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COMPETIÇÃO ACIRRADA

ANO XIV - Nº 007/14 -

APAGAR DAS VELAS

No apagar das velas deste 2015, que se mostraram absolutamente incapazes de iluminar o nosso pobre país atingido por fortes neblinas advindas da INCOMPETÊNCIA e por espessas colunas de fumaça preta emanadas por excessiva CORRUPÇÃO, o povo brasileiro ainda se vê obrigado a assistir uma acirrada competição patrocinada pelo governo Dilma-Petista.  

DUAS CRISES

Tal competição, como está escancarado em todos rostos e noticiários, se dá entre duas grandes CRISES -ECONÔMICA E POLÍTICA-, que se alimentam de um mesmo combustível, cujo poder de explosão está levando o país a sucessivos acidentes ao longo do percurso que não se tem noção de quando termina. 

MATRIZ BOLIVARIANA

Como as duas CRISES entraram no campo da disputa obedecendo, rigorosamente, as regras impostas pela MATRIZ BOLIVARIANA, que foram plenamente aceitas pela sociedade brasileira ao elegerem Lula e Dilma para presidir o nosso cada dia mais pobre país, a única coisa que se sabe é que quanto mais tempo durar a contenda, mais o Brasil se afunda.  

DÉCADA PERDIDA

Pelo que estamos assistindo, pouco importa ao governo Dilma-Petista que o povo queira, desesperadamente, que ambas as CRISES acabem. Por enquanto, pelo andar da carruagem, já está confirmado que a RECESSSÃO, ou DEPRESSÃO, vai permanecer em 2016, 2017 e 2018. E, se ainda houver algo de pé até lá, e as CRISES continuarem firmes, esta década estará definitivamente perdida. Com prejuízos de difícil recuperação.

 

 

ABISMO

Fica cada dia mais evidente, portanto, ainda que já tenha alertado em várias editoriais, que o foco e interesse petista é levar o nosso pobre país a um ABISMO sem volta. Sem uma troca de comando, o Brasil está condenado a ter CRESCIMENTO NEGATIVO, INFLAÇÃO ALTA e INVESTIMENTO EM DECLÍNIO CONSTANTE. 

TROCA DE COMANDO

Enquanto os sócios do BTG Pactual tomam a decisão -urgente- de mudar o comando, tentando com isto acalmar clientes do banco e recuperar a imagem desgastada (sai André Esteves e entra Pérsio Arida na presidência), os eleitores brasileiros não conseguem fazer o mesmo. Ou seja, continuam sob o comando da presidente Dilma, que está envolvida até a medula nas decisões que levaram a Petrobras a uma situação pré-falimentar. Pode?

DEMOCRACIA

Pois, ainda assim há quem diga que vivemos numa DEMOCRACIA. É demais, não? A rigor, gostem ou não, o povo transfere aos seus representantes, pelo voto, a PROPRIEDADE do país às mais diversas CORPORAÇÕES, que mandam, pintam e bordam. Com um detalhe: dizem, em voz alta, que isto é DEMOCRACIA.  Que tal?

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MARKET PLACE

  • FOCUS

    O último dia do mês de novembro começou em tom negativo: o Boletim Focus mostra que economia doméstica piorou frente à semana anterior.

    A nova projeção do PIB para 2015 é de queda de 3,19% Para 2016, a queda, por enquanto, é de 2,04%  

    Já o IPCA esperado para o final de 2015 passou de 10,33% para 10,38%, mas manteve-se estável em 6,64% para o próximo ano.

  • ÍNDICES DE CONFIANÇA

    A FGV divulgou os índices de confiança do setor de serviços e da indústria. Ambos caíram na passagem de outubro para novembro. No setor de serviços, houve queda de 68,1 pontos para 66,9, enquanto a confiança da indústria recuou de 76,2 pontos para 74,8.
     

  • BARREIRAS

    O Brasil continua perdendo espaço no mercado mundial, mas se mantém como um dos campeões na criação de barreiras. O comércio global de mercadorias deve crescer 2,8% neste ano, mas o País exportará menos que no ano passado, segundo as previsões oficiais. Há muitos anos a política de Brasília tem sido muito mais defensiva do que voltada para a expansão das trocas. (Estadão)

  • RESULTADOS FISCAIS

    Em outubro o setor público consolidado registrou déficit primário de R$11,5 bilhões. O Governo Central apresentou déficit primário de R$12,3 bilhões, enquanto os governos regionais e as empresas estatais apresentaram superávits primários de R$775 milhões e R$11 milhões, na mesma ordem.

    O resultado primário acumulado no ano foi deficitário em R$20 bilhões, ante déficit de R$11,6 bilhões no mesmo período de 2014. No acumulado em doze meses, registrou-se déficit primário de R$40,9 bilhões (0,71% do PIB), comparativamente a déficit de R$25,7 bilhões (0,45% do PIB) em setembro.(Ricardo Bergamini)
     

FRASE DO DIA

A ignorância é um direito de todos, e a maioria faz questão de exercer.