Até aqui, tudo dentro da lei e das garantias devidas ao réu, certo? Certo.
    Lula apelou da sentença, então, para o estágio superior seguinte, o TRF4, de Porto Alegre. Ali foi julgado em 24 de janeiro deste ano por três desembargadores, condenado de novo, por 3 a 0, e sua pena foi aumentada para doze anos no xadrez. Recorreu em seguida para o degrau acima, o STJ de Brasília, onde sua reclamação foi julgada por cinco ministros; perdeu outra vez, agora por 5 a 0. Voltou, enfim, ao mesmo TRF4 que já tinha lhe socado doze anos no lombo, e perdeu mais uma — foram outros 3 a 0. Resumo da peça: o ex-presidente está se defendendo desde setembro de 2016 e não teve, até agora, um único voto a seu favor. Foi zero, zero e zero, mais a sentença inicial de Moro. O que seria preciso, ainda, para chegar à conclusão de que Lula é um criminoso condenado pela Justiça e teria de ir para a cadeia? Mais nada. Mais nada para a cabeça de uma pessoa normal.
    Os donos do STF conseguem ficar mais parecidos com a “corte suprema” da Venezuela

    Eis aí por que a situação que se vive no momento é perfeitamente incompreensível, mesmo pensando com toda a calma. É um jogo que está pelo menos em 9 a 0, já passou dos acréscimos e só não acaba porque Lula não quer que acabe. O Supremo Tribunal Federal e os políticos, em peso, ficam agachados diante do homem, tratando de servi-lo — ou com medo de suas ameaças. Qual é o problema dessa gente? O direito de defesa para o réu foi assegurado plenamente desde o primeiro minuto do processo; pouquíssimos brasileiros, salvo amigos seus como um desses Odebrecht ou Joesley, que têm bilhões para gastar com advogados, jatinhos, peritos, computadores, pesquisas, caravanas de “apoio” e por aí afora, conseguiriam ter uma defesa tão completa e tão cara quanto a que Lula teve até agora.
    Dizer que é preciso respeitar a “presunção de inocência” até “prova em contrário”, como repetem seus despachantes no STF, é simplesmente uma piada — ou, mais exatamente, uma tentativa alucinada de fazer você de palhaço. É óbvio que todo acusado é inocente até prova em contrário — mas só até prova em contrário. Uma vez feita a prova, o réu deixa de ser inocente; passa a ser culpado. Na Justiça de qualquer país civilizado, a sentença, a certa altura, é a prova. Afinal, alguma autoridade, a uma hora qualquer, tem de dizer se as provas apresentadas até então valem ou não valem; do contrário, nenhum processo acabaria nunca, em lugar nenhum do planeta. No caso de Lula, a prova foi feita quando o que se chama “segunda instância”, ou o TRF4, de Porto Alegre, decidiu que a sua condenação estava fundamentada por fatos. Fim de jogo. Ele ainda pode continuar apelando, mas teria de fazer isso na prisão. É assim nos Estados Unidos, na Europa, no Japão: uma vez condenado em segunda instância, o sujeito vai para a cadeia. Faz todo o sentido. No Brasil, menos de 1% de todas as sentenças confirmadas em segunda instância é modificado, depois, em algum tribunal superior.
    Esse tumulto em torno de Lula só existe porque a suprema corte de Justiça do Brasil decidiu governar o país como uma junta de ditadura; manobra para ele ser declarado, na prática, impune por qualquer crime passado, presente ou futuro. Querem fazer em favor de Lula o mesmo que o regime militar fez em favor do delegado Sérgio Fleury, do Dops de São Paulo, em 1973: condenado como torturador, ganhou o direito de apelar em liberdade pela “Lei Fleury”. Os donos do STF conseguem, a cada dia, ficar mais parecidos com a “corte suprema” da Venezuela, que torna legal tudo o que os gângsteres do governo mandam que seja legalizado. São, em seu conjunto, mais um rei nu neste país.

  • THE BEST JUMP

    O Concurso de Salto Internacional Cidade de Porto Alegre (CSI2*-W), tradicionalmente conhecido como The Best Jump, chega a data histórica de 50 edições. O maior evento hípico do sul do País inicia no dia 19 e vai até o dia 22 de abril, na Sociedade Hípica Porto Alegrense.

    Para marcar esse cinquentenário, ontem, os presidentes de honra do The Best Jump, Jorge Gerdau Johannpeter; da Sociedade Hípica Porto Alegrense (SHPA), Maria Helena Eichler; e do Comitê Organizador do The Best Jump, João Mazzaferro, receberam jornalistas, convidados e patrocinadores no restaurante Dado Bier, do Bourbon Country, para o lançamento oficial do evento.

    De acordo com Jorge Gerdau Johannpeter, principal idealizador do evento e vencedor do concurso em 1970, é uma satisfação comemorar os 50 anos consecutivos do campeonato. “Mesmo com dificuldades, em alguns anos, conseguimos mobilizar a cidade e tornar realidade o objetivo de trazer para o Estado os melhores cavaleiros do mundo”, celebrou.
    E, para marcar o meio século de existência, foi criado pelo artista Marcos Vaandrade, um troféu especial que será entregue aos três melhores colocados do Grande Prêmio Porto Alegre (big tour). De mármore reconstituído, com 10kg e 50cm de altura, o troféu traz elementos próprios do hipismo, como o salto e o obstáculo, em assonância ao logotipo do campeonato.

FRASE DO DIA

Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais.

O comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Boas