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A REFORMA DA PREVIDÊNCIA NÃO TEM PREÇO

ANO XIV - Nº 007/14 -

NEGOCIAÇÃO DE CARGOS

Tudo leva a crer que a tramitação da REFORMA DA PREVIDÊNCIA deve, enfim, iniciar nesta semana, na Câmara dos Deputados. E, na tentativa de ver aprovada a importante e urgente PEC, como informam alguns  noticiários, o presidente Jair Bolsonaro estaria disposto a negociar cargos no governo.

CONDIÇÃO DOS ALIADOS

Ainda que o presidente Bolsonaro tenha prometido que os postos do governo seriam preenchidos por técnicos com comprovada capacidade, é provável que terá que voltar atrás. Tudo porque vários políticos já estão -VENDENDO- o avanço da REFORMA DA PREVIDÊNCIA.   

MOEDA DE TROCA

Para tanto, a MOEDA da liquidação deste velho e conhecido -TOMA LÁ DÁ CÁ- é a substituição de inúmeros técnicos que já estavam ocupando os cargos de segundo e terceiro escalão, por pessoas indicadas pelos partidos aliados, mesmo que não tenham qualquer afinidade com a função.  

REFLEXÃO

Pois, antes que algum leitor menos avisado resolva manifestar a sua indignação e/ou revolta com esta clara pressão que está sendo feita por líderes de alguns partidos aliados, sugiro que façam uma boa reflexão e vejam o quanto o Brasil tem a ganhar, e muito, com esta operação de COMPRA E VENDA. 

PREÇO ÍNFIMO

Se for levado em conta que a REFORMA DA PREVIDÊNCIA é, inequivocamente, a MAIOR E MAIS IMPORTANTE REFORMA que o Brasil necessita, o PREÇO que os aliados estão exigindo para se comprometer com a APROVAÇÃO da PEC é simplesmente ridículo. Ínfimo!!!

NÃO TEM PREÇO

Vou mais adiante: se for preciso PAGAR algo mais para ver a REFORMA DA PREVIDÊNCIA devidamente APROVADA, ainda assim valerá a pena. Muito a pena. De novo: a APROVAÇÃO de uma boa e efetiva REFORMA, simplesmente NÃO TEM PREÇO! Tudo que for necessário desembolsar será insignificante.

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo do pensador Roberto Rachewsky, com o título - O OBJETIVO DOS LIBERAIS NO GOVERNO-

    O governo Bolsonaro deve ser defendido.

    A melhor maneira de defendê-lo é criticá-lo.

    Ninguém melhora sem a crítica constante, racional, embasada e sincera.

    No governo Bolsonaro há todo tipo de gente, desde reacionários empedernidos até idealistas libertários.

    Certamente, há coletivistas estatistas em todos os escalões do governo, são esses que Bolsonaro precisa neutralizar.

    Não é hora de abandonar o governo, mesmo que ele incorra em erros e frustre as expectativas de quem acha que seria fácil diminuir o Estado paquidérmico para transformá-lo em uma jaguatirica ágil e dócil.

    A coisa é demorada. Eu mesmo estou angustiado. Mas o governo é um transatlântico e não um jet ski. As manobras são lentas e leva tempo para dar a volta de 180 graus que esperamos.

    Não é hora de deixar o governo na mão mas de apoiá-lo e criticá-lo esperando que a crítica sirva de contribuição para que o rumo tomado se mantenha em direção do que achamos certo.

    Não é hora de isentões, esses que aplaudem incondicionalmente sem mostrar ao governo quais os erros que ele vem cometendo. Nem é hora de chutar o balde infantilmente como quem só brinca se puder ditar todo o contexto.

    Existem forças ocultas e forças explícitas lutando pelo controle e hegemonia dentro do governo, restará aquele que está de olho no longo prazo, coisa que liberais estão acostumados pois esperaram décadas para verem suas ideias serem finalmente consideradas.

    É possível até que ao final, pouco ou nada seja obtido em termos práticos, mas ter as ideais e ideais liberais no cardápio, é algo que até pouco tempo atrás era impensável.

    Liberais não são isentões. Nós liberais defendemos o indefensável há gerações.

    Quando somos ouvidos, a sociedade prospera.

    Quando somos desdenhados, a sociedade empobrece.

    A história prova que eu estou certo.

    Liberais não são revolucionários que querem mudar o mundo por decreto.

    Nossa revolução é capitalista, logo ela é pacífica.

    Queremos que o governo se retire gradualmente para que a sociedade se organize espontaneamente.

    Cabe ao governo apenas manter a lei e a ordem. Não leis subjetivas ou positivistas. Tampouco a ordem de cima para baixo.

    Cabe ao governo apenas proteger os indivíduos para que eles interajam num ambiente de livre mercado, ou seja, o mercado livre da violência.

    A Inglaterra levou séculos entre a Carta Magna e a Revolução Industrial. Foi necessário criar uma cultura individualista para a qual contribuíram pensadores como John Locke, entre inúmeros outros.

    Os Estados Unidos levaram séculos entre a formação das 13 colônias e a Declaração de Independência. Lá, foi decisiva a participação de gente como Thomas Jefferson, John Adams e James Madison. Pensadores que mesmo divergindo em muita coisa, defendiam acima de tudo a liberdade individual e a propriedade privada. Divergiam mas tinha um ponto em comum, a construção de uma sociedade de indivíduos livres e independentes.

    Os avanços no Brasil só serão possíveis quando o espírito coletivista estatófilo for mitigado e os indivíduos tiverem reconhecidos seus direitos inalienáveis.

    Não existe o que se conservar atualmente no Brasil. É preciso antes, mudar o ambiente hostil às ideias liberais.

    Quando as pessoas se conscientizarem que quem move o mundo é o empreendedor criativo e inovador e que o governo nada cria, sendo seu papel o de proteger da violência quem empreende e quem cria, então podemos bater nas costas dos conservadores para dizer-lhes, tomem a frente, agora há o que ser conservado.

    Para finalizar, não confundam as ideias liberais que forjaram o desenvolvimento anglo-americano com as que vingaram na França a partir do pensamento rousseauniano e racionalista enciclopédico.

    A diferença entre essas duas escolas é abissal. Quem quiser transitar de uma para a outra, como se não houvesse diferença entre elas, cairá no abismo que as separa.

    O Brasil sempre foi influenciado pelo pensamento continental europeu. Aqui, os intelectuais e filósofos sempre tiveram Paris como Meca. Péssima escolha.

    Precisamos nos familiarizar com as escolas filosóficas que deram certo.

    Esse deve ser o grande objetivo dos liberais no governo, arejar as mentes e transformar o ambiente no Brasil para que possamos concretizar nosso desejo de viver em uma sociedade civilizada e próspera de fato.

  • MOVIMENTO PARLAMENTARISTA BRASILEIRO

    Hoje, 11/3, às 18h45, na Sala Convergência,  no andar térreo da Assembleia Legislativa do RS, acontece a 1ª PLENÁRIA DE 2019 do MPB -Movimento Parlamentarista Brasileiro – PARLAMENTARISMO EM GRANDE ESTILO, com palestra da pensadora Fernanda Barth. Participe!

    O evento será transmitido, ao vivo, pelo Facebook: (https://www.facebook.com/mparlamentarista/)

FRASE DO DIA

Meu trabalho é parar a Grã-Bretanha de chegar ao vermelho.

Margaret Thatcher