Artigos Anteriores

A INTOLERÂNCIA É A MAIOR INIMIGA

ANO XIV - Nº 007/14 -

LEMBRAR E RELEMBRAR

É sempre oportuno lembrar, e até relembrar a todo momento, que a maioria dos eleitores que votou em Jair Bolsonaro só tomou tal decisão porque, no segundo turno, o seu concorrente era, nada mais nada menos, do que o candidato petista, Fernando Haddad, com forte apoio do PSOL, PCdoB, PDT e demais partidos social-comunistas. 

VÍDEO

Esta importante lembrança se faz necessária porque muita gente não está gostando nem um pouco das mensagens que o presidente vem postando, a todo momento, nas redes sociais, notadamente o vídeo obsceno que publicou nesta 3ª feira, 5, no Twitter.

SEM SURPRESAS

Ora, antes de tudo este comportamento -provocativo- do presidente Jair Bolsonaro, por mais que seus críticos REPROVEM e/ou vejam como totalmente -DESNECESSÁRIO-, não pode ser considerado como algo novo, do tipo que tomou todos de surpresa depois da posse.

TODOS SABIAM

De novo: a maioria daqueles que elegeram Bolsonaro fez isto com um único e grande propósito: não deixar, em hipótese alguma, a volta do PT ao comando do nosso empobrecido Brasil. Se poucos sabiam do que Bolsonaro seria capaz, todos sabiam, perfeitamente, do que um presidente petista faria com o Brasil.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA E REFORMA TRIBUTÁRIA

Diante das inúmeras e constantes críticas que Bolsonaro vem recebendo neste momento, ainda que fundamentadas, só me resta pedir  que guardem as suas insatisfações até que a REFORMA DA PREVIDÊNCIA e a REFORMA TRIBUTÁRIA sejam aprovadas. Mais: ajudem ao máximo para que ambas sejam aprovadas, pois se isto não acontecer o prejuízo é duplo: Brasil quebra e a volta do PT está garantida.

SEM MODERAÇÃO DEPOIS DA APROVAÇÃO DAS REFORMAS

Uma vez satisfeitas estas importantes REFORMAS, o Brasil estará pronto  para decolar. Só por isso peço que tolerem as besteiras que, aliás, sempre foram características pessoais do presidente Bolsonaro. Depois de aprovadas as duas REFORMAS, aí façam, sem moderação, tudo que bem entenderem.

Assine a Newsletter do Ponto Crítico

MARKET PLACE

  • DÍVIDA PÚBLICA

    A propósito da necessidade de tolerância eis o tamanho da DÍVIDA PUBLICA BRASILEIRA, como bem informa o economista Ricardo Bergamini:

    Dívida Interna Bruta da União em Poder do Mercado
    - Aumento nominal da dívida interna bruta em poder do mercado de R$ 558,9 bilhões (37,54% do PIB) em dezembro 2002 para R$ 1.603,9 bilhões (41,28% do PIB) em dezembro 2010. Aumento real em relação ao PIB de 9,96%.

    - Aumento nominal da dívida interna bruta em poder do mercado de R$ 1.603,9 bilhões (41,28 do PIB) em dezembro de 2010 para R$ 3.728,9 bilhões (54,61% do PIB) em dezembro de 2018. Aumento real em relação ao PIB de 32,29%.

    Dívida Interna Bruta da União em Poder do Banco Central

    - Aumento nominal da dívida interna bruta em poder do Banco Central de R$ 282,1 bilhões (18,95% do PIB) em dezembro 2002 para R$ 694,0 bilhões (17,86% do PIB) em dezembro de 2010. Redução real em relação ao PIB de 5,75%.

    - Aumento nominal da dívida interna bruta em poder do Banco Central de R$ 694,0 bilhões (17,86% do PIB) em dezembro de 2010 para R$ 1.794,3 bilhões (26,28% do PIB) em dezembro de 2018. Aumento real em relação ao PIB de 47,14%.

    Dívida Interna Bruta da União Total (em Poder do Mercado e do Banco Central)

    - Aumento nominal da dívida interna bruta total (em poder do mercado e do Banco Central) de R$ 841,0 bilhões (56,49% do PIB) em dezembro 2002 para R$ 2.297,9 bilhões (59,14% do PIB) em dezembro 2010. Aumento real em relação ao PIB de 4,69%.

    Aumento nominal da dívida interna bruta total (em poder do mercado e do Banco Central) de R$ 2.297,9 bilhões (59,14% do PIB) em dezembro de 2010 para R$ 5.523,2 bilhões (80,89 do PIB) em dezembro de 2018. Aumento real em relação ao PIB de 36,78%.

    Dívida Externa Líquida da União (Dívida Externa Bruta Menos Reservas)

    - Redução nominal da dívida externa líquida de R$ 262,9 bilhões (17,66% do PIB) em dezembro 2002 para R$ 90,1 bilhões (2,32% do PIB) em dezembro 2010. Redução real em relação ao PIB de 86,86%.

    - Aumento nominal da dívida externa líquida de R$ 90,1 bilhões (2,32%do PIB) em dezembro de 2010 para R$ 148,2 bilhões (2,17% do PIB) em dezembro de 2018. Redução real em relação ao PIB de 6,47%.

    Dívida Líquida Total da União (Interna e Externa)

    - Aumento nominal da dívida total líquida da União (interna e Externa) de R$ 1.103,9 bilhões (74,15% do PIB) em dezembro de 2002 para R$ 2.388,0 bilhões (61,46% do PIB) em dezembro de 2010. Redução real em relação ao PIB de 17,11%.

    - Aumento nominal da dívida total líquida da União (Interna e Externa) de R$ 2.388,0 bilhões (61,46% do PIB) em dezembro de 2010 para R$ 5.671,4 bilhões (83,06% do PIB) em dezembro de 2018. Aumento real em relação ao PIB de 35,14%.

  • MUNDO EM FAMÍLIA

    Até o dia 11 de março, o estacionamento externo do shopping Bourbon Country será a parada dos Nunes, a família brasileira que decidiu desbravar em um motorhome 80 países em 4 continentes. Desde 2017, a família trocou a sua residência na cidade de São Roque, em São Paulo, por esta aventura sobre rodas que batizaram de O Mundo em Família. O objetivo é fazer a volta ao mundo nos próximos sete anos.
    Depois de terem passado por várias cidades eles chegam a Porto Alegre trazendo na bagagem muitas informações e curiosidades sobre essa aventura. As histórias serão compartilhadas com os clientes do shopping de quinta-feira a domingo, das 15h às 19h30, junto ao motorhome, que está estacionado na área externa do shopping. As fotos da viagem e mais informações sobre o projeto Mundo em Família estão no perfil de Instagram @mundoemfamilia e no site www.mundoemfamilia.com.br.

FRASE DO DIA

Não pode haver liberdade a menos que haja liberdade econômica.

Margaret Thatcher