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CONTAGEM REGRESSIVA

ANO XIV - Nº 007/14 -

CONTAGEM REGRESSIVA

A partir de hoje, a maioria dos eleitores de todo o Brasil deixa de contar os dias que nos separam das Eleições/2018. Ou seja, até o próximo domingo, 7 de outubro, a contagem, regressiva, passa a ser por horas faltantes até o momento da confirmação do voto nas (pouco confiáveis) urnas eletrônicas.

ESCLARECIMENTOS

Até lá, de forma incansável, sigo escrevendo editoriais com o propósito de contribuir com esclarecimentos que julgo importantes e necessários para que os eleitores cumpram bem o DIREITO DE VOTAR nos políticos que podem tirar o Brasil do atoleiro.

BRETE FISCAL SEM PRECEDENTES

Mais do que sabido, independente da visão obtida de qualquer um dos pontos cardeais, o Brasil está envolvido num astronômico BRETE FISCAL, sem precedentes. E neste  vasto horizonte de inúmeras encrencas que precisam ser enfrentadas com urgência, o maior de todos é o ROMBO CRÔNICO das CONTAS da PREVIDÊNCIA (1ª e 2ª CLASSES).

SETEPHEN KANITZ

Pois, neste final de semana, enquanto lia o blog do mestre em Administração, Stephen Kanitz, me deparei com o seguinte texto, que esclarece a importante relação CAUSA/EFEITO da encrenca chamada PREVIDÊNCIA SOCIAL. Eis o que diz Kanitz:

Fico abismado com a ignorância desses professores que saem a campo dizendo que não há déficit na Previdência.
E dos jornalistas que os entrevistam.
A Previdência começou deficitária desde o primeiro ano de vida.
A lei Eloy Chaves de 1923 concedeu de imediato aposentadorias a todos que tivessem 50 anos de idade, justamente os velhos que nada haviam contribuído.
“Art. 12. Aposentadoria ao empregado ou operário que tenha prestado, pelo menos, 30 anos de serviço e tenha 50 anos de idade.”
Daí o déficit inicial da Previdência, por incluir quem não havia contribuído um único centavo.
Déficit que somente foi se agravando ano após ano.
No ano seguinte, milhares de velhos que haviam contribuído somente um ano também se aposentaram com salários integrais.
E assim por diante, até chegarmos ao déficit atual de R$ 560 bilhões por ano.
Déficit previsível desde 1923.
Déficit escondido por todos os nossos Ministros da Fazenda.
Déficit que somarão um total R$ 15 trilhões nos próximos 30 anos, por baixo.
E tem imbecil que ainda acha que os aposentados atuais não têm um problema.
O de provavelmente morrerem de fome porque essa dívida é impagável, e portanto não será paga.
Em vez de nossas contribuições serem investidas por 30 anos, para que tivéssemos recursos financeiros para arcar com essa previsível obrigação no futuro, nossos Ministros da Fazenda as usaram para “cobrir o déficit”.
Em vez de investir em empresas e debêntures de longo prazo.
Por isso nossos juros são estratosféricos.
 

DUAS PREVIDÊNCIAS

Ora, todos os eleitores que até agora se mantém dispostos a votar em candidatos POPULISTAS, notadamente PT, PDT, PSOL, PSTU, PCdoB, etc., precisam entender de uma vez por todas que a simples existência de-DUAS- PREVIDÊNCIAS (INSS e SERVIDORES PÚBLICOS) representa o que há de mais injusto, criminoso e indecente no mundo todo.

DISCURSO LAMENTÁVEL

Portanto, mais do que nunca é necessário que se leve o máximo de esclarecimentos aos eleitores para que não se deixem levar pelo discurso lamentável dos candidatos POPULISTAS, principalmente Fernando Haddad, do PT, (que está bem cotado nas pesquisas) que simplesmente abominam a necessidade de uma REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Pode?

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis aí o artigo produzido pelo pensador Marcio Coimbra, com o título -VOTO SILENCIOSO-, publicado hoje no jornal O Tempo:

    Chegamos na reta final do primeiro turno das eleições com uma certeza: este é um pleito que não encontra paralelo nos anteriores. A polarização, já no primeiro turno, dá o tom de uma disputa que, mais uma vez, se dará entre petismo e antipetismo. A diferença, desta vez, é que os tucanos perderam o posto de antagonistas do PT, que se deslocou para Jair Bolsonaro.

    Outra característica é o voto silencioso. Os dois protagonistas do pleito guardam esta carta na manga. Ambos possuem um considerável contingente de votos de eleitores que preferem não externar sua preferência, seja pela polêmica criada em torno do capitão, seja pelos escândalos de corrupção dos governos petistas. Resta saber qual dos dois possui maior força nesta frente.

    O eleitorado de Bolsonaro sempre foi mais silencioso, o que poderia causar uma grande surpresa no dia da eleição. Entretanto, diante da tentativa de assassinato na mineira Juiz de Fora, este quadro passou a se alterar. O seu crescimento nas intenções de voto ocorreu de forma sólida e consistente, o que significa que não ganhou eleitores por simpatia ou pena, mas porque sentiram-se livres para assumir sua opção. Bolsonaro, em minhas projeções pré-atentado, já possuía uma margem de votos perto dos 30% – sempre considerei que seu contingente de voto silencioso girava entre 5% e 7%.

    Haddad disparou para o segundo lugar diante do apoio de Lula. Escrevi aqui neste espaço que o PT jamais aceitaria ser vice de qualquer outro candidato. Disse que Jacques Wagner não trocaria a segurança de um mandato de oito anos no Senado pela Bahia diante da incerteza de uma eleição presidencial, o que jogaria a tarefa no colo de Haddad. Por fim, disse que o PT chegaria facilmente aos 20%, o que realmente ocorreu. Sempre alertei para o potencial do partido.

    O teto atingido por Haddad é o total de votos petistas convictos, que votariam em qualquer nome indicado por Lula. O desafio agora é ampliar esta base e, portanto, já conversa com tucanos e líderes do centrão para formar uma grande frente no segundo turno. Seguramente Haddad chega aos 20%, mas seu salto até os 25% pode se dar pelo voto envergonhado no PT. Esta é uma variável a ser considerada.

    Curiosamente, enquanto o petista mais cresce, maiores são as chances de Bolsonaro vencer no primeiro turno. Esta semana será decisiva no que tange à transferência de votos antipetistas que hoje ainda repousam com Alckmin, Amoêdo, Meirelles e Álvaro. Se o medo do retorno do petismo atingir estes eleitores, a migração pode ocorrer em massa e de forma rápida nos dias que antecedem a eleição. Se somarmos este potencial ao voto daqueles que não assumiram publicamente a opção por Bolsonaro, o capitão pode levar ainda no primeiro turno. Como vemos, o trunfo do voto silencioso pode decidir os rumos desta eleição. 

  • FOCUS

    Na pesquisa Focus de hoje:

    1- a projeção para o IPCA ao final de 2018 aumentou de 4,28% na semana anterior para 4,30%, enquanto a projeção para o final de 2019 subiu de 4,18% para 4,20%. Para 2020 e 2021, a estimativa do IPCA seguiu em 4,00% e 3,97%, respectivamente. 

    2- a estimativa para a taxa de câmbio ao final de 2018 apresentou ligeira queda para R$ 3,89/US$ (de R$ 3,90/US$), enquanto se elevou para R$ 3,83/US$ ao final de 2019 (de R$ 3,80/US$). 

    3- a projeção para a taxa de crescimento do PIB em 2018 parou de recuar e manteve-se inalterada em 1,35%. Para 2019, a estimativa para o PIB ficou estável em 2,50%.

    4- a projeção para a taxa Selic, por sua vez, continuou em 6,50% ao final de 2018, bem como permaneceu inalterada em 8,00% ao final de 2019.

  • SAI O NAFTA E ENTRA O USMCA

    O NAFTA -Tratado Norte-Americano de Livre-Comércio sai, enfim, de cena para dar lugar ao USMCA -Acordo Estados Unidos México Canadá. Os governantes dos três países festejaram o acordo. 

FRASE DO DIA

O problema na Venezuela não é que o SOCIALISMO foi mal implementado, mas que o SOCIALISMO foi FIELMENTE implementado.

Donald Trump, ao discursar na ONU na semana passada.