Artigos Anteriores

CHEGOU A HORA!!!

ANO XIV - Nº 007/14 -

IMPÉRIO DO CARNAVAL

Gostando ou não, o fato é que, por força de uma tradição respeitada desde o período da colonização, as festas de carnaval, que em qualquer lugar do mundo encerram na quarta-feira de cinzas, no nosso empobrecido Brasil só acaba na segunda-feira seguinte, ou, neste ano de 2018, dia 19 de fevereiro. 

ALERTA

Pois, mesmo ciente de que estamos em plena vigência do período de carnaval brasileiro, achei por bem emitir um -alerta- informando que na próxima semana o nosso país estará diante de uma grande e importante oportunidade que dá início ao enfrentamento do imenso dragão que impede o inadiável EQUILÍBRIO FISCAL. 

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Mais do que sabido, esta tarefa inicial na tentativa de equilibrar as contas públicas, que consiste numa necessária REFORMA DA PREVIDÊNCIA, encontra muita dificuldade para ser aprovada. Pois, mesmo assim, sugiro que todos aqueles que têm um mínimo de consciência e discernimento quanto a necessidade desta REFORMA, que tratem de convencer os menos iluminados.

UMA ÚNICA CLASSE

Volto, portanto, a lembrar, e alertar, que na próxima semana os deputados federais, devidamente eleitos pelo povo brasileiro, estarão prontos para analisar e votar algo que pode dar início a uma situação jamais experimentada no nosso Brasil, qual seja a de colocar todos os aposentados numa ÚNICA CLASSE. 

NOJENTOS PRIVILÉGIOS

De novo e de novo: conscientizem todos aqueles que estão ao seu redor, que o nosso Brasil, dependendo da pressão do povo e da vontade da maioria -qualificada- dos deputados, está muito próximo de começar a construir uma efetiva JUSTIÇA SOCIAL, onde não há mais espaço para nojentos privilégios.  

VELHA FRASE

Insisto: a velha frase, ou convencimento, de que o ano realmente começa depois do Carnaval é enganosa. Para quem sustenta o país, os anos nunca terminam; e, para os privilegiados eternos, protegidos por garantias -pétreas- constitucionais, eles estão sempre começando. 

Assine a Newsletter do Ponto Crítico

MARKET PLACE

  • DO POPULISMO AO MESSIANISMO

    Eis aí o ótimo artigo do economista e diretor do Banrisul, Ricardo Hingel:


    Conta um participante do Plano Real que, no início de 1994, o então Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, chamou autores do Plano Verão, no Governo Sarney, para questionar o seu fracasso. Verificara que o Presidente José Sarney, logo após o lançamento do mesmo, que tinha em seu início um congelamento de preços, surfou em índices de popularidade impensados à época. Embriagado por sua popularidade, acabou por não aceitar as medidas posteriores e impopulares que deveriam ser implementadas pela equipe econômica para finalizar a estratégia de combate definitivo da inflação e o plano fracassou.
     

    Fernando Henrique percebeu bem que a economia impulsiona a popularidade dos governantes quando a população sente a melhoria de seu bem-estar, no caso, os ganhos em seu poder aquisitivo garantidos pelo fim da corrosão inflacionária; comprou então a estratégia do Plano Real que tinha início, meio e fim e se elegeu Presidente da República.
     

    Lembro que há algumas décadas um brilhante professor do Colégio Júlio de Castilhos explicava a um grupo de adolescentes que o ser humano necessita acreditar em algo superior, para de alguma forma lhe guiar e seguir, o que explicava naquele momento a existência das religiões, que possuem em comum a crença em algo ou alguém superior, que representa valores e garantias de vidas melhores, em muitos casos acompanhadas de seus messias.
    Em 2002, Lula se elegeu presidente entendendo a importância da economia estabilizada e a manutenção da sensação de bem-estar social; capturou a ideia e complementou a estratégia agregando um forte apelo populista, onde o Bolsa Família teve papel fundamental ao suprir necessidades básicas de parcela significativa da população carente; melhor, pela incapacidade do programa em reduzir a dependência dessa população, acabou criando uma relação clientelista definitiva com um contingente que atualmente representa em torno de 20% da população.

     

    Com isso, mais seu discurso fácil e focado, Lula evoluiu do populismo para o messianismo. O messianismo, em psicologia, é explicado por uma crença profunda que alguém acredita ter em seu papel para benefício da humanidade inteira e acredita ou vende a capacidade de mudanças radicais graças à intervenção de sua liderança, com auras de divindade.
     

    Isso ajuda a explicar o porquê de Lula, líder do grupo patrocinador do maior escândalo de corrupção da história e condenado à prisão, mantém seu patrimônio político aparentemente intocado. Seguidores não questionam suas divindades.
     

  • BALANÇO BANRISUL

    Os números do desempenho do Banrisul em 2017 serão revelados nesta segunda-feira, dia 19, às 10h. A apresentação do resultado anual será na sede do Banrisul, na rua Caldas Junior, 108, 4º andar (salão nobre), seguida de entrevista coletiva.



     

FRASE DO DIA

A persistência é o caminho do êxito.

Charles Chaplin