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COPA DO MUNDO E FESTAS JUNINAS

ANO XIV - Nº 007/14 -

COPA DO MUNDO FIFA 2018

A partir desta semana, até meados de julho, por mais que notícias ligadas às eleições não deixarão de existir, o fato é que a paixão que o povo brasileiro nutre pelo futebol garante que a mídia, tanto impressa quanto eletrônica, destine mais de 50% do espaço para a COPA DO MUNDO FIFA 2018. 

FESTAS JUNINAS

Ah, sem esquecer a importância das FESTAS JUNINAS, altamente prestigiadas no nordeste brasileiro, com festas e celebrações aos santos por todos os cantos da região. A rigor, as festas têm início amanhã, 12 de junho, véspera da festa de Santo Antônio, o santo casamenteiro (por isso 12 de junho é o dia dos namorados); seguem na noite de 23 de junho, véspera do dia de São João; e encerram no 28 de junho, véspera de São Pedro. 

LONGE DE BRASÍLIA

Levem também em boa conta que os partidos políticos a partir desta semana estão debruçados na tarefa de preparação das convenções, que precisam acontecer entre 20/7 e 5/8, as quais servirão para construir as nominatas definitivas dos candidatos às Eleições 2018, assim como possíveis alianças. Com isso, a maioria dos atuais deputados e senadores não está interessada em viajar para Brasília. 

CAMPANHA ELEITORAL

Com este -gap- de tempo, que encerra no dia 15 de julho (data da final da Copa do Mundo), só a partir do dia 16 julho as -Eleições 2018-, data definida pelo TSE para dar início a campanha eleitoral, é que os noticiários voltarão a destinar maior espaço para a política.

 

PERÍODO CURTO

A propósito: não podemos esquecer que a partir deste ano o período destinado para a propaganda eleitoral é de apenas 45 dias, sendo que no rádio e TV o período é ainda mais curto, ou seja, compreende tão somente 35 dias. 

 

PESQUISAS

Portanto, a partir desta semana, notadamente na 5ª feira, 14/07, a sugestão para aqueles que curtem o futebol é que tratem de se deliciar com os jogos da Copa; já para quem não têm este prazer a sugestão é que tratem de buscar outro passatempo.

Neste meio tempo, no entanto, sugiro que não levem muito a sério o que dizem as pesquisas eleitorais. É preferível esperar para ver o que dizem os eleitores após as Convenções Partidárias.

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MARKET PLACE

  • FOCUS DE HOJE

    Na pesquisa Focus divulgada hoje, temos:

    1- a projeção para o IPCA ao final de 2018 avançou de 3,65% na semana anterior para 3,82%, enquanto a projeção para o final de 2019 subiu de 4,01% para 4,07%. Para 2020 e 2021, as estimativas do IPCA seguiram em 4,00%.

    2- as estimativas para a taxa de câmbio ao final de 2018 e 2019 permaneceram em R$ 3,50/US$. 

    3- a projeção para a taxa de crescimento do PIB em 2018 caiu de 2,18% para 1,94%, enquanto a estimativa para o ano que vem recuou de 3,00% para 2,80%. 

    4- a projeção para a taxa Selic, por sua vez, continuou em 6,50% ao final de 2018 e permaneceu inalterada em 8,00% ao final de 2019.
     

  • PRÉVIA DO IGP-M

    O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 1,50% na primeira prévia de junho, ante alta de 1,12% em igual período do mesmo indicador em maio, informou FGV. Com isso, o IGP-M acumula altas de 5,00% no ano e de 6,53% em 12 meses, até o início deste mês.

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo do pensador Percival Puggina, com o título -ACONTECE QUE HAVERÁ ELEIÇÃO-

    Certas mensagens recebidas quando menciono o pleito do dia 7 de outubro provêm de eleitores que desconfiam de tudo. Duvidam das urnas e dos votantes, dos partidos e dos tribunais, dos políticos em geral e dos candidatos em particular. Enquanto esperam solução por meio de uma ruptura institucional que comprovadamente não acontecerá, colocam tudo e todos sob suspeita.

              Ainda há pouco alguém se exclamava, em rede social, com a notícia de que certo militar seria candidato a deputado federal. Tratava-se, no seu modo de ver, de uma traição à causa da ruptura institucional e uma absurda aceitação das urnas eletrônicas.

              Queiramos ou não, essa é, hoje, uma questão nacional relevante, consequência da degradação institucional e da fragmentação social. Se o que desejam os proponentes dessa solução não for uma inaceitável ditadura, se for de ação rápida isso pelo que clamam, de onde vem a confiança em que logo ali adiante surgirão partidos, políticos e eleitores com elevado discernimento e sistemas perfeitos?

              Fraudes sempre houve e sempre poderá haver. Eleições também podem ser fraudadas. Na Primeira República, o bico de pena e a degola comandavam os resultados. O primeiro adulterava as atas que provinham das mesas eleitorais e o segundo, através da poderosa Comissão Verificadora de Poderes, simplesmente declarava ilegal, no Parlamento, a vitória dos indesejados. Mesmo após a criação da Justiça Eleitoral em 1932, continuaram as fraudes no registro e voto de eleitores inexistentes ou falecidos, na cíclica transferência de votantes em eleições municipais, na existência de municípios com mais eleitores do que habitantes, na compra de votos, e por onde mais houvesse brecha para a malícia dos espertalhões. Fui fiscal de apuração em diversos pleitos e embora não tenha me deparado com tentativas de fraudes, pude verificar possibilidades para que isso acontecesse durante a manipulação das cédulas, bem como esforços maliciosos para interpretar indevidamente rabiscos de eleitores analfabetos.

              Nos grotões continua a intimidação dos eleitores com a divulgação de sanções a serem aplicadas se o resultado das urnas não for o pretendido pelo cabo eleitoral da região. Não bastasse isso, ainda agora, com a introdução da identificação digital dos eleitores, e já cadastrados 65 milhões, o TSE identificou 25 mil títulos duplicados. Um desses “multicidadãos” portava 52 títulos. Também isso é fraude.

              As urnas que o Brasil usa, afirmam muitos técnicos, podem ser fraudadas. Se têm sido é questão para a qual ainda não vi resposta afirmativa categórica, malgrado a persistente suspeita em relação à silenciosa reviravolta na apuração do pleito presidencial de 2014. Segundo se diz, aquela vitória petista não foi obtida lisamente. Ora, se essa porta existe e pode ser aberta, como explicar o resultado do pleito de 2016? Afinal, apenas dois anos após a reeleição de Dilma, o PT sofreu estrondosa derrota, caindo do primeiro para o sexto lugar entre os partidos brasileiros, vencendo em apenas uma dentre as capitais de estados da Federação. Deu pane no mecanismo? Estavam de férias os manipuladores?

              Por outro lado, a arrogância com que os ministros do TSE desprezam a opinião pública em tema tão relevante à legitimidade do poder político não ajuda a democracia. No meu modo de ver, a apuração manual, malgrado lenta e com grande dispêndio de recursos humanos, suscita superior credibilidade e segurança, por ser menos hermética e proporcionar ampla fiscalização partidária em todas as fases do processo, possibilitando, inclusive, totalizações paralelas pelos meios de comunicação.

              Não estou convencido, enfim, de que as coisas sejam como querem fazer crer alguns mais interessados em desacreditar eleição e eleitores. Haverá eleição e temos que fazer bom uso de nosso voto.

  • MOTOS TRIUMPH NO RS

    Passados 14 meses depois de ter assumido a distribuição das motocicletas Triumph no Rio Grande do Sul, em março de 2017, a Triumph Edisa consolidou a posição de liderança de vendas no segmento acima de 500cc na região da Grande Porto Alegre.

    Segundo o seu Gerente Geral, Jaime Nazário, “a marca Triumph, ocupava a sétima posição, em março de 2017, com parcos 3,3% de participação, do mercado de motos de alta cilindrada (acima de 500 cc) do Rio Grande do Sul.

    Com a entrada da Edisa, e um trabalho intenso, conseguimos atingir neste curto espaço de tempo de 14 meses a liderança na nossa área de atuação com um crescimento de mais 460%. Acreditamos que este resultado se deve ao nosso diferencial de ter todos os modelos da marca disponíveis para que o cliente pilotar e experimentar. Assim, todas as argumentações técnicas da marca podem ser confrontadas no momento de trafegar com a moto. Além disso, um trabalho de treinamento de nossa equipe, ações de educação no trânsito, marketing e participação em eventos fez com que os motociclistas pudessem conhecer as qualidades de cada motocicleta” finaliza Nazário.

FRASE DO DIA

O sábio começa no fim; o tolo termina no começo.

G. Polya