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A ARMA

ANO XIV - Nº 007/14 -

CONTRATO

Volto a afirmar, e farei isto tantas vezes quanto achar necessário: em nenhuma das eleições (em todos os níveis) que resultaram em vitórias eleitorais de candidatos socialistas, notadamente petistas e assemelhados, coloquei a minha assinatura (voto) nos CONTRATOS (programas) POPULISTAS e ASSISTENCIALISTAS, cujo propósito maior é, indiscutivelmente, o FRACASSO.

DESTRUIDORES DE TUDO

O que mais lamento é que, como brasileiro e, principalmente, gaúcho, sou vítima daquilo que venho advertindo, através dos editoriais que escrevo diariamente, desde 11 de outubro de 2001. Infelizmente, o alcance e/ou a compreensão das minhas advertências não tem sido minimamente suficientes e/ou capazes para esclarecer a maioria dos eleitores, divididos entre ingênuos e mal intencionados, que relutam em compreender que o Brasil, e particularmente o Estado do RS, caiu nas mãos e mentes de exímios destruidores de tudo, inclusive de sonhos.

ARMA

Pois, ainda que esteja convencido de que esteja perdendo praticamente todas as batalhas, informo que jamais jogarei a toalha. Ao contrário: vou continuar levando o máximo possível de esclarecimentos, contando muito  com a inestimável colaboração dos pensadores que integram o PENSAR+. A arma que escolhi para o combate das ideias, visando um melhor entendimento das CAUSAS e EFEITOS, é a PALAVRA, o gatilho é o DISCERNIMENTO e o projétil é o RACIOCÍNIO LÓGICO.  

A REVOLTA E A VOLTA DOS BANDOLEIROS

Aliás, para que os leitores entendam as razões que nos levam a tantas derrotas representadas por INJUSTIÇAS DE TODA ORDEM, sugiro que leiam a parte final do texto escrito pelo pensador Percival Puggina, com o título A REVOLTA E A VOLTA DOS BANDOLEIROS. Cabe como uma luva para esclarecer que todas as nossas mazelas derivam, exclusivamente, do comportamento do povo. Eis: 

ANÁLISE SINCERA

Quantos eleitores trocam seus votos por dinheiro, rancho, jogos de camiseta, brindes, favores concedidos, ou promessas feitas às respectivas instituições e associações? 

Quantos votam por preferências clubísticas e esportivas?

Quantos se deixam sensibilizar por atitudes assistenciais como distribuição de cadeiras de rodas, óculos, remédios e caixões de defunto?

Quantos são conduzidos pela publicidade ou pela presença na “telinha” e nos microfones? Quantos votam contra algo ou alguém, transformando a eleição num ato de ódio ou protesto?

Quantos votam catando do chão um “santinho” qualquer ou em alguém que lhe seja indicado na boca da urna? Quantos votam porque o candidato é defensor vigoroso de sua corporação?

Quantos votam porque o candidato é vizinho, amigo da família, manda cartões de Natal, conseguiu ou diz que vai conseguir emprego ou bolsa qualquer?

Ora, eleitores displicentes, interesseiros e venais elegem, simetricamente, políticos omissos, mercenários e corruptos.    

 

PONDERE COMIGO

Pelo viés oposto, sugere Puggina, pondere comigo:

Quantos eleitores têm como exigências a serem simultaneamente cobradas a formação moral e intelectual do candidato, a imagem que construiu com sua história pessoal, seus valores, sua dedicação ao bem comum, sua capacidade de influenciar e liderar outros, suas ideias e propostas para o município, o estado e o país?

Pois é, pois é. Faltam-nos estadistas porque nos sobram votantes com péssimos critérios. No produto dos escrutínios eleitorais, a quantidade de bons políticos eleitos será, sempre e sempre, diretamente proporcional ao número de bons eleitores.

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MARKET PLACE

  • CONFIANÇA DO CONSUMIDOR BRASILEIRO

    O índice de confiança do consumidor, calculado pela FGV, avançou 3,5 pontos na leitura de março, para 85,3 pontos, atingindo o nível mais elevado desde dezembro de 2014. A alta foi puxada pelo índice de expectativas, que avançou 5,1 pontos ante o mês anterior, enquanto o índice de situação atual subiu 1,2 ponto. O resultado dá continuidade à trajetória de ascensão do indicador iniciada em janeiro, acumulando alta de 12,2 pontos no ano. 

  • FOCUS

    Eis o que informa a pesquisa Focus de hoje:

    1- a projeção para o IPCA ao final de 2017 recuou de 4,15% na semana anterior para 4,12%, e permaneceu estável em 4,50% para o final de 2018.

    2- a expectativa para a taxa de câmbio recuou de R$ 3,29/US$ para R$ 3,28/US$ em 2017 e permaneceu estável em R$ 3,40/US$ em 2018.

    3- a projeção para a taxa de crescimento do PIB para 2017 recuou de 0,48% para 0,47%, enquanto para 2018 continuou em 2,50%.  

    4- a estimativa para a taxa Selic não apresentou alterações, permanecendo estável em 9,00% ao final de 2017, e 8,50% em 2018.  

  • PROVISÃO PARA DEVEDORES (MUITO) DUVIDOSOS

    Uma das maiores dores de cabeça dos bancos, com efeitos diretos sobre seus balanços, ficou ainda maior no ano passado. Os PDDs (Provisionamento de Devedores Duvidosos), recursos reservados para cobrir eventuais calotes de clientes, avançaram 3,9% em 2016, para R$ 93,3 bilhões, segundo levantamento feito pela consultoria Economatica, que analisou os balanços dos 18 maiores bancos do país.

    Deste total, o valor provisionado pelos cinco maiores bancos representa 93,9% da amostra.

FRASE DO DIA

O que eu quero é atitude. Se quisesse palavras, comprava um dicionário.