Artigos Anteriores

2014 - ANO DA IRRESPONSABILIDADE GOVERNAMENTAL

ANO XIV - Nº 007/14 -

SEM TEMPO PARA NOVAS MENTIRAS

Faltando apenas 30 dias para o encerramento de 2014, por mais que o governo ainda queira dizer que a situação do país é boa, uma coisa é mais do que certa: o prazo que nos separa de 2015 não mais admite novas mentiras e/ou qualquer possibilidade de maquiar alguma expectativa. 

ATESTADOS

Aliás, ao examinar as dezenas de atestados econômicos e sociais, assinados pelos mais diversos institutos que pesquisam e/ou medem o comportamento das nossas atividades privadas e/ou governamentais, informam, claramente, que a situação do país vem piorando dia após dia. 

DUAS INVESTIDAS

Os diagnósticos identificam, sem qualquer sombra de dúvida, que o Brasil foi alvo de duas sérias investidas promovidas ao longo dos governos Lula/Dilma, com ênfase maior no primeiro mandato da atual presidente, que se encerra no dia 31/12: 
1- Roubalheira imensa e descontrolada; e,
2- Incompetência sem limite.
 

SAQUES E INCOMPETÊNCIA

Como se não bastassem os fantásticos SAQUES  AOS COFRES DA PETROBRÁS, promovidos (e praticados) principalmente pelos chefões do PT, mas que também contaram com forte participação dos próceres do PMDB e do PP, o Brasil ainda sofre enormemente de uma incompreensível INCOMPETÊNCIA GOVERNAMENTAL, como provam as nossas contas públicas que se encontram em  frangalhos.

ROMBO DE 283 BILHÕES DE REAIS

Segundo levantamento preliminar feito pela Consultoria Tendência, por exemplo, o preço do ROMBO promovido pelos erros da política econômica está em torno de 283 BILHÕES DE REAIS. Ou seja, este é o valor que precisa ser cobrado dos pagadores de impostos, se houver interesse de evitar uma crise ainda maior. Pode? 

ESTUPIDEZ ADMINISTRATIVA

Esta estupidez administrativa se verifica através:

1- do represamento dos preços administrados, principalmente de energia e combustíveis, que em determinado momento foi festejada pela sociedade, onde boa parcela ainda crê que EXISTE ALMOÇO GRÁTIS;

2- do aumento do custo da dívida com a alta das taxas de juros;

3- da desoneração fiscal.  

ANO DA IRRESPONSABILIDADE GOVERNAMENTAL

Resumindo: o ano de 2014 já está marcado como o ANO DA IRRESPONSABILIDADE FISCAL. Pior: mesmo promovendo todo esse esforço (irresponsável) o governo não obteve resultado econômico além de zero. Basta ler o que diz o Boletim Focus de hoje: a estimativa para a expansão do PIB deste ano declinou de 0,20% para 0,19%; e, em 2015, espera-se que o PIB cresça apenas 0,77%, ante 0,80% na leitura anterior.

Assine a Newsletter do Ponto Crítico

MARKET PLACE

  • IPCA

    De acordo com o Focus, a projeção para o IPCA de 2014 segue em 6,43%, enquanto para 2015 subiu de 6,45% para 6,49%. 

  • BLACK FRIDAY GAÚCHO

    A Black Friday brasileira foi um marco para os consumidores gaúchos, pois não houve reclamações sobre preços no varejo físico. “Acima de tudo, o que mais vale é a nossa credibilidade junto ao consumidor”, afirmou o presidente da CDL POA, Gustavo Schifino. E os dados de participação do varejo foram acima do esperado: 75% das lojas da Capital fizeram algum tipo de promoção, com descontos de até 70%. Em 2013, cerca de 20% das lojas de Porto Alegre participaram. A estimativa é de que o comércio gaúcho tenha movimentado cerca de R$ 100,52 milhões na data.

  • PIB PER CAPITA

    Em 2012, oito unidades da Federação (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal e Bahia) concentravam 76,6% no PIB brasileiro. Em relação a 2002, este grupo perdeu 3,1 pontos percentuais de participação. São Paulo concentrava 32,1% do PIB brasileiro em 2012.

    O Distrito Federal (que nada produz) mostrou o maior PIB per capita (R$ 64 653,00), quase três vezes a média brasileira e quase o dobro do vice-líder, São Paulo (R$ 33 624,41). Maranhão (R$ 8 760,34) e Piauí (R$ 8 137,51) tinham os dois menores PIB per capita entre as 27 unidades da federação. (Ricardo Bergamini)
     

  • SIMECAN

    O SIMECAN reuniu seus associados para o evento de confraternização anual na última quinta-feira (27), em Canoas. O presidente Roberto Machemer, em sua saudação, lembrou da capacidade de superação da classe industrial, principalmente diante dos desafios impostos pela carga tributária e falta de um planejamento para fortalecer e desenvolver o setor produtivo.

FRASE DO DIA

Não são os pobres que precisam do PT. É o PT que precisa dos pobres em estado de pobreza.

Percival Puggina