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A INCRÍVEL MÁ VONTADE DA MÍDIA

ANO XIV - Nº 007/14 -

AGUARDANDO A DIVULGAÇÃO

Como parte integrante da cansada maioria do povo brasileiro, que não suporta mais pagar a estúpida e crescente conta dos privilegiados aposentados do setor público, que em prosa e verso impõe a maior INJUSTIÇA SOCIAL do  nosso planeta, aguardo, com grande ansiedade, a divulgação da proposta de REFORMA DA PREVIDÊNCIA, que está prevista para amanhã,  4ª feira, 20/01. 

MÁ VONTADE DA MÍDIA

Enquanto isso vou tratando de ler e ouvir o que dizem os principais meios de comunicação, que na sua maioria não escondem o quanto detestam medidas e governos REFORMISTAS. Pois, sem qualquer surpresa, o que realmente percebo é que a desmedida má vontade geralmente está acompanhada de brutal desconhecimento. 

VENENOS

Esta complicada e nociva alquimia que vem sendo promovida, com igual intensidade tanto pela mídia quanto pelas corporações e partidos de esquerda, se traduz por absurda quantidade de besteiras que tem como objetivo principal criar -enorme confusão e reduzido esclarecimento- aos reais pagadores da  INJUSTA PREVIDÊNCIA SOCIAL DO SETOR PÚBLICO.

Como tal, todas as besteiras deveriam receber um rótulo com a figura de uma CAVEIRA, utilizado para identificar os VENENOS.

POLÊMICA

Vejam, por exemplo, como boa parte desta lamentável e interessada mídia resolveu tratar do rumoroso caso que resultou na exoneração do  ministro Gustavo Bebiano. Ao invés de aplaudir a atitude do presidente, que enfrentou com coragem a falta de caráter demonstrada por Bebiano, vários jornalistas rotularam a decisão de Bolsonaro como -POLÊMICA-. Pode?

PONTO A FAVOR

Outra parte da mídia comprometida com o atraso, para exagerar ainda mais na dose de besteiras, viu o afastamento de Gustavo Bebiano como forte obstáculo para complicar a tramitação da REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Ora, para quem tem algum discernimento e se diz inconformado a sistêmica indecência que habita o ambiente político, a saída de Bebiano está sendo vista como ponto a favor para a aprovação da REFORMA.

FOFOCAS

Pois, mesmo absolutamente convencido de que  a mídia seguirá com a sua firme intenção de publicar mais fofocas e/ou fake news do que notícias corretas, o que me resta é produzir o máximo de conteúdos com bons esclarecimentos, sempre acompanhados de provas que atestem o quanto são horripilantes e injustos os fantásticos e inequívocos ROMBOS DA PREVIDÊNCIA. 

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MARKET PLACE

  • PIB RIDÍCULO

    O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro (soma de todos os bens e serviços produzidos no país), cresceu 1,1% em 2018, segundo informou a FGV.  É a mesma taxa -RIDÍCULA- que foi apresentada em 2017.

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo do pensador Percival Puggina, com o título -PODE O STF MANDAR O CONGRESSO VOTAR?

    O decano do STF falou, falou, falou. Disse que não se nasce mulher, mas “torna-se mulher”. Com essa monumental tolice, firmou sua aderência à ideologia de gênero e cuspiu fogo em quem pensa diferente. Quando muitos, já caindo a noite, creram que ele iria concluir, o ministro anunciou estar ainda antes de metade de seu voto e advertiu a Corte: outro tanto a ela estava reservado para a próxima sessão.

              Em sua dissertação, Celso de Mello recusou ao STF (ao menos isso) a iniciativa de legislar sobre a matéria. Mas pareceu estar abrindo a porta para uma provável determinação formal do Supremo ao Congresso no sentido de que delibere sobre o assunto, tipo “por bem ou por mal”. É o que se depreende do que disse quando criticou, reiteradas vezes, a inércia abusiva e inconstitucional – note-se bem esse adjetivo – ao não decidirem, os congressistas, sobre os projetos que criminalizam a homofobia. É o mesmo caminho para onde nos leva o reiterado uso, em seu voto, da expressão “mora deliberandi”... E se o STF determinar e o Congresso não obedecer ou rejeitar o projeto, o que acontecerá? Nada! Ou uma imensa usurpação de competência.

              Enquanto o ouvia atacar a lentidão do parlamento em relação a tais projetos, numa tentativa de forçar o outro lado da rua a atendê-lo por força de sua chibata verbal, fiquei pensando nas prateleiras do STF. Imaginei-as vazias. Antevi limpos e polidos os tampos de desocupadas escrivaninhas ministeriais. Gavetas ociosas guardando clipes, etiquetas e carimbos à espera de um expediente que surja apressado, a cobrar despacho. Afinal, o sábio ministro não iria jogar pedras no telhado do vizinho se fosse de vidro sua própria cobertura. Claro que não, no STF tudo deve estar cumprido a tempo e hora.

              Lembrei-me, então, de um arquivo estocado há meses na tela meu computador. Busquei por ele e ali estava a manchete do Estadão do dia 2 de outubro de 2017: “Um quinto dos processos do STF caducou em 2017”. Reconheço que a notícia, de 16 meses atrás, não é um primor de atualidade, mas fala forte em relação a um problema que é conhecido de todos. A expectativa de prescrição faz do STF um bom e remansoso estuário buscado por advogados criminalistas.

              Não vou retomar o que escrevi em “Pelo fim da PEC da Bengala” sobre o fato de que, nos legislativos, não deliberar é deliberação. E de que milhares de projetos não são votados, todos os anos, porque não têm maioria para aprovação. Em outras palavras, são sepultados pelo desinteresse geral.

              No caso específico dos projetos que criminalizam a homofobia, alguns aspectos chamam a atenção e, muito provavelmente, justificam a falta de motivação para votá-los. Hediondos crimes praticados contra pessoas LGBT já são, com muita razão, crimes hediondos pelas leis penais do país. É bom lembrar, aliás, que o agravamento dessas penas, quando cobrados pela “direita”, sofre habitual rejeição da “esquerda” dita defensora de direitos humanos, que alegam sua inutilidade... Os crimes de menor potencial ofensivo, agressões físicas e morais também são sancionados pelas leis do país.

              Assim, em que pese a eloquente, pungente e, por vezes, minuciosa descrição de crimes contra tais pessoas que o ministro Celso de Mello produziu na parte já lida de seu voto, não são estes os crimes que estão no foco do interesse de Sua Excelência. É no detalhe que mora o problema e é por esse detalhe que a ideologia de gênero chegará pedindo passagem nas salas de aula.

  • ESTACIONAMENTO ISENTO DE PAGAMENTO

    Entre os dias 11 de fevereiro e 27 de abril, empreendimentos da rede Bourbon Shopping e o Moinhos Shopping promovem ação que isenta o valor do estacionamento para quem consumir na Praça de Alimentação. No Bourbon Wallig, Bourbon São Leopoldo, Bourbon Novo Hamburgo, Bourbon Canoas e no Moinhos Shopping, clientes que consumirem R$ 50,00 em lanches ou refeições no local recebem a isenção. No Porto Alegre CenterLar, o valor para obter a liberação é de R$ 30,00. O processo de validação será realizado pelos próprios lojistas no momento da compra, sendo que a isenção é válida de segunda-feira a sábado, para o período das 18h às 22h, com exceção do Bourbon Canoas, das 18h às 21h.

FRASE DO DIA

Tentar curar a doença britânica com socialismo era como tentar curar leucemia com sanguessugas.

Margaret Thatcher