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CONSTRUINDO ALTERNATIVAS POSSÍVEIS E CABÍVEIS

ANO XIV - Nº 007/14 -

ESCLARECIMENTO

Mais do que nunca é preciso investir, maciçamente, no esclarecimento público. Este é o único caminho que pode levar, isento de qualquer paixão, um número cada vez maior de brasileiros a entender as reais CAUSAS da gravíssima situação das contas públicas , do Brasil, dos Estados e dos Municípios.  Notadamente e muito, diga-se de passagem, do Estado do RS.
 

CONSTRUÇÃO DE ALTERNATIVAS

Mais: na medida em que sociedade vai tomando conhecimento e discernimento das verdadeiras CAUSAS dos problemas financeiros que a União e os Estados enfrentam, faz-se necessário, para abandonar a costumeira e inócua indignação, uma efetiva construção e/ou apresentação das ALTERNATIVAS que, efetivamente, possam trazer alívio para os pagadores de impostos.
 

DIREITOS ADQUIRIDOS

Insisto: o fato de se manter refém do sentimento de INDIGNAÇÃO não leva às soluções úteis, determinantes e necessárias. Igualmente, de nada adianta ficar gritando aos quatro ventos dizendo que é preciso acabar com os Direitos Adquiridos e as Cláusulas Pétreas. Isto, gostem ou não, é praticamente IMPOSSÍVEL. Ou seja, não vai acontecer. Assim, quem seguir nesta toada ganhará apenas mais aborrecimento. 
 

GRANDE CAUSA

O que mais urge, portanto, neste momento em que boa parcela de brasileiros, e gaúchos, por força da crise, está procurando mais e mais informações, é dar a entender que as GRANDES CAUSAS dos reais e maiores problemas financeiros dos governos residem:

1- na FOLHA DOS APOSENTADOS DO SETOR PÚBLICO (Inativos). Detalhe: qualquer mudança que por ventura venha a ser aprovada, só terá efeito  (por força dos Direitos Adquiridos) para os novos funcionários (Ativos). Isto, se constar na sempre esperada -Reforma da Previdência-. 

2- na FOLHA DOS SERVIDORES ATIVOS contemplados com os benefícios obtidos que só deixarão de existir com o falecimento dos mesmos e seus dependentes. 

3- a BAIXA EFICIÊNCIA do Setor Público (burocracia)
 

ESTOQUE

Supondo que seja aprovada a Reforma da Previdência, a partir daí é possível conhecer o tamanho do ESTOQUE (folha de salários dos servidores Ativos e Inativos, que está protegida pelos Direitos Adquiridos que os pagadores de impostos se obrigam a pagar).

Através deste ESTOQUE a ser pago no tempo, também é possível prever quando a conta deixará de existir, coisa que decorre, repito, do natural falecimento dos beneficiários e seus dependentes.
 

PERGUNTA

Pode, neste primeiro momento, dar a entender que estamos diante de algo mórbido. No entanto, sem tirar nem pôr, isto precisa ser bem entendido.  De novo: não há como acabar com os DIREITOS ADQUIRIDOS e as CLÁUSULAS PÉTREAS. 

A pergunta agora é a seguinte: - Uma vez resolvida esta importante e inadiável etapa, que separa aqueles que estão protegidos pela lei anterior e abre caminho para uma nova realidade, urge a busca de uma ou mais soluções para enfrentar o CUSTO DO ESTOQUE até a sua extinção natural. 

No editorial de amanhã exponho quais as ALTERNATIVAS que tenho em mente para o enfrentamento da DOENÇA destes GASTOS ENGESSADOS, que os governantes se obrigam a pagar.  

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MARKET PLACE

  • IBC-Br

    O IBC-Br, indicador de atividade econômica do Banco Central, considerado proxy do PIB em base mensal, avançou 0,4% em julho (na comparação dessazonalizada com o mês anterior), resultado melhor que o esperado pelo mercado (com projeções de 0,0% e +0,1%, respectivamente).


     

  • IGP-10

    O IGP-10 registrou variação de +0,39% em setembro, resultado acima do esperado por nós e pelo mercado, com projeções de +0,34% e +0,33% respectivamente, após queda de -0,17% no mês anterior. O destaque da aceleração ficou por conta dos preços ao produtor (IPA), que passaram de -0,42% em agosto para +0,55% em setembro. Tal movimento foi motivado pelo avanço dos produtos industriais (de -0,04% para +1,05%) e queda menos intensa dos preços de produtos agropecuários (de -1,56% para -0,94%).

  • IPC E INCC

      O IPC, índice de preços ao consumidor, por sua vez, registrou variação nula em setembro (0,00%), desacelerando frente aos +0,34% observados em agosto. Entre os oito grupos componentes dessa categoria, seis apresentaram taxas menores que na leitura anterior, com destaque para Habitação (de +0,79% para -0,06%) e Alimentação (de -0,41% para -0,91%).

    Já o INCC, que mede os preços dos custos da construção, apresentou alta de +0,35%, ante +0,27% no mês anterior. Com isso, a variação acumulada do IGP-10 no ano está em -2,03% (-1,66% em doze meses).

FRASE DO DIA

O TRABALHO MAIS DURO QUE EXISTE É NÃO FAZER NADA.

Provérbio Judaico