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2º CAPÍTULO: AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS E O PENSAR+

ANO XIV - Nº 007/14 -

CORREÇÃO

Antes de tudo uma correção: no editorial de ontem, ao disponibilizar os nomes do TIME DE PENSADORES informei que o número do candidato a prefeito de Porto Alegre, Fábio Ostermann, era 21. O número correto, já devidamente corrigido, é 17.

Minhas sinceras desculpas ao Fábio Ostermann, pela falha cometida.

AMNÉSIA ELEITORAL

Uma vez feita a correção inicio este 2º Capítulo da SÉRIE ELEIÇÕES MUNICIPAIS E O PENSAR+ lembrando que, segundo informa a pesquisa encomendada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao Instituto Sensus, os eleitores brasileiros sofrem de AMNÉSIA ELEITORAL.

O que o Pensar+ quer é que os eleitores que votarem neste TIME DE CANDIDATOS - PENSADORES jamais esqueçam do quanto foram importantes suas escolhas. Mais: precisam, inclusive, ficar muito orgulhosos  pelas escolhas que fizeram.

 

EM TORNO DE 70%

Ainda que a pesquisa Sensus/TSE aponte para um índice de 23% de eleitores que sofrem de -amnésia eleitoral-, pesquisas feitas por outros institutos dão conta de que e o percentual de ESQUECIDOS é muito maior: chega em torno de 70%.

 

EXPLICAÇÕES

As explicações que tem sido dadas para tanto dizem respeito a fato de que o eleitor, em geral, presta pouquíssima atenção à eleição. Com baixo grau de informação ao comparecer às urnas, com o propósito de apenas CUMPRIR A LEI (voto obrigatório), acaba escolhendo nomes e números de candidatos na última hora. Muitos, inclusive, aproveitam os -santinhos-espalhados pelo chão nas redondezas das zonas eleitorais.

 

CURA

Entre tantas razões que levou o Pensar+ a ajudar os eleitores a votarem bem e conscientes, uma delas diz respeito ao processo que CURA esta imensa AMNÉSIA ELEITORAL. Mesmo admitindo que são poucos os candidatos que conseguem se eleger, ainda assim é importante que os eleitores lembrem em quem votaram. 

 

AFERIÇÃO

Entretanto, se o candidato resultou eleito aí a lembrança é ainda mais importante, pois a partir daí pode acompanhar a sua trajetória política. Só quem LEMBRA DO SEU CANDIDATO E/OU ELEITO pode aferir se o mesmo cumpre, efetivamente, com o que informa o seu programa eleitoral.  

PARA NÃO ESQUECER

Volto a afirmar, pela enésima vez, que não só lembro muito bem que votei no deputado Marcel Van Hattem para deputado estadual, como me mantenho satisfeito por tudo que ele tem feito no Parlamento e fora dele.

Da mesma forma como tenho um verdadeiro representante na Assembleia Legislativa do RS quero ter um representante no Executivo Municipal e mais do que um na Câmara dos Vereadores de Porto Alegre. Pessoas, aliás, que não tenho razão alguma para esquecer.

 

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MARKET PLACE

  • ATA DO COPOM

    Na Ata da reunião do Copom, consta que  “não há fator que seja determinante por si só para as decisões de política monetária”, que deixa clara a importância de evolução dos três pontos antes do início do ciclo de afrouxamento monetário. Assim, tudo leva a crer que o início de um ciclo de afrouxamento monetário continua sendo na reunião de novembro deste ano, com um corte inicial de 50 pontos base, com a Selic encerrando 2016 em 13,75%. Considerando nossa expectativa de que o ritmo da recuperação da atividade econômica será bastante lento, acreditamos que a taxa Selic deverá ser reduzida para 10,00% até o final do próximo ano.

  • O FASCISMO VERMELHO ESTÁ NAS RUAS

    Eis o oportuno artigo escrito pelo pensador (Pensar+) Percival Puggina, com o título: O FASCISMO VERMELHO ESTÁ NAS RUAS.

    O PT organiza alguns movimentos sociais. Suas ONGs dão origem a outros, ligados a questões étnicas. Esses grupos atropelam a lei e a ordem, o direito de propriedade e as determinações legais e judiciais, fazendo uso da violência. Quem diz que tais crimes são crimes passa a ser acusado, imediatamente, como eu tenho sido ao longo das décadas, de "criminalizar os movimentos sociais". De mero espectador e cronista dos fatos, o sujeito é maldito como indivíduo antissocial, por afirmar que quebra-quebras, pichações, tumultos, rupturas da ordem e infrações à lei, são o que são.

    Para o quanto fazem - tudo mesmo - têm apoio oficial. Militantes do MST, por exemplo, atacaram sede do STF, fizeram pichações, atravessaram a praça e foram recebidos como companheiros no Palácio do Planalto. Gilberto Carvalho visitou e se articulou com black blocs às vésperas da Copa e a presença destes inibiu protestos ordeiros que contrariariam o interesse do governo. Lula anunciou a convocação das tropas do general João Pedro (quebra-quebra) Stédile. Presidente da CUT, Vagner (handgun) Freitas, dentro do Palácio do Planalto, na frente da então presidente da República, convocou sindicalistas a saírem às ruas, com armas na mão, para defenderem seu mandato.

    Nos últimos dias, em sucessivas manifestações, a contrariada elite petista tem usado e abusado da palavra "luta" para designar o que esperam da turma da mortadela em suas "reações populares". Ora, a turma da mortadela só pega em sanduíche e pau de bandeira. Atos de violência são praticados por pessoas jovens, de outros grupos, treinadas como as que aparecem nessas fotos. Ocupam patamar mais distinto na hierarquia política da esquerda e são por ela conveniente abastecidos, seja lá do que for, mas nada têm a ver com Bolsa Família ou sanduíche.

     São tão antigas quanto as respectivas histórias as lutas e semelhanças entre o comunismo e o fascismo. Designar seus opositores como fascistas era conduta corrente entre os comunistas e assim continuou mesmo depois de o fascismo estar morto e sepultado. No entanto, a incitação e o uso da violência, a intimidação, os patrulhamentos, eram atitudes comuns a ambos e persistem nos atuais movimentos comunistas.

    Assim, quando um grupo de esquerda - qualquer grupo de esquerda - usa a palavra fascista para designar, por exemplo, as pacíficas manifestações populares dos cidadãos brasileiros nos anos de 2013 a 2016, podemos saber que estamos diante de comunistas defendendo suas posições de poder e se conduzindo segundo aprenderam durante quase um século de sua própria história como movimento político tão revolucionário quanto desrespeitador da lei e da ordem.

              É essa praga que está nas ruas de algumas capitais brasileiras quebrando tudo e escondendo o rosto, segundo as melhores práticas fascistas dos combatentes comunistas.

     

     

FRASE DO DIA

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar.

William Shakespeare