Artigos Anteriores

7 DE ABRIL: DIA NACIONAL DE COMBATE À CORRUPÇÃO

ANO XIV - Nº 007/14 -

DIA NACIONAL DE COMBATE À CORRUPÇÃO

Por tudo que aconteceu nestes últimos dias no nosso debilitado Brasil, o dia 7 DE ABRIL já entrou para a história como o DIA NACIONAL DO COMBATE À CORRUPÇÃO, como está propondo o deputado e pensador Marcel Van Hattem.

PATRONO

Pois, a título de contribuição sugiro que no Projeto de Lei que propõe que o dia 7 DE ABRIL seja lembrado para todo o sempre como DIA NACIONAL DO COMBATE À CORRUPÇÃO, o deputado Van Hattem não deixe de colocar no texto da sua petição o nome do nobre juiz Sérgio Moro como grande PATRONO.

SEM NOME

Como os leitores já devem ter percebido, em nenhum momento mencionei o nome do condenado petista, que no sábado, depois de muita pantomima, acabou preso e levado para um cárcere especial (cheio de privilégios) na Polícia Federal de Curitiba, Paraná.

BRASIL DECENTE

Ao invés de ficar mencionando o nome do larápio, que não pode ser esquecido em hipótese alguma, prefiro enaltecer, e muito,  nomes daqueles que defendem um BRASIL DECENTE, como o do Juiz Sérgio Moro, do Procurador Deltan Dallagnol e dos bravos agentes da Polícia Federal, que em nenhum momento se acovardaram diante da forte pressão do PT, PSOL, PCdoB e PDT, entre outros.

É PRECISO CONTER A EUFORIA

Pois, ainda que a prisão do CONDENADO PETISTA esteja sendo bastante festejada, e isto só ocorre porque é coisa muito rara (quando inexistente) no nosso empobrecido Brasil, é bom conter a euforia. Até porque o ministro Marco Aurélio Mello já prometeu que vai usar a sessão desta quarta-feira para tentar livrar o larápio da prisão. Para tanto vai defender que a sentença só pode ser aplicada depois de julgadas as Ações Diretas de Constitucionalidade (ADCs), que tratam sobre prisão após sentença em segundo grau.

PARA O BEM DOS CRIMINOSOS

Como se vê, no Brasil tudo que foi colocado na nossa pra lá de lamentável Constituição tem como propósito maior e/ou principal livrar os maiores bandidos da prisão. Mais: quando tudo dá a entender que não há mais o que discutir, eis que um ou outo ministro do STF sempre vê espaço para uma nova interpretação que, geralmente, favorece os  criminosos. Incrível, não?

Assine a Newsletter do Ponto Crítico

MARKET PLACE

  • IMPEDIDOS

    Impedidos de mudar a Constituição – por conta da intervenção no Rio de Janeiro- os senadores trabalham para tentar aprovar no curto prazo um projeto que acrescenta à Lei de Introdução às normas do Direito a previsão de que, para fins de cumprimento de sentença penal condenatória, o trânsito em julgado será considerado a partir da condenação em 2º grau. A conferir.

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o texto produzido pelo pensador Roberto Rachewsky, com o título CORRUPÇÃO:

    Corrupção nada mais é do que um imposto criado pelo governo, sem lei específica, à revelia da vontade popular, recolhido na fonte de forma fraudulenta diretamente para o agente do estado.

    Corrupção é como a inflação, o governo cria, mas os empresários são considerados os culpados.

    Corrupção inflaciona os preços e diminui a qualidade do que é produzido e impede que mais riqueza seja criada porque o governo, ao regular e controlar a atividade econômica, inibe a capacidade produtiva de bens e serviços.

    Inflação, como a corrupção, corrói o poder aquisitivo de quem cria valor. Por conta do aumento da oferta de moeda, cada unidade monetária perde seu valor, obrigando empresários e trabalhadores a aumentar o preço do que produzem para manterem a equivalência real entre o valor da moeda que recebem e o valor do produto ou serviço que oferecem.

    Corrupção e inflação são apenas maneiras obscuras que os integrantes do governo inventaram para financiar suas necessidades além daquelas que não são menos imorais, violentas e perversas, como os impostos e o endividamento que no futuro para que seja pago, resultará em corrupção, inflação, impostos e mais endividamento.

    Prestem atenção, nenhum economista do governo, nenhum procurador da república, nenhum promotor de justiça, nenhum juiz de primeira instância, nenhum desembargador de segundo grau, nenhum ministro do STJ ou do STF, obviamente nenhum político ou burocrata interessado no rentseeking, nenhum jornalista da Voz do Brasil, dirá que existe não um, mas quatro mecanismos de transferência de renda do setor produtivo da sociedade, a parte que cria riqueza, para o setor coercitivo, a parte que a consome.

    Corrupção, inflação, impostos e endividamento são mecanismos com vida própria, ainda que interligados.

    Corrupção e impostos são pagamentos exigidos coercitivamente pelos donos do poder daqueles que produzem. Se tais pagamentos não forem feitos, será impedida a produção.

    Inflação são pagamentos que se não forem feitos também não haverá a circulação de riqueza. Portanto, acabará inviabilizando a produção.

    O endividamento apenas alimenta, retroalimenta e se alimenta dos outros três.

    Se o mecanismo da corrupção cresceu no país nos últimos quinze anos, os demais mecanismos cresceram muito mais.

    Jamais acabaremos com o mecanismo da corrupção sem acabar com os demais.

    Todos eles, corrupção, inflação, impostos e endividamento são resultado de outro mecanismo que se sobrepõe, que cria e que depende de todos os demais, o mecanismo da regulação.

    Quando quisermos, efetivamente, acabar com esses mecanismos que exploram quem produz, precisaremos levar a sério a decisão de diminuir a interferência do governo nas nossas vidas, separando o governo da economia, tirando o governo da educação, afastando o governo da previdência e da saúde, impedindo o governo de se imiscuir na ciência, na religião e na criação de ideias.

    Nenhum dos cinco mecanismos será eliminado das nossas vidas se o governo não for limitado à sua natureza, o combate à violência da qual, hoje, ele é o maior promotor.

    Mecanismos são sistemas formados de partes que funcionam de forma independente ou integradas a partir de um processo desenhado para atingir um propósito específico.

    Os cinco mecanismos descritos acima fazem parte de uma máquina cujo propósito maior é a exploração de quem produz por quem detém o poder de coerção.

    Precisamos desmontar a máquina coercitiva que nos explora, precisamos trabalhar urgentemente para eliminar os mecanismos que alimentam o governo usurpador. 

FRASE DO DIA

Nunca interrompa seu inimigo quando ele está cometendo um erro.

N. Bonaparte