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A MÃE DAS REFORMAS

ANO XIV - Nº 007/14 -

DESONERAÇÕES

As desonerações tributárias que o governo Dilma vem promovendo em diversos setores de produção, visando aquecer a cambaleante economia brasileira que mesmo assim insiste em não decolar, estão servindo para escancarar o quanto o Brasil carece de uma urgente e competente REFORMA FISCAL.

ROMBO FISCAL

Enganam-se, portanto, como tenho repetido várias vezes aqui, todos aqueles que exigem uma REFORMA TRIBUTÁRIA como solução para a nossa FALTA DE COMPETITIVIDADE. Reduzir a carga tributária sem reduzir, na mesma proporção, as despesas públicas, só produz ROMBOS nas contas do governo. Ou DÉFICIT FISCAL, se preferirem.

CRISE EUROPEIA

Quem melhor esclarece a necessidade (urgente) de enxugar os gastos públicos é a crise europeia, que ainda está longe de acabar. Crise esta, diga-se de passagem, provocada pelo socialismo, que onera substancialmente os cidadãos comuns para sustentar privilégios de poucos.

GRÉCIA

Vejam, por exemplo, o que já está acontecendo na falida Grécia: para enfrentar a falta de crescimento econômico e as altas despesas públicas, o Parlamento grego não teve outra saída senão a de acabar com certos DIREITOS ADQUIRIDOS. Um deles é a necessidade de cortar salários dos funcionários públicos e aposentados além de promover demissões em massa. Gostem ou não, o remédio é esse. Não há outra forma.

SIMPLIFICAÇÃO

Quero deixar bem claro que sou totalmente a favor de tudo que possa tornar o nossos produtos e/ou serviços mais competitivos. Defendo, portanto, uma REFORMA TRIBUTÁRIA que, além de diminuir a quantidade de impostos, faça com que a arrecadação seja uma tarefa simples. É isto, aliás, que defende o MOVIMENTO BRASIL EFICIENTE, cujos estudos atestam uma redução da carga tributária só pelo efeito simplificação.

PERDENDO TEMPO

De novo: se a REFORMA TRIBUTÁRIA é importante, a REFORMA FISCAL é aquela que, se feita de forma correta pode, de fato, diminuir o CUSTO-BRASIL. Chamo a atenção de que a maioria dos países europeus estão fazendo REFORMAS para buscar a competitividade perdida. Enquanto eles correm contra o tempo, o Brasil, infelizmente, está perdendo tempo.

RIO GRANDE DO NÃO

Com o afastamento do presidente da FEPAM ( Secretaria do Meio Ambiente do Estado do RS), o comunista Carlos Fernando Niedesberg, envolvido na Operação Concutare, o governador neo-comunista, Tarso Genro, decidiu que a Pasta deixará de receber indicação política para ser ocupada por um técnico. Maravilha. Lamento que o governador não faça o mesmo com relação ao cargo que ocupa. Seria ótimo que deixasse a administração do Estado para quem é do ramo. Que tal?

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MARKET PLACE

  • DÊ-LHE INFLAÇÃO!
    O IPCA, medida oficial de inflação do país, veio no teto das estimativas em abril, registrando alta de 0,55%, ante 0,47% em março. O indicador acumula alta de 2,5% no ano e de 6,49% em 12 meses. Apesar da alta, o acumulado em 12 meses voltou a ficar abaixo do teto da meta de 6,5%, estipulada pelo Banco Central.
  • IMPOSTO NA NOTA
    No dia 10 de junho entra em vigor a lei federal que obriga varejistas e prestadores de serviços a discriminarem na nota fiscal ou em painel afixado em local visível do estabelecimento os impostos embutidos no preço.Em fase experimental, três grandes varejistas - Lojas Riachuelo, Lojas Renner e Telhanorte - já começaram a emitir nota com imposto discriminado, informa o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). A entidade colocou à disposição para os varejistas as alíquotas para o cálculo dos impostos dos produtos seguindo a nomenclatura do Mercosul (NCM).
  • PARCERIA
    O Sindilojas Porto Alegre fechou parceria com a Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS) com o intuito de aperfeiçoar o conhecimento dos lojistas, visando um progresso pessoal e profissional. Os associados à entidade terão descontos em cursos de extensão e pós-graduação.
  • DIA DAS MÃES
    O varejo do RS deverá registrar um crescimento entre 7,5% e 8,5%, movimentando um total de R$ 336 milhões ao final de maio por conta das vendas para o Dia das Mães. As informações foram divulgadas ontem, pela Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV), com base em pesquisa feita em 130 entidades associadas entre CDL?s, ACI?s e Sindilojas do Estado. Quem domina as vendas ? e também as compras - no comércio gaúcho são as mulheres. Em um universo de 410 mil trabalhadores, 227 mil mulheres (55,5 %) atuam no segmento varejista e, destas, mais de 64 mil (28,3%) são mães. Uma em cada três vendedoras têm filhos. A participação delas no mercado, de acordo com o presidente da entidade, Vilson Noer, tende a crescer e, nos próximos cinco anos, alcançar 65%.

FRASE DO DIA

O HOMEM DE TESTA LISA JAMAIS REFLETIU.

N. Bonaparte