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10 RAZÕES PARA VOTAR EM MARCHEZAN

ANO XIV - Nº 007/14 -

AGRADECIMENTO PELOS 15 ANOS

Antes de tudo, pela enorme e incalculada felicidade que produziu as centenas de mensagens de cumprimentos enviados pela passagem dos 15 ANOS (DEBUT) do Ponto Critico, ocorrida no 11/10, manifesto aqui o meu mais sincero agradecimento. Vocês foram, simplesmente, DEMAIS! 

 


 

PRAZER E CONFIANÇA

Tais manifestações, caros leitores, além de me encherem de prazer têm o poder de me tornar ainda mais confiante e estimulado para continuar produzindo mais e mais conteúdos que evidenciam as sempre inequívocas vantagens que só a LIBERDADE proporciona. 

SEGUNDO TURNO

Aproveitando a proximidade do segundo turno das Eleições Municipais, nada mais importante existe do que apoiar aqueles candidatos que realmente mostram real capacidade para fazer a grande diferença que os brasileiros estão exigindo, como ficou demonstrado pelo resultado obtido no primeiro turno. 

TEXTO DE FERNANDA BARTH

Para tanto publico o texto produzido pela pensadora (Pensar+), jornalista e mestre em Ciência Política, Fernanda Barth, sobre as razões que aponta para eleger NELSON MARCHEZAN JR (45), como prefeito de Porto Alegre. Eis: 

10 RAZÕES

O segundo turno é comparação de personalidades, de capacidades e projetos de gestão. É uma campanha nova. As cartas estão sendo dispostas e o jogo político está para começar. Assim, aí vão 10 motivos para se votar em Nelson Marchezan Júnior (45) para prefeito de Porto Alegre:

1. Marchezan tem a atitude e a coragem necessárias para enfrentar problemas históricos de Porto Alegre, como a burocracia e a privatização do Estado pelas corporações.

2. Marchezan vai focar em gestão estratégica, com foco em resultados para a população, corte de gastos desnecessários e investimento no que é prioritário.

 

 

 

MAQUINA PÚBLICA

3. Marchezan vai reduzir a máquina pública que hoje tem 37 secretarias, autarquias e gabinetes, além de apoiar as parcerias público-privadas, concessões e privatizações.
 

4. Assistindo aos pronunciamento de Marchezan, na Câmara dos Deputados, em Brasília, podemos ver que ele sempre lutou contra as corporações e os privilégios absurdos de setores públicos, pelo legalismo e cumprimento da constituição e defendendo o pagador de impostos.
 

5. Marchezan é um homem coerente e transparente em sua vida pública, mantendo suas posições independente de coligações políticas ou pressões externas.

QUEBRA DE CICLO

6. A eleição de Marchezan será a quebra de um ciclo de 16 anos, de PDT e PMDB se alternando na chapa majoritária, após um ciclo de 16 anos de PT com Frente Popular. A oxigenação e alternância no poder são extremamente necessárias para buscar novas soluções para velhos problemas e vícios que se instalam após períodos tão longos no poder.

7. Marchezan vai exonerar o Diretor-Presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari e reestruturar as funções do órgão. Usar tecnologia para gerenciar as sinaleiras de forma inteligente, melhorando o trânsito e o fluxo de veículos. Também vai permitir a utilização de corredor de ônibus para táxis com passageiros e lotações;

 

PDT, PSOL, PCdoB E PT

8. A trabalhista Juliana Brizola, vice de Melo, foi imposta na chapa pelo presidente Nacional do PDT, Carlos Lupi, o homem que "ama" a Dilma e votam contra todas as medidas que propõe desenvolvimento e crescimento.

9. Os partidos de esquerda como PSOL, PCdoB e PT lançaram manifesto recomendando o voto em Sebastião Melo;

10. Podemos eleger diretamente o primeiro prefeito que não é de esquerda desde Loureiro da Silva, em 1960.
 

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MARKET PLACE

  • TEXTO SOBRE PREVIDÊNCIA

    Eis o texto do pensador Darcy Carvalho dos Santos, com o título -Quem pode fazer a reforma da Previdência?- publicado na ZH de hoje:

    Afirmar que os beneficiados por leis vigentes em épocas passadas não podem propor sua alteração é um pensamento reducionista.

    Tudo o que existe no mundo está em contínuo movimento. Nunca nos lavamos na mesma água, disse o velho filósofo Heráclito Efésio. Muitas ideias que foram libertárias no passado, no futuro não passarão de rotinas. A realidade social está num contínuo vir-a-ser.

    Joaquim Nabuco, um dos maiores abolicionistas, foi educado por uma família escravocrata. Então, mesmo indiretamente, ele recebeu algum benefício da escravidão. Assim como Nabuco, há na História diversos exemplos nesse sentido.

    Dizer que não podem propor reformas previdenciárias os governantes que em momento anterior foram beneficiados por regras que hoje querem mudar equivale a dizer que muitos abolicionistas do passado deveriam ter defendido a continuidade da escravatura, porque ela os beneficiou.

    Na época em que foram criadas muitas das leis previdenciárias ainda vigentes, a inatividade era considerada uma extensão do serviço público e, como tal, não necessitava contribuição e nem preocupação com a idade mínima para aposentadoria. Além disso, a expectativa de vida era bem menor. Num primeiro momento, o número de contribuintes era muito maior do que o de beneficiários, e a bomba-relógio que estava sendo montada passou despercebida.

    Agora, a realidade é outra. A situação inverteu-se. Os déficits previdenciários são altos e crescentes, tanto na previdência pública, quanto no INSS. Precisamos fazer reformas e quem vai fazê-las se a geração presente, que desfruta dos benefícios e até de privilégios obtidos pela legislação passada não pode fazê-las?

    Teremos que buscar pessoas em outros países, naturalizá-las e elegê-las parlamentares para que elas façam as reformas? Impossível.

    Não interessa quem está propondo as reformas, o que interessa é se elas são necessárias e qual o seu conteúdo. O resto é crença de quem desconhece as consequências que advirão de não fazê-las, como o risco do não pagamento dos atuais aposentados, que, geralmente, são contra as reformas mesmo sem ser atingidos por elas. 

  • TEXTO SOBRE NOVAS ELEIÇÕES

    Eis o texto produzido pelo pensador Percival Puggina, com o título -E O PT, SUBITAMENTE, PAROU DE PEDIR NOVAS ELEIÇÕES...:

    Há exatos 42 dias Dilma Rousseff teve seu mandato cassado pelo Senado Federal em processo de impeachment por crime de responsabilidade. Quando sumiram as dúvidas sobre qual seria o veredicto da Câmara Alta e no período imediatamente posterior à sessão de julgamento, a própria ex-presidente, os líderes do partido e sua militância passaram a clamar por novas eleições como forma de corrigir suposta ilegitimidade do mandato de seu vice. Alegando ser suprema exigência da legalidade e da legitimidade, a laboriosa tropa de choque do partido na Câmara e no Senado, várias vezes por dia, apontava esse caminho à nação. Durante seu interrogatório, Dilma insistiu reiteradamente nisso. Dois dias após a ex-presidente deixar a Granja do Torto, a Executiva Nacional do PT decidiu apoiar a proposta. As falanges vermelhas saíram às ruas com a mesma exigência. Elas, as novas eleições, e só elas, teriam o poder de ungir um novo governo capaz de levar a nação, com segurança e legitimidade, ao pleito de 2018.

    Tratava-se de pretensão totalmente destituída de fundamento, posto que o vice-presidente é o substituto constitucional do titular do cargo. Gostos e desgostos das facções políticas, bem como suas mágoas e malquerenças são matérias subjetivas que não podem determinar o rumo de ações que tenham, como essa, roteiro expresso na Constituição.

    O PT sempre pensou de modo diverso sobre a suposta sacralidade dos mandatos presidenciais. Ao longo de sucessivos governos de seus opositores, dirigiu gritos de "Fora!" a quem estivesse em seu caminho ou ocupando a poltrona que ambicionasse. Expedia requerimentos de impeachment assim como se puxa o gatilho em exercícios de tiro ao prato. Quando, finalmente, chegou ao poder, desfrutou de três mandatos em que não faltaram motivos para requerimentos de impeachment, mas as sucessivas vitórias eleitorais do partido e o clima político desaconselhavam qualquer providência nesse sentido.

    Acontece que os partidos põem e a história dispõe. Estava escrito no calendário político que haveria eleições municipais logo ali adiante, um mês depois do impeachment. E foi o que se viu. O PT saiu das urnas ocupando uma discreta 5ª posição entre as forças políticas nacionais, atrás de todos aqueles a quem chamava "golpistas". E se recolheu ao Acre.

    As questões que me ocorrem diante do acontecido são estas: foi o desastre eleitoral do dia 2 de outubro que fez o PT desistir de falar em novas eleições? Deixaram elas de ser incontornável exigência moral e condição de legitimação para exercício do poder? Seria tão casuísta assim a tese ardorosamente defendida até bem poucos dias?

     

FRASE DO DIA

Os comunistas sempre souberam chacoalhar as árvores para apanhar no chão os frutos. O que não sabem é plantá-las...

Roberto Campos