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AGORA OU NUNCA! EU VOU!

ANO XIV - Nº 007/14 -

TRAJETÓRIA

Admito que exagero no título ao dizer que é -AGORA OU NUNCA- a oportunidade que o povo brasileiro tem para se despedir deste governo cruel e enfrentar, com determinação, uma trajetória de recuperação da economia brasileira, que se encontra em estado lamentável, sob a administração petista. 

EU VOU!

VONTADE DO POVO

Na realidade sempre é tempo de agir. Mas, sem a menor dúvida, neste domingo, 13, depois de amanhã, brasileiros têm diante de si, sem interferência de terceiros, a grande oportunidade para definir um NOVO E SAUDÁVEL DESTINO PARA O BRASIL, de acordo com a vontade exigida. 

EU VOU!
 

SORTE LANÇADA

Repito: desta vez, com uma presença maciça nas ruas, o povo brasileiro, por suas próprias forças, será responsável direto e implacável pela decretação do FIM DESTE PÉSSIMO GOVERNO. Com inteligência, organização e muito foco, a NOSSA BOA SORTE SERÁ LANÇADA. Vamos lá, portanto, em todos os cantos do país, cheios de alegria e determinação.  

EU VOU!

DESTINO

Vale dizer que DESTINO, antes de tudo, não é uma obra divina. Também não é obra do acaso, como muita gente alimenta e admite. Quem faz o DESTINO é a oportunidade. Se bem aproveitada, ainda que tudo seja regido pela menor ou maior probabilidade de ocorrência, a chance de sucesso é muito maior. Vamos, portanto, aproveitar esta oportunidade.

EU VOU!
 

ARGUMENTO PARA POTESTOS

A título de argumento para os protestos eis aí um que reputo como importante:

Ontem, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que se não forem aprovadas –agora- as medidas (impostos) para enfrentar a crise econômica que o país vive, considerada maior do que a de 1929, mais adiante serão necessárias medidas ainda mais rígidas.

Pois, uma repórter da Globonews, após ouvir o ministro e querendo ser bem entendida pelos telespectadores usou como exemplo um condomínio, no qual -alguns- moradores resolveram fazer uma grande festa que gastou toda água do prédio. Diante do -estrago- resolveram pedir que -todos- os moradores paguem a conta, para que ninguém viesse a ficar sem água.

EU VOU!

 

METÁFORA INFELIZ

Ora, antes de tudo a metáfora usada pela repórter é extremamente infeliz: antes que alguém aceite como razoável o exemplo, peço que considerem as despesas (festas) criadas pelo governo são, na sua maioria, (90%) obrigatórias. Com isso o povo é refém do custo das festas todos os meses.


 

DIREITO ADQUIRIDO E DEVER OBRIGATÓRIO

Portanto, antes que me convidem a pagar o alto preço da FESTA PETISTA (incluída a corrupção), que se repete todos os meses, exijo que o governo revogue todos aumentos de salários e todos privilégios concedidos. Não é justo que o DIREITO ADQUIRIDO POR ALGUNS SE TORNE UM DEVER OBRIGATÓRIO PARA TODOS. 

EU VOU!

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MARKET PLACE

  • SERVIÇOS

    Nesta manhã, o IBGE divulgou a pesquisa mensal de serviços, mostrando que o volume de serviços prestados recuou 5% em janeiro de 2016 ante igual período de 2015.

    Esse foi o décimo resultado negativo consecutivo e o pior desempenho para um mês de janeiro desde o início da pesquisa, em 2012.
     

  • PANORAMA DA DÍVIDA DA UNIÃO

    1- DÍVIDA INTERNA BRUTA DA UNIÃO EM PODER DO MERCADO

    - Aumento nominal da dívida interna bruta em poder do mercado de R$ 558,9 bilhões (37,47% do PIB) em dezembro 2002 para R$ 1.603,9 bilhões (41,28% do PIB) em dezembro 2010. Aumento real em relação ao PIB de 10,17%.

    - AUMENTO NOMINAL DA DÍVIDA INTERNA BRUTA EM PODER DO MERCADO, de R$ 1.603,9 bilhões (41,28 do PIB) em dezembro de 2010 para R$ 2.650,2 bilhões (44,89% do PIB) em dezembro de 2015. Aumento real em relação ao PIB de 8,74%.

    2- DÍVIDA INTERNA BRUTA DA UNIÃO EM PODER DO BANCO CENTRAL

    - Aumento nominal da dívida interna bruta em poder do Banco Central de R$ 282,1 bilhões (18,95% do PIB) em dezembro 2002 para R$ 694,0 bilhões (17,86% do PIB) em dezembro de 2010. Redução real em relação ao PIB de 5,75%.

    - Aumento nominal da dívida interna bruta em poder do Banco Central de R$ 694,0 bilhões (17,86% do PIB) em dezembro de 2010 para R$ 1.262,7 bilhões (21,39% do PIB) em dezembro de 2015. Aumento real em relação ao PIB de 19,76%.

    3- DÍVIDA TOTAL INTERNA BRUTA DA UNIÃO (em Poder do Mercado e do Banco Central)

    - Aumento nominal da dívida interna bruta total (em poder do mercado e do Banco Central) de R$ 841,0 bilhões (56,49% do PIB) em dezembro 2002 para R$ 2.297,9 bilhões (59,14% do PIB) em dezembro 2010. Aumento real em relação ao PIB de 4,69%.

    Aumento nominal da dívida interna bruta total (em poder do mercado e do Banco Central) de R$ 2.297,9 bilhões (59,14% do PIB) em dezembro de 2010 para R$ 3.912,9 bilhões (66,28% do PIB) em dezembro de 2015. Aumento real em relação ao PIB de 12,07%.

    4- DÍVIDA EXTERNA LÍQUIDA DA UNIÃO (Dívida Externa Bruta Menos Reservas)

    - Redução nominal da dívida externa líquida de R$ 262,9 bilhões (17,66% do PIB) em dezembro 2002 para R$ 90,1 bilhões (2,32% do PIB) em dezembro 2010. Redução real em relação ao PIB de 86,86%.

    - Aumento nominal da dívida externa líquida de R$ 90,1 bilhões (2,32%do PIB) em dezembro de 2010 para R$ 142,8 bilhões (2,42% do PIB) em dezembro de 2015. Aumento real em relação ao PIB de 4,31%.

    5- DÍVIDA LÍQUIDA TOTAL DA UNIÃO (Interna e Externa)

    - Aumento nominal da DÍVIDA LÍQUIDA TOTAL DA UNIÃO (interna e Externa) de R$ 1.103,9 bilhões (74,15% do PIB) em dezembro de 2002 para R$ 2.388,0 bilhões (61,46% do PIB) em dezembro de 2010. Redução real em relação ao PIB de 17,11%.

    - Aumento nominal da dívida total líquida da União (Interna e Externa) de R$ 2.388,0 bilhões (61,46% do PIB) em dezembro de 2010 para R$ 4.055,7 bilhões (68,70% do PIB) em dezembro de 2015. Aumento real em relação ao PIB de 11,78%. (Pensador -Pensar+, Ricardo Bergamini)
     

  • ÀS RUAS NESTE DOMINGO

    ÀS RUAS NESTE DOMINGO, 13 DE MARÇO MEUS CAROS LEITORES!

    LEMBREM-SE: A NOSSA SORTE ESTÁ LANÇADA! SÓ DEPENDE DE NÓS!

    EU VOU!

FRASE DO DIA

Os loucos às vezes se curam. Os imbecis nunca.

Oscar Wilde