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A POSTURA DA MÍDIA -SOCIALISTA-

ANO XIV - Nº 007/14 -

POSTURA DA MÍDIA -EM GERAL-

Mais do que sabido,  uma das grandes queixas que a maioria, senão totalidade, dos eleitores de Jair Bolsonaro manifestou, ao longo do primeiro ano de mandato do presidente, diz respeito à postura notoriamente sempre mal-intencionada da MÍDIA - EM GERAL -. 

TÓRRIDA PAIXÃO PELO SOCIALISMO

Pois, mesmo que muita gente entenda que esta queixa dos eleitores é carregada de grande exagero, uma coisa que ninguém, de sã consciência e razoável capacidade de discernimento, pode deixar de reconhecer é que a mídia -em geral- nutre, desde sempre, uma tórrida e escancarada paixão pelo SOCIALISMO. 

FORMAS UTILIZADAS PARA COMBATER AS BOAS MEDIDAS

Como o governo Bolsonaro, pelas boas mãos e mentes das equipes técnicas que estão a frente, principalmente, dos ministérios da Economia e da Infraestrutura, vem propondo corretas medidas e/ou decisões de cunho -LIBERAL-, a mídia -em geral-, por ser SOCIALISTA de corpo e alma, desde a posse do presidente adotou duas  formas principais para combater as pretensões LIBERAIS do governo:

1- demonizar as propostas; e/ou 

2- esconder dos leitores, ouvintes e telespectadores tudo que for possível.  

ALEXANDRE GARCIA

A propósito, o jornalista Alexandre Garcia, em artigo recentemente publicado na Gazeta do Povo, descreve esta má postura da mídia -em geral- de maneira singular ao se referir à maior ponte ferroviária da América Latina, de quase 3 quilômetros de extensão, atravessando o Rio São Francisco, para a ferrovia Leste-Oeste, que vai ligar a Norte-Sul com o porto baiano de Ilhéus.

O BOM A GENTE ESCONDE; O RUIM A GENTE MOSTRA

Diz Garcia: - Se antes éramos destinatários de -O QUE É RUIM, A GENTE ESCONDE; O QUE É BOM A GENTE MOSTRA- (lembrando a frase do ministro Ricúpero, da Fazenda, em 1994), neste ano parece que fomos vítimas de um - O QUE É BOM, A GENTE ESCONDE; O QUE É RUIM, A GENTE MOSTRA. Mais: o SE NÃO HOUVER RUIM, A GENTE INVENTA.  

VELHA IDEOLOGIA FRACASSADA

O jornalista Alexandre Garcia completa com uma observação inegável que, a rigor, só a mídia SOCIALISTA releva:

- O otimismo voltou à economia e é o fator que impulsiona o investimento e o emprego. A propósito, até o desemprego serviu para estimular o brasileiro empreendedor, sem carteira assinada, com iniciativa própria, fornecedor de empresas, sem horário, dono do próprio nariz e de seu próprio faturamento. Fico pensando o quanto devem estar sofrendo os que apostam contra o giro da riqueza, que distribui bem-estar. Em geral são os mesmos sabichões, especialistas, que garantiam que o atual presidente não teria a menor chance nas eleições.

Imaginem quando todas as escolas deixarem de lado a VELHA IDEOLOGIA FRACASSADA e se empenharem no Português, na Matemática, nas Ciências – e não fizermos mais vexame no Pisa.  Pense nisso, olhando para trás para entrar mais imunizado neste 2020.

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MARKET PLACE

  • TEXTO DO JORNALISTA J. R. GUZZO

    Eis o texto do jornalista J.R. Guzzo, publicado na Gazeta do Povo, - SE 2020 FOR COMO 2019, JÁ SERÁ MUITO BOM

    Avanços obtidos na economia são o principal legado de 2019, feito digno de ser festado com fogos de artifício.

    Quer ter um bom 2020? Então peça um 2019, sem tirar nem pôr – ou melhor, sempre pode pôr alguma coisinha boa a mais, é claro, mas realmente não é preciso tirar nada do que se teve neste ano que acaba de se ir embora. O assunto, aqui, é o mundo das coisas públicas e capazes de influir na vida cotidiana do Brasil.

    Em outros temas, cada um teve seus próprios momentos em 2019, e só cada um, naturalmente, pode dizer como foram – e se está no direito de desejar mais, ou muito mais, em 2020. Mas em termos daquilo que pode afetar a você como cidadão, e que depende em boa parte do que acontece no governo, na política e na sociedade em geral, dá perfeitamente para dizer que uma repetição deste ano vai estar de muito bom tamanho.

    Chegamos ao fim de 2019 com índices mínimos de inflação, para padrões brasileiros – menos de 3,5% no ano, e sem nenhum sinal de que possa sair do controle no futuro visível. A taxa de juros está em 4,5% anuais, os mais baixos em mais de 30 anos, ou desde que se passou a manter um registro regular e oficial de sua evolução. É uma enormidade, em termos de avanço da economia do Brasil como um todo. A continuar assim – e um dos objetivos estratégicos mais vitais da política econômica do governo é continuar exatamente assim – começam a aparecer no horizonte coisas inéditas na vida de qualquer brasileiro. Se os juros continuarem a baixar, forçosamente eles estarão caminhando para se alinhar com a taxa de juros internacional – de 1% a 2% ao ano.

    Isso quer dizer que vai acabar, simplesmente, o “dinheiro barato” dos BNDES e Bancos do Brasil da vida. Haverá um dinheiro só no sistema de crédito, disponível para todos que tiverem condições materiais de garantir os empréstimos que levantaram. As empresas brasileiras poderão se financiar com os mesmos custos de crédito que têm as suas concorrentes internacionais, e ganhar um elemento de competitividade que nunca tiveram – a não ser, é claro, que arrumassem o “dinheiro barato” ou levantassem empréstimos no exterior, correndo todo os riscos do câmbio. O governo deixará de tirar R$ 500 bilhões dos impostos, a cada ano, para pagar os juros da dívida pública – com juros cada vez mais baixos, os pagamentos também serão cada vez menores.

    Se o mercado de trabalho repetir 2019, haverá 1 milhão a mais de novos empregos com carteira assinada em 2020. Se a safra deste ano for igual à do ano passado, a produção agrícola do Brasil vai bater um novo recorde. Se forem aprovadas reformas como a da Previdência, a economia salta dez casas para frente. Tudo isso é muito bom para o brasileiro comum – só é ruim para quem precisa que o governo dê errado. Esses sim; não querem nem ouvir falar de um outro 2019."
     

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o texto do pensador Roberto Rachewsky , - DIPLOMACIA É ISSO: QUEREM PAZ? TERÃO PAZ! ; QUEREM GUERRA? TERÃO GUERRA! - 

    Não existe governo mais inescrupuloso do que o iraniano. Governam baseados no terror contra judeus, contra americanos e também contra o seu próprio povo.

    O governo iraniano esteve por trás da maioria das ações terroristas e belicosas ocorridas no mundo nas últimas décadas.

    Os teocratas iranianos e seus cães-de-guarda levam sua ferocidade até onde a ira alcança. Foi assim em Buenos Aires na Argentina no ataque terrorista a AMIA.

    Tem sido assim nos ataques contra Israel com o Hesbollah, o Hamas e a Jihad Islâmica.

    Tem sido assim na destruição de sinagogas pelo mundo, de embaixadas americanas na África e na Ásia, como agora em Bagdá, e de poços de petróleo nas terras sauditas.

    O QG do mal naquela região do sudoeste asiático tem endereço certo, a sede do governo iraniano em Teerã.

    Desde os ataques de 11/09/2001, com George W. Bush e principalmente depois com Barack Obama, o governo americano resolveu retaliar contra inimigos da liberdade de menor importância, Afeganistão e Iraque.

    Acusações nunca comprovadas da existência de armas de destruição em massa no arsenal de Sadam Hussein, a luta contra o Talibã e a cruzada contra o saudita Osama Bin Laden, serviram apenas para exercitar a máquina de guerra americana.

    O grande inimigo de Israel e dos Estados Unidos no Oriente Médio era outro, muito mais importante, o Irã, cujo governo antes, durante e depois de Mahmoud Ahmadinejad tem como metas empurrar Israel para o mar e desenvolver armamento nuclear.

    Donald Trump resolveu fazer o que era preciso para levar justiça onde ela não é bem-vinda.

    Fez o que já deveria ter sido feito há muito tempo, aniquilou o cabeça da estrutura terrorista mantida pelo regime dos aiatolás.

    Nenhum ser humano de bem na Terra sentirá saudades, ninguém com valores morais sólidos deve sentir pena. 

FRASE DO DIA

O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.

Albert Einstein